É que

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É que, como li algures, o governo está disposto a pagar mais pelo afastamento de José Eduardo Moniz da TVI do que o Real Madrid por Ronaldo, Cristiano Ronaldo.

(É que o governo esforça-se, esforça-se: e o PS até tem um novo porta-voz, um novo Canas com uma nova fala, novo timbre, nova entoação, novo “sorriso”…)

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4 Responses to É que

  1. Julia diz:

    Este ronaldo é um foleirão daqueles bem foleiros. Perdoe-me a má educação.

    Que falta de bom gosto, Vidal.

    Pensava que era um homem com uma certa Classe.

    Afinal não.

  2. almajecta diz:

    Este jovem não foi incluído nas 229 páginas do relatório da OPEST da Universidade de Lisboa. É pena, assim a sociologia/estatística dos observatórios está a tornar-se num castelo Kafkiano imensamente inútil. Tenta ler… no afã de tudo abordar, indagar, contar, prever, estudar, etc, causa a maior das indigestões. Entretanto, atribui uma medalha Lenine ao inventor da reciclagem.

  3. lol diz:

    Vai pró caralho, Vidal!

  4. almajecta diz:

    Spiega la Congregazione per la Dottrina della Fede, nel linguaggio filosofico rigoroso che è tipico del cardinale Ratzinger: “il pensiero di [Karl] Marx [1818-1883] costituisce una concezione totalizzante del mondo nella quale numerosi dati di osservazione e di analisi descrittiva sono integrati in una struttura filosofico-ideologica, che predetermina il significato e l’importanza relativa che si riconosce loro. Gli a priori ideologici sono presupposti alla lettura della realtà sociale. Così la dissociazione degli elementi eterogenei che compongono questo amalgama epistemologicamente ibrido diventa impossibile, per cui mentre si crede di accettare solo ciò che si presenta come un’analisi, si è trascinati ad accettare la stessa filosofia o ideologia” (Libertatis nuntius, n. 6). Per Marx la critica della religione è il presupposto di ogni critica: “la critica del cielo si trasforma nella critica della terra, la critica della teologia nella critica della politica” (Spe salvi, n. 20).

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