Vem ou não vem, eis a questão?

Desde o Blitz ao Vitor Dias, todos garantem que Nneka vai estar no Sudoeste. Só a porcaria do programa oficial não confirma. Alguém sabe?

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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9 Responses to Vem ou não vem, eis a questão?

  1. Luis Rainha diz:

    A página dela no MySpace confirma a data de 8 de Agosto.

  2. is a bel diz:

    A produtora do festival, musica no coração, confirma. Dia 8.

  3. jc diz:

    é mais que bem feito. quem manda apoiar um festival de verão que até já tem barraquinha do mcdonalds lá dentro?
    é como estar a assistir a concertos no ecrã gigante da praça da alimentação do colombo.

  4. Thanks,
    Ontem, não confirmava.

  5. Ricardo Santos Pinto diz:

    Os Souls of Fire – reggae de intervenção – vão estar presentes. Por isso, o que interessa essa tal de neca?

  6. Model500 diz:

    “QUE QUESTIONE o valor de um homem sem coração, aceita-se. Mas que queira saber para que serve uma canção sem melodia, já dá que pensar. Sobretudo porque não são poucos os sinais de uma estratégia de insinuação de No Longer at Ease na nova realidade erguida por M.I.A. E talvez esta voz da Nigéria não esteja, de facto, lá muito à vontade no território no qual resolveu meter-se. Não que a vocação analítica do «grande público» no capítulo da coerência conceptual chegue a tal grau de pormenor. E também seria exercício de rigor no limiar da crueldade apoucar um disco que cultiva demasiadas perspectivas da pop para que se diga que a melodia não lhe faz falta. Mas Nneka terá pela frente um problema que define uma limitação (senão, mesmo, uma contradição) na sua inserção numa estética contemporânea da qual não anda arredada a ideia de combate: a exclusão da possibilidade de uma música sem presença forte (ou, sequer, fraca) da melodia não encaixa num «design» que faz da inclusão – em concreto, de drum’n’bass, hip-hop, dub e «tribalismo tecnológico» – a sua regra de ouro. O que assume maior peso do que seria de supor, já que faz pairar sobre uma aceitável autora uma nuvem de calculismo. E – com menos substância – tanto teria bastado para reduzir tudo a um passe de cosmética. Mesmo quando revela engenho para a abertura de horizontes. “

  7. jorge c. diz:

    Nuno, venha antes ver Pistols a Coura traga a sua malta e andamos todos à porrada.
    (a tipa é extraordinária, tenho ouvido o disco – o último – insistentemente. só de pensar que a descobri num daqueles programas merdosos da sic, que vergonha!)

  8. vitor dias diz:

    Só porque o meu nome foi citado, informo que colhi a informação, na secção «agenda» ou «próximas actuações» no sítio oficial da artista. E fiz confiança.

  9. Jorge C,
    Não ando à porrada há montes de tempo. O que é uma pena: era muito mais feliz quando sentava um tipo com uma cabeçada. Esta incapacidade de me contentar com pequenos prazeres da vida deve ser da velhice.

    Model500,
    Fiquei confuso. Gosto dos dois discos da Nneka e não consigo teorizar sobre isso. Defeito meu certamente, costumo comer os cereais sem necessidade de ler a bula do pacote, sem desprimor para os críticos que me explicam “o ombro do cão em Brel”

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