A morte dos Concursos Públicos ou a Jardinização de Portugal

“Obras públicas até cinco milhões de euros podem ser feitas por ajuste directo”

Depois da lenta agonia, com leis e códigos pouco expeditos e procedimentos cada vez menos objectivos, eis que o governo determina a suspensão do concursamento para fornecimentos ao Estado de que dependem a maioria das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Perde o Estado que alegremente adjudicará sem critérios e as empresas que não militem no regime. Ganham os “sacos azuis” em tempos de eleições.

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