O tonto do costume…

…agita o pseudo-argumento que já é “do costume”.
Eu sei que dar atenção ao Alberto Gonçalves é como levar um inimputável a tribunal: nada se ganha em ouvir atentamente os néscios. Mas, não vá o argumento passar de lugar-comum apatetado mas muitas vezes repetido a verdade incontestada, aqui fica, mais uma vez, o recado: não, a abertura a novos tipos de pavilhão na Feira do Livro não representa “o espectáculo que o capitalismo oferece. E que mais uma vez saiu vencedor”. Tal ideia só poderia mesmo vir de uma cabeça de pinhão capaz de imaginar todos os editores como imbecis sem horizontes (já andam por aí muitas cabecitas com bossas similares). Não: já muitos editores tinham tentado modificar o figurino dos seus pavilhões. Sem grande sucesso. Daí que talvez não seja o “capitalismo” que agora sobe ufano o Parque. Mas sim o nepotismo.

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