O ano que passou

Futuro “take” da Lusa (corrigido)
Durante o ano que passou, assistimos a algumas poucas manifestações de sindicatos e perigosos actos de colocação na internet de vídeos reveladores do ambiente  são que se vive na escolas, com brincadeiras entre professores e alunos. A sua desvirtuação e as atitudes irresponsáveis dos sindicalistas provocaram o aumento das taxas de juro e dos preços dos combustíveis, a crise do subprime e a falta de dinheiro para o pagamento de salários nalguns clubes de futebol, entre muitas outras coisas. Os professores, liderados por Mário Nogueira, revelaram-se pessoas desprezíveis e de pouco trabalho, tais como os médicos e demais profissionais da saúde, funcionários públicos e gente da cultura. Valha-nos a banca os banqueiros que sempre demonstraram o seu patriotismo, elevado sentido social e desinteresse pelo lucro fácil.
O governo de José Sócrates, tal como Salazar (Colega, estas referências ainda não são apropriadas!), não deixou a crise chegar a Portugal. Sabendo que de Espanha não vêm nem ventos nem bons casamentos, Sócrates voou para Madrid e mais tarde para Bruxelas declarando que Portugal não estagnará. Com estas rápidas deslocações, Sócrates, tratou da redução das taxas de juro, diminuiu o preço do barril do petróleo (para que as gasolineiras pudessem ganhar mais e os consumidores não se queixassem tanto) e gastou o cheque que os seus camaradas colegas de governo lhe deram – os seus assessores garantiram que os sapatos que comprou, embora fossem de uma ilustre marca estrangeira, foram totalmente produzidos e concebidos por recém-licenciados portugueses que emigraram ao abrigo do programa do governo “Vai e Não Voltes”.
Durante este ano Portugal ficou mais alegre feliz, de acordo com um estudo da Eurosondagem e a opinião do jornalista Pedro Silva Pereira.

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