Michael Borremans (Vale de Almeida)

Não, não vou falar do artista Michael Borremans, apesar de, desde já, poder dizer que é um pintor (e também videasta!) que actualmente muito me interessa (faço notar que o CAV, de Coimbra, graças ao grande Albano da Silva Pereira já o expôs).

Também não vou falar destas quatro fadas (a obra chama-se “Four Fairies”, e é de 2003), aparentemente presas a si mesmas numa espécie de mesa e em postura de fechamento absoluto, desconhecida clausura, mais do que reflexão.

Nem vou falar de Vale de Almeida, que não conheço de lugar nenhum. Assinalaria apenas que há formas de prisão, reclusão, fechamento muito piores do que o destas fadas: trata-se de alguém aprisionado a uma abstrusa necessidade de se justificar. Justificar-se em todos os passos, opções (políticas ou outras), e justificar-se julgando-se tema para os outros. Eu não estou nada interessado em saber porque é que alguém que eu não conheço de lugar nenhum e se chama M. Vale de Almeida é candidato a deputado pelo PS, e este senhor já produziu mais de 5 (CINCO ou SEIS ou SETE…) textos a informar-me e a informar-nos e a quase pedir desculpa por esta sua opção. Não vou linkar nenhum destes textos, pois não saberia por onde começar, tanta foi a prosa deixada em cerca de 3 blogues.

Sinceramente, há coisas que …..

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