PRD: um merecido upgrade


Descobri agora, graças à colecção de lixo do site da RTP 1, que sou um «clássico português, que não suporta o sucesso». Isto porque ousei sentir-me desapontado com o último programa dos “Gato Fedorento”.
Ao que parece, para o PRD, criticar é invejar (longe vão os dias em que os blogues eram uma espécie de espinha). O que me vale é que posso dizer mal desta esfregona opinadora sem ter de maldizer o sucesso alheio (sucesso ali só mesmo na arte de adormecer o próximo). Mas urge reavaliar a entidade. Certo é que o PRD não é apenas um triste e inocente besouro, empurrando por aí a sua bola de truísmos, lugares-comuns e doses avulsas de graxa. É mesmo uma criaturita malévola e manhosa. A única coisa que o salva é continuar a ser cómico, embora apenas de forma involuntária. Mas alarvice tonta por alarvice tonta, antes o Camilo. E, daí, não sei: o “Sozinho em Casa” continua a ser um monumento no género.

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