Em estreia

Os meus dados estão lançados com o post anterior, dedicado ao novo livro de Manuel Pedro Pacavira. Está dito o que quero e ao que venho. É com honra e um certo gosto que partilho um espaço ocupado pelo Nuno Ramos de Almeida, pelo Jorge Mateus e sobretudo pelo enormíssimo talento do Luís Rainha. Mas, desculpem-me qualquer coisinha, vou dispensar-me de comentar a política portuguesa ou de ter um olhar para ela. Basta-me os dias que não quero que sejam iguais aos minutos que me entretenho a escrever. As minhas linhas irão ser dedicadas a Angola e África. Porque há défice de informação na blogosfera e ausência (quase) total nos jornais portugueses. Porque Angola é a minha terra e ocupa grande parte do meu pensamento. Feita a declaração de interesses, esclareço ainda que vou dando outras novidades – as tais que me ocupam o dia – aqui: www.correiopreto.blogspot.com. E, por aqui, como se diz na minha terra, prometo “bumbar” sempre que possível e “assumir o barulho” (fazer confusão).

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9 Responses to Em estreia

  1. Ricardo Santos Pinto diz:

    Feita a declaração de interesses, será que pode incluir no seu interesse por África a célebre viagem à Jamba do João Soares e da valiosa carga que trazia quando o avião caíu?
    Isso sim, é que eu gostava de ver discutido quando se fala de África.

  2. Luis Rainha diz:

    Tardaste mas entraste em grande. Essa do “talento” é das coisas mais acertadas que já saíram dessa moleirinha.

  3. Ricardo Santos Pinto diz:

    Cala-te boca!

  4. Luis Rainha diz:

    Estou a ver a esperteza saloia: primeiro dás uma camadita de graxa, a ver se a publicidade descarada passa…

  5. Nada de cama cueca na escrita, tá! (… a única expressão angolana que retive das longas tardes de conversas estroinas com uma angolana branca-preta, como ela dizia.

  6. Emídio Fernando,camarada
    Existes. Sempre pensei que eras um holograma do Ken da Barbie. Bem aparecido.

  7. Model500 diz:

    Excelente. Angola também é a minha terra. E África o meu continente. Se quiseres podemos falar em kimbundo.Ou em Chichwea.

  8. o sátiro diz:

    fala-se pouco de Angola e Africa, sem dúvida. Foi preciso vir cá o geldof para dizer alto o k toda a gente sabe mas os media e políticos têm medo de dizer. E sobre a maior catástrofe humanitária actual- o genocídio racista islâmico no DARFUR? Censura total, k faz do lápis azul um brinquedo! Só em blogs católicos se alerta para a tragédia. (pordarfur.com, por exemplo).

  9. Tb tenho raízes em Angola. E grande parte da ramo materno da família ainda lá está. Louvo por isso a sua escolha editorial 😉

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