Caso Freeport (5) – sobre as chefias do ordenamento do território

Já por diversas vezes ouvi, designadamente colegas meus, referirem-se a este caso com exclamações do tipo: “isto é sempre assim, o ministro telefona aos directores e aquilo tem de andar”.
Partindo da hipótese abstracta de, no caso do Freeport, um ministro corrupto fez acelerar o processo (clarifico que não estou a fazer um juízo sobre José Sócrates, mas a por uma hipótese em abstracto) e sendo sua a decisão final de aprovação, ficarão ilibados todos os que emitiram pareceres aceleradamente favoráveis e sem suporte técnico?
É claro que não.
(voltarei ao tema)

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