Se ele não percebe, eu muito menos

Fernando Ulrich, presidente do BPI, está incrédulo com o naufrágio iminente do BPP: «como é que um banco com o modelo de negócios que tem – “banca privada” – e com a dimensão que tem pode necessitar do aval do Estado para uma operação de 750 milhões de euros». Ainda por cima, sabendo-se que nunca esse aval seria mesmo concedido. E lá vai parar mais uma colecção de Arte, desde o ínicio polémica e ainda há pouco em crescimento, às mãos do Berardo…

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7 Responses to Se ele não percebe, eu muito menos

  1. z diz:

    o que vale é que farto-me de rir,

    ando ali a ler o dinheiro do Galbraith para ver se percebo se sublima

  2. z diz:

    sabes que no tempo AReis havia lá um Ulrich no BdP embora o governador fosse o Inocêncio Camacho

  3. antonio diz:

    O Fernando Ulrich é boa pessoa, mas há coisas que ele devia dizer só em alemão, se é que ainda se lembra de como se fala.
    “Alle vögel sind schon da… und Du nicht”. Haja ‘tannenbaum’… 🙁

  4. Ricardo Silva diz:

    Não sei se apenas leu…ou se também viu e ouviu essas palavras, o presidente do BPI usou um tom irónico. Um banco que só gere fortunas, e que precisa de dinheiro é no minimo estranho. Basicamente foi uma “achega” para mais uma investigação….

  5. Luis Rainha diz:

    Claro que percebi isso. Só pareço tonto.

  6. Luis Rainha diz:

    Ou é ao contrário?

  7. z diz:

    olha outro ran tan plan como eu

    andei a pensar: há esse capital bolsista que pode sublimar mesmo, porque calcula-se como o volume total accionista a multiplicar pelo preço de fecho, ora o preço de fecho só reflecte as transações daquele dia; depois claro pode-se fazer médias e médias de médias patra ficar uma nebulosa mais estável, engenharia financeira.

    mas depois no concreto todas as verbas que saem de uma conta entram noutra(s), portanto o dinheiro digital não desaparece, deixa um rasto de informação, sobre esta não vejo hipótese de escapar

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