Marta e as bombas

Leio numa revista cor-de-rosa que a nossa Marta Rebelo sabe bem o que faria se fosse dona de uma bomba de gasolina perto da fronteira com Espanha: “Competia com o preço dos combustíveis espanhóis de forma diferente do que os revendedores nacionais estão a escolher”.
Dado o interesse angustiante da questão, imploro à Marta que partilhe aqui a sua receita salvífica. Seguir o exemplo dos pregadores americanos que já rezam por preços reduzidos? Promoções com viagens à Bobadela? Ofertas votivas a Krishna? Ou algo muito mais radical e inesperado?
Seja como for, fica explicada a sua prolongada ausência aqui do botequim: resolver estas questões energéticas deve deixar pouco tempo de sobra…

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