Pedro, o ‘Existencialista’

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6 respostas a Pedro, o ‘Existencialista’

  1. Luis Rainha diz:

    Fixe.

  2. lili diz:

    Ando a leste.
    Quem é que diz que não existem?

  3. Eu, quando for grande, quero ser como o dr. Pedro Passos Coelho, cantar ópera, entrar em “castings” de La Feria e ler “autores existencialistas que problematiz(am) matérias sobre as quais também me interrog(o)”.
    Na última entrevista de Pedro Passos Coelho ao “Público”, em que desnuda as suas mais pudendas partes intelectuais, descubro porque é que nunca serei candidato a coisa nenhuma. A culpa não é minha, é das más companhias. Enquanto, nos tenros anos juvenis, eu acompanhava com Tintin, Litle Nemo, Spirit, Lil’Abner e Dick Tracy (e o pior é que ainda acompanho), Passos Coelho mergulhava nas profundezas de Voltaire; enquanto eu me emocionava com as viagens de Gulliver e de Nils Holgersson, ele reflectia sobre “A fenomenologia do ser”, de Sartre. E não adianta Pacheco Pereira desenganar-me dizendo que Sartre nunca escreveu tal obra, porque eu também a li. “Mais tarde”, como Pedro Passos Coelho fez com Kafka, mas li. A “A fenomenologia do ser” e “As mãos e os frutos” (ou seria “As mãos sujas”?); é, se não me engano, onde Sartre “problematiza” a privatização das caixas gerais de depósitos.
    Manuel António Pina

  4. Algarviu diz:

    Para nós, surrealistas, estas obras também existem. No mesmo limbo em que existem estes dirigentes políticos de topo, encabeçados pelo especialista em Inglês Técnico.

  5. Algarviu diz:

    A mim o que me parece é que todos eles leram (e se inspiraram), embora não o confessem, a “História Universal da Pulhice Humana” do José Vilhena dos bons tempos, que está para a classe dirigente portuguesa como “O Príncipe” de Maquiavel estava para os florentinos.

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