No Dia Mundial das Famílias (Nicole Austin & Ice T)

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7 Responses to No Dia Mundial das Famílias (Nicole Austin & Ice T)

  1. Saloia de Alijó diz:

    Ó menino Carlos,
    Então isto são modos de vir falar à gente das famílias?
    (Não é que pelo meio não se vejam umas tantas verdades, mais ou menos abafadas, mas essas coisas não se dizem assim…).
    Ora, pelo amor dos santinhos, mas que falta de tino… Deixe-se lá de parvoíces.
    Ó menino, olhe que Deus nosso Senhor castiga!
    Oiça o que lhe digo.

  2. almajecta diz:

    The number of one-person households is rising steeply all over the world and a growing proportion of these ‘new singles’ are women. It is estimated that one woman in three lives on her own. This development reflects general social trends, ranging from rising divorce rates to the growing professionalization of women and their dissatisfaction with a traditional model that offers them a future organized solely around ‘husband-baby-home’. At the same time, the attractions of that model still linger and the fairytale prince is by no means a figure from a story or a remote past. Even in an age in which the internet promises that love is ‘just a click away’, many women still wait for their prince to come.
    Kaufmann’s sympathetic study of the lives, aspirations and sometimes despair of the ‘new single women’ is based mainly on an analysis of a sample of the hundreds of letters sent to Marie-Claire magazine after it published a first-hand account of the single life. Funny, touching and at times profoundly sad, the letters paint a collective portrait of the single woman and her life that is both intimate and socially significant. Kaufmann concludes by situating their stories in a broad comparative context and considering the possible impact of novel phenomena such as the recent vogue for ‘mail-order brides’.

  3. a cientísta diz:

    ta procurando uma pessoa para viajar, passear, dançar, jantar, pegar um cinema ou teatro te mostrar lugares frequentados por lindas mulheres, caso nao se apaixone por mim antes, posso te acompanhar mais voce paga a conta, e vem me buscar to dura, eu trabalho em um call center e ja pego 40 onibus por semana, cansa viu, adoraria passar os finais de semana na praia pois sou louca por mar, somente para mulheres, de preferencia maduras, aquelas que tem seus medos posso de ajudar a desvendar as maravilhas que é amar outra mulher.
    nao faço programa, so quero me divertir, e te fazer feliz beijos sou ativa, porem nao masculinizada, posso ir pra qualquer ambiente, se tiver que rolar salto e baton pra mim na há problema algum fico linda, esperando o que, me leva pra um final de semana em caparica, meco, ilha do pecegueiro, adoro o mar, pode ser tambem pra biquinha perto de s.vicente, eu amo la aqui em almada seria muito legal pena que to sem dinheiro….garanto ser uma excelente companhia, super educada, nivel universitario, nao gosto de promiscuidade, dispenso bi, casais, e etc, eu na verdade tava procurando uma namorada, mais todo mundo so que festa então to dentro…peçam fotos eu envio, mais tb quero receber as suas.
    vale lembrar que nem sempre eu fui dura, erá uma empresária da area da FCT, que perdeu tudo num assalto so ficou meu salão e os tijolos mais adoro trabalhar é uma pena que neste pais tudo seja tão dificil, ou melhor pra alguns quase impossivel nao tenho vergonha nao o importante é recomeçar

  4. You know me…I am that nigger in the alley… I m your pusher man..pan…pan..pan.panpan
    Ganda ice t.

  5. almajecta diz:

    Tá bonito isto está, para além da fauna PS começa a aparecer a família do Brasiu, tens o inferno garantido, vais directo e sem passar pela casa da partida e sem receber os dois contos.

  6. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Quanto pior… melhor!
    Divirtam-se

  7. almajecta diz:

    Tem sido considerado um apóstolo da influência. Alguma vez sugeriu, como refere certa crítica, que o escritor é um devorador do pai, ou seja, que acontece uma espécie de canibalismo tendo como cenário as páginas?
    “Não, nunca. É uma blasfémia. Escrevi 25 livros e o mais mal entendido foi A Angústia da Influência. A minha ideia fundamental tem a ver não com um efeito emocional no novo escritor, mas retórico”. HB

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