Atenção que a sabujice não é uma qualidade (depois de Bush, a que ponto chegámos); e, de novo, um post com final feliz

1.
Li, de F. Câncio, por mero acaso, um “perfil” da ministra da educação no DN de 22 de Novembro.
Como classificamos um “texto” que se transforma de panegírico em hagiografia ?
Entendo por panegírico um elogio acrítico, um encómio esquecido de um determinado grau de reserva. Por sabujice entendo uma humilhação sem dignidade. 
Link ? Nem pensar. Estranho o silêncio da “blogosfera” dita de “esquerda”. Ah grande esquerda !

ADENDA: a ministra da educação tem-se dedicado à atribuição de prémios a professores (o prémio Professor do Ano em nada se distingue do salazarista “A aldeia mais portuguesa de Portugal”); tem ainda pedido muitas desculpas à classe, à “corporação”, como dizem; os poucos leitores destas linhas nunca imaginaram um torcionário a pedir desculpa ao seu preso e a dizer-lhe que o que faz é para bem do país, de todos nós? Pois, se surgirem aqui comentários (e suponho que não), apenas falo sobre o ponto 2. deste post: o final feliz.

2.
Final feliz: Victoria Silvstedt, again

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