Hillary last horror speech

“Keith Olbermann’s special comment to Hillary Clinton for bringing the idea of assassination into the campaign.” – Dave Winer
[audio:http://5dias.net/wp-content/uploads/2008/05/olbermannspecialcomment.mp3]

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7 Responses to Hillary last horror speech

  1. A senhora está passada: vendia a família toda para ser nomeada.

  2. Lutz diz:

    De vómitos! O discurso de Obermann e ainda mais o seu tom de falsa indignação são um exemplo acabado do pior que há na política americana, e não só na política, na sociedade. Hipocrisia, e a disposição de se agarrar a uns soundbytes em detrimento de uma argumentação séria. Só posso repetir: de vómitos.

    Notem: Não gosto especialmente de Hillary, e desde começou a campanha, cheguei a gostá-la cada vez menos, nomeadamente por um defeito semelhante ao de Obermann: o seu tom soa-me a falso. Também acho a referência do assassinato infeliz, mas só infeliz.

  3. MJ Valente diz:

    @Lutz (mas não só)

    A primeira vez que ouvi (e vi) o Olbermann também tive uma reacção semelhante: “livra, que este é do pior que os EUA têm como comentadores”. (Refiro-me, claro, ao tom inflamatório dos seus comentários.) Contudo, após fazer alguma pesquisa sobre o dito e ouvi-lo mais umas vezes mudei a minha opinião.

    Sim, ainda me custa levar a sério um comentador que fala assim, mas é que é dos poucos que tem a coragem de dizer a verdade ao povo americano. Não gosto do estilo, mas gosto da mensagem. Antes isso que o contrário, não é?

    E já agora, merece a pena ouvi-lo no comentário “Mr. President: This War Is Not About You…Shut The Hell Up!”

    http://www.huffingtonpost.com/2008/05/14/olbermann-to-bush-this-wa_n_101831.html

    Nota: Para mim, esta campanha tem sido desastrosa para a opinião que eu tinha da Hillary. Não por este comentário que, seja apenas infeliz ou não, foi um verdadeiro tiro no pé; mas muito mais pelo tom geral da campanha e pela forma como se deixou envolver no tom racista de alguns dos seus apoiantes (e que ela nunca verdadeiramente negou). Pior, fiquei com a triste imagem de que ela será capaz de tudo para ser eleita. Lamento-o pela oportunidade perdida de ter uma mulher a comandar os EUA e talvez capaz de implementar aquele que é o mais ambicioso programa de saúde da história dos Estados Unidos. De certo modo, julgo que a Hillary caiu do pecado da soberba e dele não foi capaz de sair senão tarde e desesperadamente.

  4. De facto, esse comentário sobre Bush é um tiro bem no centro do alvo.

  5. jj.amarante diz:

    Foi uma afirmação infeliz por ter um largo potencial para ser mal interpretada nas suas conotações mas tem efectivamente uma interpretação simples: toda a gente (presumo que os americanos, eu não me lembrava) se lembra que o concorrente a candiadto presidencial Robert Kennedy foi assassinado em Junho. Isso demonstra que não é a primeira vez que as primárias entram por Junho a dentro.

  6. Nuno diz:

    O discurso deste senhor Olbermann é um exemplo de irracionalidade e de falta de bom senso; um discurso ideologicamente formatado e cheio de ódio. Não percebo a quem pode interessar este tipo de jornalismo (talvez a este blogue e a alguns dos seus leitores).

  7. SM diz:

    O nível de misoginia e sexismo nas primárias dos EUA é inacreditável. Quem quiser ver alguns exemplos, os quais surgem não só dos média, como de Barack Obama e dos seus apoiantes basta ir ver os posts do Hillary Sexist Watch que já vão no nº103 em http://shakespearessister.blogspot.com. Ou ler o artigo de Marie Cocco no Washington Post “Misogyny I won’t Miss”. E não deixar de ler http://www.ericacbarnett.com/2008/05/women_in_politics_the_same_as.htm
    Quanto a Olbermann, ele é um bom exemplo dessa misoginia. Foi ele que recentemente defendeu no seu programa que Hillary deveria ser levada por um superdelegado para um quarto e apenas ele deveria sair do mesmo quarto. Sobre este assunto ler: http://anglachelg.blogspot.com/2008/04/olberman-calls-for-clintons-murder.html

    Quanto ao racismo referido acima como vindo de Clinton, o que não corresponde à verdade, seria bom ler o artigo de Sean Wilentz “Race Man” publicado no The New Republic sobre o uso de falsas acusações de racismo por parte de Obama durante a campanha.

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