A minha primeira cadeia

À laia de arrastadíssima despedida, aqui fica, e porque não disponho de alojamento sequer provisório onde afixar tal coisa, a minha resposta ao desafio do Nuno, que já deve ter dado 5 ou 7 voltas à blogosfera. «These dreams were obvious, they were warnings from my subconscious that I was hollow and a fraud and it was only a matter of time before the whole charade fell apart.» Apêndice extraído às 23:06 de Oblivion, de David Foster Wallace. Já agora, e uma vez que tenho de apontar 5 vítimas em sintonia com o excerto seleccionado, aqui fica a minha lista de ilustres convidados: Cláudio Ramos, Pedro Santana Lopes, o excelso Pensador Joaquim Jorge, o professor Bambo e o nosso alfa & omega.

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5 Responses to A minha primeira cadeia

  1. Então?
    Ou sais ou não sais, caralho. 🙂
    (i’m joking, que é para não pensarem que estou a falar a sério. as minhas brincadeiras são umas falhadas…)

  2. LR diz:

    Nada disso. É próprio dos c——s entrarem e saírem. Entrarem e saírem. And so on.

  3. Ricardo Santos Pinto diz:

    🙂
    (que educadinhos que estamos…)

  4. publicas-me isto? diz:

    É pá até que enfim que aparece alguem que goza com estas tolices internauticas, carago. Parabéns.

  5. Catarina diz:

    E agora, quem é que vou tentar impressionar?

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