A ignorância como ferramenta corporativa

Parece que anda por aí um levantamento de juízes contra o uso de uma aplicação informática nos tribunais, o Citius. Ontem, esteve na SIC uma senhora juíza a perorar contra os supostos malefícios do programa. Usando símiles infantis como “há portas abertas” e quejandos, tratou de demonstrar total ignorância sobre os níveis de encriptação usados ou a segurança que o uso de assinaturas digitais com chips personalizados poderá dar à plataforma. Lamentável não é ignorar; é ir à TV falar sobre o tema sem sentir a mínima necessidade de se informar. A Justiça que temos também é feita de coisas assim.

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