Mais um terrorista palestiniano que agrediu uma bala israelita


O exército israelita vem colocar em causa a veracidade destas imagens, com base na suposta montagem das mesmas. Acalmem-se as mentes sensíveis, está tudo bem na Palestina.
Para aqueles que duvidam das habituais justificações, podem aceder ao site da B’Tselem

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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16 Responses to Mais um terrorista palestiniano que agrediu uma bala israelita

  1. graças diz:

    Graças a Deus que é um regime democrático e laico,logo todas as barbaridades podem ser justificadas.Pq é q não montam fornos crematórios,sempre se dava mais vazão à limpeza ‘étnica’ e,sob regime democrático ninguém se importava .Vá lá,tive uma grande ideia n’é?Apliquem-na.

  2. Luis Moreira diz:

    Não guerras limpas.Hoje é assim amanhã vai ser exactamente ao contrário.

  3. jorge c. diz:

    Cabrões dos israelitas a chinarem o pessoal com balas de borracha. Depois queixam-se que levam com uma singela bomba.

  4. The Studio diz:

    Cinquenta pessoas aos tiros, dez feridos, aqui às portas de Lisboa e no 5dias não se sabe de nada. Agora que um israelita teu um tiro com bala de borracha a milhares de quilómetros daqui, não podia faltar aqui o devido destaque.

    Por falar nisso, onde anda o Rui Tavares, tenho uma dúvida que só ele pode esclarecer. Parece que os africanos entraram nas casas dos ciganos que fugiram e levaram todos os bens que encontraram (e que valiam alguma coisa). Será que isto é crime? Será que a polícia vai investigar? Será que alguém vai ser constituido arguido? Ou é tudo perfeitamente dentro da lei?

  5. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Enfim, os comentários do costume. Quando os israelitas patrocinaram e organizaram os massacres de Sabra e Shatila, houve tb uma data de gajos, na altura, que falaram da superioridade da democracia e do facto do comandante dos assassinos ter sido suspenso momentaneamente do governo. Como de costume, os milhares de mortos passaram-lhes ao lado.
    Mas, mandem sempre.

  6. Carlos Vidal diz:

    Caro Nuno Ramos de Almeida, não se preocupe com o sionismo cego de algumas bocas acima – sempre existiu e há-de existir, dentro e fora do estado israelita (como o apartheid ainda tem defensores). Falta-nos esse grande humanista (palavra que não me é muito simpática, mas o intelectual a que me refiro é) que foi Edward Said, palestiniano e americano. De facto, criticou radical e profundamente Israel, publicou incessantemente sobre o assunto e expôs a única tese aceitável para a resolução do problema: é uma tese de que ninguém fala, pois toda a gente fala do disparate “dois povos, dois estados”. Said propõe, obviamente, dois povos, um estado. Se os judeus se tornarem minoritários na Palestina, qual é o problema? São minoritários nos USA, em Portugal, etc, como os brancos na África do Sul, e no seu lugar devem viver. Só que há um articulado da constituição israelita que diz que Israel é o estado dos judeus. Esta é a violação à democracia (goste-se ou não tb desta palavra – mas aqui até ajuda): deve substituir-se, com certeza, “estado dos judeus” por “estado dos cidadãos”, pois, afinal, quem tem medo da democracia e da cidadania? Enquanto assim não for, Israel continuará pela via das imagens acima vistas.

  7. jorge c. diz:

    “Caro Nuno Ramos de Almeida, não se preocupe com o sionismo cego de algumas bocas acima – sempre existiu e há-de existir, dentro e fora do estado israelita (como o apartheid ainda tem defensores)”

    Bravo!

  8. o sátiro diz:

    já não é a primeira vez que se comprova, sem margem para dúvidas, que há adulteração de imagens de mortes na Palestina, claro sempre contra Israel.
    É o “progressismo” nazi a invadir o Mundo, sob a égide desse exemplar de direitos humanos chamado Irão.
    O Holocausto nunca existiu, ouviram?

  9. Saloio diz:

    Caro NRA: é curioso como o senhor se preocupa tanto com uma bala a milhares de quilómetros daqui, e passa ao lado de um tiroteio aqui às portas de Lisboa.

    Esquerdisses à parte…existem temas mais “correctos” que outros, não é?

    Digo eu…

  10. . . .o soldado que efectou ó disparo (con bala de goma, que causou feridas leves e hinchazón nun pe ó detido palestino) foi detido e está en marcha unha investigación militar-policial. A cámara foi facilitada por unha ‘ong’ israelí. Compárese co recibimento a Kuntar, o asasino de Einat. A judeofobia é unha forma de cegueira selectiva (acaso histérica). Preste o senhor Ramos de Almeida parecida atención ó respeto pola la integridade fisica das personas tra-las fronteiras de Israel, por non falar do respeto ós seus dereitos, as suas creenzas, ou a sua condición sexual. Pregúntese polas condicións de vida dos judeus nos paises do entorno de Israel (onde quede algún) e acaso entenda porqué Israel ten que ser a Patria dos judeus. Shalom

  11. Cambada de filhos da puta! Desculpe a expressão, mas tinha que desabafar perante o que acabo de ver. Não levo a mal se não publicar o comentário, até porque destoa dos que já li e tendem a desculpabilizar o acto. São, provavelmente, os mesmos que andam a fazer vida de serigaitas, deslumbrados com o consumismo vigente e depois vêm para aqui queixar-se que já não têm dinheiro para pagar as dívidas e que a culpa é do Sócrates!

  12. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Do Público de hoje: “O incidente ocorreu a 7 de Julho, na aldeia de Na’alin, Cisjordânia, durante uma manifestação contra o alargamento do “muro de segurança”. O manifestante, Abu-Rahama, 27 anos, foi detido e algemado. No vídeo, aparece nas traseiras de um jipe com o braço direito agarrado pelo tenente-coronel que dirige as operações. À sua esquerda, a cerca de um metro, um soldado aponta a arma à sua perna esquerda. Ouve-se um estrondo e o preso cai. Foi atingido no pé.
    O soldado defende-se alegando que o tenente-coronel lhe ordenou três vezes que disparasse.”

  13. pepe diz:

    A denúncia da violência por parte das forças militares/policiais dum estado é tanto mais necessária quando esse mesmo estado esconde, nega ou manipula os factos a seu favor. Pior ainda quando tem força para impor a censura dos meios de comunicação do país e silenciar qualquer crítica.
    Quando a opinião pública tem acesso à informação, a violência é denunciada e os autores identificados, havendo um clara condenação dos actos por parte dos responsáveis políticos, certamente não se repara o mal feito, mas consegue-se evitar que “a glorificação da violência nos brutalize”.
    Ignorar esta reacção da opinião pública e do próprio estado israelita leva a uma avaliação distorcida da violência que se denuncia.
    Veja-se este editorial no Jerusalem Post:
    http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1215331046934&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull
    veja-se a reacção do ministro da defesa israelita a condenar o caso, veja-se a cobertura noticiosa israelita sobre o assunto.

  14. Seria fabuloso termos 500.000 palestinianos a viver aqui. Que paz social, que progresso e arejamento de mentalidades…

  15. http//www.judeusdospaisesarabes.com.br/index.htm

  16. http://www.infolive.tv/es/infolive.tv-3119-israelnews-el-conflicto-y-la-manipulacion-de-los-medios
    Como sei da imparcialidade deste blog, envio de novo ó link porque supoño que o mandei mal, xa que nono vexo publicado.

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