Hoje corto uma fita

Passou-se o mês de Maio, os 40 anos do Maio de 68, e não referi a alergia que me causam slogans como “sejamos realistas, peçamos o impossível” e, sobretudo, “a imaginação ao poder”. Imaginação ao poder para quê? Sem abdicar das convicções e das ideias, em política é preferível o realismo e o bom senso. Já é sabido, desde Lenine a José Sócrates, passando por Hillary Clinton e, espero, por Barack Obama. 40 anos depois do Maio de 68, espero que a esquerda (francesa e não só) se livre da “tralha imaginosa”. Abordo esta questão, num contexto governativo e futebolístico português, num texto que escrevi para o Corta Fitas, através de um simpático convite do Pedro Correia (a quem aqui agradeço). Convido-vos agora a irem lê-lo.

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