Onde é que eu já ouvi isto e a propósito de quê?

Com dois dias de atraso (dia e meio, vá lá), uma muito interessante citação de Vital Moreira no seu Causa Nossa:

“A Marinha Grande nunca me desaponta.”

mgl

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12 Responses to Onde é que eu já ouvi isto e a propósito de quê?

  1. Carlos Vidal diz:

    Antes de mais, poderia ser o Daniel Oliveira a inaugurar os (poucos) comentários a este post??

  2. A.Silva diz:

    o homem é mesmo um provocador!

  3. Tiago Mota Saraiva diz:

    Porque será que Vital não disse a mesma coisa em Matosinhos?

  4. almajecta diz:

    lá se vai a terra prometida, o cidadão do mundo, mais a aldeia global e tal . De tempos sépia esta é a 1ª fotografia tua referida a Portugal, e por acaso de uma estação de comboio da marklin, é pá assim não dá , isso é nacionalismo exacerbado, provincianismo, tacanhez, viva o modernismo internacionaleiro.

  5. Paulo Ribeiro diz:

    o vital é uma inevitabilidade para o vidal. o vidal já admirou o vital até se ter tornado vital que o vital seguisse o seu rumo, contrario ao do vidal. aí então, o vidal, passou a odiar o vital.

  6. Carlos Vidal diz:

    Gostei dessa Grande Jecta, bom comment.
    É que de facto não encontrei nenhum Corbu na Marinha.
    Se não, ou seja, se tivesse encontrado, obviamente que teria aí sido realizado o comício do PS, o tal que nunca desaponta esse partido nem o sr. Vital.

  7. almajecta diz:

    pois então… foi apenas para afirmar um pouco de liberdade vinda do exterior e autonomia do ser em mim, também gosto mais do velho testamento do que do livrito vermelho, corbu não, isso não, cadeiras e casotas em Vevey são para descansar com os nossos representantes de Deus na terra, o PS católico, esses outros, tantos e tantos do Terreiro do Paço á praça do município pois então, gente graúda. Isto está um pouco arrevesado, contudo o que interessa é fazer passar o essencial para além da angústia da influência.

  8. Mas repara na pala, alma, há ali qualquer coisa, um je ne sais pas quoi.

  9. Ou será um je n c´est pas quoi?

  10. Tiago Mota Saraiva diz:

    A pala, o jardim e a árvore, é um hino ao modernismo!

  11. almajecta diz:

    em assim, mais ou menos parecidos com a nova, mui funcional, complementar e inovadora calçada do Terreiro do Paço.
    Ó michael, a pala tem uma função interessante essencial, é mui expurgada por via das águas e para poder passar o TGV, melhor estudar os tuneis de vento, e a teoria da entropia, mas isso não interessa nada, são arranjos de exterior.

  12. Ora aí está uma coisa que me interessa, Alma. Arranjos de exteriores, de flores, centros de mesas e guitaradas. Tens algum estrago de que precises arranjo? Talvez na horta, o enquadramento do galinheiro e as condições de habitalidade dos potenciais ornamentos do arroz de cabidela ? náo me digas que os não tens (os galináceos, é claro).

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