Entre Benjamin Netanyahu e Mahmoud Ahmadinejad, venha o diabo e escolha

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, admire “corajosamente” pela primeira vez, a criação de um estado pelestiniano………………..

……………………desde que seja um estado desmilitarizado (!!??)

Ora, viver ao lado da potência nuclear Israel tem os seus custos, ou ainda não viram isso?

Ora, este á a síntese do seu discurso de hoje, domingo, dirigido a uma coisa para quem o senhor (e todo Israel) se está nas tintas chamada “comunidade internacional”. Parece-me então que, respondendo aos esforços e pressões de Barack Obama, presidente dos EUA, Netanyahu tem um “plano de paz” para o Médio Oriente, nestes termos gozando com a nossa cara, com todos nós ocidentais, orientais e, claro, com Obama em particular.

Netanyahu é um verdadeiro perigo para a paz mundial, não querendo pelos vistos, deixar sozinho o ameaçador Mahmoud (separados à nascença). Diz o “político” israelita: “em qualquer acordo de paz, o território sob administração palestiniana [os salpicados e cortados bantustões que não servem para nenhuma forma de vida colectiva, no fundo, e só não sabem isto fanáticos da estirpe da dona química Palmira de um blogue “algures aqui em parte incerta”] deve ser território desmilitarizado”, remata pois o senhor Ahmadinejad, perdão, Benjamin Netanyahu. Continua o mesmo Ahmadinejad, perdão, Netanyahu (que é um “democrata”, note-se!), afirmando que esta é a condição, a condição inamovível para Israel aceitar um estado palestiniano lado a lado.

Conclusão: entre a vitória fraudulenta de Mahmoud Ahmanidejad e os fanáticos como Netanyahu, venham os diabinhos “especialistas em relações internacionais” (de um lado e do outro) e escolham. E bom proveito ne escolha.

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8 respostas a Entre Benjamin Netanyahu e Mahmoud Ahmadinejad, venha o diabo e escolha

  1. Pascoal diz:

    Pois é. O teu problema é a Palmira.
    Mas não conseguias escrever alguma coisa com pés e cabeça sobre estes assuntos?

  2. Carlos Vidal diz:

    Não sei o que pretende ó Pascoal.
    Não o conheço, e aquando da crise de Gaza, escrevi aqui mais do que uma dezena de textos, muitos deles fundados ou apoiados em autores judaicos, como Daniel Barenboim, o maestro e pianista, e Edward W. Said, um dos grandes pensadores do pós-II Guerra, que é adepto da tese “dois povos um estado”, ou seja, um estado de iguais, que não posso aqui desenvolver de novo – tive centenas de comentários e trocas intermináveis e muito interessantes de parececeres com comentadores como O Lidador, por exemplo.
    E já que fala na pessoa que fala, na dona química P., acho-a uma opinadora histérica sobre estes assuntos e não lhe reconheço, sobre eles, a mínima competência.
    Aliás, essa senhora está totalmente ligada a posições afins da extrema direita islamofóbica. Precisamente, a que tem crescido por essa Europa fora.
    E nada mais a dizer.

  3. almajecta diz:

    Ó carlos com franqueza…, agora clicas na sucursal da FCT para desenvolver os estudos do remix perenne e com insulto, ammorbidirsi in un apparente informe, vá dilucida isso lá para as bandas do arrastinho e etc e tal.

  4. Carlos Vidal diz:

    É que, Grande Jecta, apesar de tudo, não deixa de ser inaceitável que mesmo a FCT dê crédito a esta gentalha.
    Mas, pronto, dá, que se há-de fazer?

  5. almajecta diz:

    Então carlos, mais paciência, repara: É que, a FCT é composta pela própria gentalha, bom indicador de referência para a navegação de qualquer docente para consequente afundamento do fundo do coração.

  6. Ana diz:

    Giro, giro era você ter feito uma lista completa dos fanáticos. Será que incluiria os Palestinianos?

  7. Carlos Vidal diz:

    Não, claro que não, cara Ana, não incluiria palestinianos nessa sua proposta (ou desafio) de lista. Nenhum mesmo, nem do Hamas, pois os palestinianos, todos os palestinianos, cada um a seu modo, são resistentes – resistentes a uma desumana ocupação.

    Está esclarecida?

  8. ezequiel diz:

    Ana

    o sr prof Vidal tb é um resistente, um perseguido ou ocupado.

    trés melo-d

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