Computador Magalhães, uma história com futuro (II)

Do jornal «Metro» de 15 de Dezembro:

«AFINAL NETBOOKS NÃO SÃO O FUTURO: INTEL VAI REPENSAR A SUA ESTRATÉGIA PARA OS COMPUTADORES PORTÁTEIS

Um computador portátil, leve, eficiente e barato e ligado à Internet “só é giro por uma hora”. (…) A tendência das tecnologias cada vez mais portáteis parecia ser o rumo a seguir, mas a Intel, uma das empresas mais influentes no desenvolvimento do mercado de computadores, acha que o futuro não passa pelos netbooks e vai repensar a sua estratégia. (…) “Se alguma vez usaram um netbook com um ecrã de dez polegadas, já sabem: é giro por uma hora. Não é algo que vão querer usar o dia inteiro”, acrescentou [Stu Pann, vice-presidente para Vendas e Marketing da Intel]. Também a AMD, concorrente da Intel no mercado dos microprocessadores, decidiu ignorar o fenómeno dos Netbooks, que têm, segundo declarações da empresa ao site CNet, provocado insatisfação por parte dos consumidores, revelada no alto índice de devoluções».

 Logo agora, que os assessores do primeiro-ministro se estavam a adaptar tão bem ao Magalhães…

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