A piada que mordeu os donos

No “Zé Carlos” de hoje, admirámos um belo plano do nosso ministro das públicas obras em plena soneca durante o empolgante discurso presidencial. Passados alguns minutos, o realizador do programa não conseguiu evitar imagens de espectadores a bocejar e a esfregar os olhos durante a gravação. Coincidência divertida.
O programa foi bem mais fraco que o anterior. A actualidade política ocupou a coisa toda e só se safou o número musical, desta vez dedicado à memória dos Ena Pá 2000. Para tornar a ocasião mais penosa, tinha acabado de passar na SIC Radical uma amostra dos bons velhos dias dos Gato; só posso esperar que regressem em breve.

PS: E se o soporífero agora analista de blogues lê isto? Lá passo outra vez por invejoso encartado. É que, como se sabe, a única razão para não se ser puxa-saco só pode mesmo ser a dor de cotovelo.

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