Museu de Arte Popular

APELO
Amanhã, dia 16 de Maio, comemora-se o Dia dos Museus. Por isso, resolvemos festejar o Museu de Arte Popular, um museu fechado que queremos ver vivo, reaberto, renovado.
Após a aprovação na semana passada, em Conselho de Ministros, da instalação do Museu da Língua no edifício do MAP, esta é a nossa última hipótese de protestar contra uma decisão arbitrária, leviana e culturalmente injustificável.
Assim, a partir das 12h00 de sábado, diante do Museu de Arte Popular, voluntários e voluntárias bordarão colectivamente um Lenço de Namorados gigante, declarando a sua estima ao Museu de Arte Popular. Quando a noite cair, suspenderemos o resultado na fachada do Museu.
Junte-se a nós. Fornecemos os materiais mas precisamos de mãos. Se não sabe bordar, não faz mal: esta é a ocasião de experimentar. Traga os amigos, a mãe, a tia, as crianças – o importante é mostrar que há quem não se conforme com o fim anunciado do Museu de Arte Popular.
A Língua de fora, já! Pelo Museu de Arte Popular, bordar bordar!

Organizadoras:
Catarina Portas, empresária A Vida Portuguesa / Quiosque de Refresco
Rosa Pomar, designer A Ervilha Cor de Rosa
Joana Vasconcelos, Artista Plástica
Raquel Henriques da Silva, Professora de História de Arte, FCSH Universidade Nova de Lisboa

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1 Response to Museu de Arte Popular

  1. Lisboeta diz:

    Há muito que o velho mono da Ex de Lisboa de 1940 deveria ter sido demolido, não vale nada e só incomoda e estraga a zona ribeirinha do Tejo , que tem de ser valorozada e não “ocupada e destruida por monos destes.
    Demolição do mono já, e fazer um jardim que permita o contacto dos Lisboetas com o seu Rio Tejo.
    Defendo a existencia de um museu de Arte Popular em Lisboa , mas noutro local e com arquitectura digna.
    Deixem de olhar só para os próprios umbigos, e preocupem-se mais com a cidade e os Lisboetas, basta de Hoteis e pseudo museus junto ao Rio, a matar o nosso património.
    Basta ir ao CCB, e verificar como o velho edificio se encontra ali completamente deslocado.
    Abaixo o velho mono!
    Por um Museu de Arte Popular digno!

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