Libertem-nos, por favor!

Desenho de Jorge Mateus

Ao que parece, o governo regional da Madeira acha-se vítima de «limitações constitucionais a que está colonialmente sujeito». Isto, claro, na esteira do “pensamento” do boss Alberto João (atenção, que aquilo do «quem se desprestigia e cobre de ridículo e asco, são esses palhaços e os seus mentores» não é acerca do tal governo ilhéu).
Parece-me completamente anacrónico que Portugal mantenha, neste dealbar do século XXI, todo um arquipélago sujeito ao jugo opressor do colonialismo. Urge acabar com esta brutalidade sem nome.
Vamos dar-lhes a merecida independência. Por favor. Deixem-nos a barafustar contra quem quiserem, nos braços do seu soba de eleição. Que encontrem novas fontes de rendimentos, talvez pedido fundos e benesses à OEA, para prosseguirem na senda do progresso, agora livres da tirania “cubana”.
Saudemos, camaradas e amigos, o iminente nascimento de mais uma nação africana: a República Popular da Madeira!

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