Kolakowski

Morreu o Kolakowski. Morreu como morreu, mas escreveu uma enorme história do marxismo. Aliás, isso de anti-marxistas escreverem grandes histórias do marxismo também se aplica ao Aron: para quem souber lê-lo, o “Marxisme de Marx” vale cada uma das suas muitas centenas de páginas. Por razões que me escapam, o “Main Currents” do Kolakowski está (ou estava, até há muito pouco tempo) esgotado; tenho um vol. I repetido, aceito propostas.

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

6 Responses to Kolakowski

  1. Tenho os três volumes (dois em francês e um em castelhano). A versão inglesa (compacta, três volumes num só) estava à venda na FNAC. É uma obra notável.

  2. António Figueira diz:

    Seja; já me lixaram o negócio.

  3. Carlos Vidal diz:

    António, gosto muito do Kolakowski – ele tinha uma cara em tudo idêntica ao de um génio que muito querido me era: o Tadeusz Kantor. Eram iguais.
    Mas vamos ao que interessa. Se te interessar a figura e a obra de Clement Greenberg ………… (tenho uma coisa repetida para troca)

  4. António Figueira diz:

    Carlos, aceito: divorciei-me há uns tempos, e nas nossas Tordesilhas o Greenberg ficou todo do lado espanhol; tens o quê para a troca?

  5. Carlos Vidal diz:

    É uma coisa muito particular.
    Numa linguagem convencional diria que não é nada de “essencial”. Mas é delicioso (para mim).
    São as “Harold Letters”, cartas de estudante para o seu amigo Harold Lazarus, ambos então na Universidade de Syracuse.

    Numa lês isto:
    “I want dissipation, indiscretions, glitter, dash, sparkle, sin…. Feeling is all.”
    Achas que te interessa?

  6. António Figueira diz:

    Dissipation, sin? Está arrematado!

Os comentários estão fechados.