Afinal a campanha negra pode abrir-se em vigoroso cinzento, e em degradés branco-preto e preto-branco

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Exactamente como a luz que ilumina um monocromo de Ad Reinhardt.
É que acabo de ler isto no blogue do grande teórico da campanha negra, da insídia ingnominiosa da imprensa, do grande campeão da luta contra os poderes ocultos:
«Prescrição de crimes ameaça caso Freeport.
Esta notícia do Diário de Notícias causou justificado alarme. Todavia, basta que não tenha prescrito um dos possíveis crimes (e parece que há), para que a investigação deva prosseguir e o apuramento dos factos seja concluído, como se exige.»

Vital Moreira diz que “parece que há”. Mas não parecia.
O que é que mudou? O que é que vai mudar?
Bom, por mim acho que nada.

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