A ponte é uma passagem… para que margem?

Cá estou eu de volta. Para alegria, neutralidade ou descontentamento dos nossos leitores. E tentando evitar a pena capital a que os meu caríssimos co-bloggers já me terão sentenciado.
Volto numa semana amornada pelo feriado e subida de temperatura. Numa semana em que só Manuela Ferreira Leite – com a decisão mais difícil da sua vida e a lucidez de entender que daqui a pouco mais ninguém leva o PSD a sério – e Pacheco Pereira – com o seu instantâneo do lançamento da candidatura, para o espaço fotográfico do seu Abrupto – fazem manchetes e prendem (alguma) atenção.
Na ressaca de um acutilante discurso presidencial celebrativo de Abril, o país perde-se numa enorme ponte, que acalma o trânsito, as ruas e as horas. Calculo que não acalme Belém… Será possível edificar uma ponte que ligue a coisa pública à juventude (tão) privada?

Sobre Marta Rebelo

QUINTA | Marta Rebelo
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