De Coimbra para o Mundo (Homenagem singela à velha mas sempre jovem Universidade)

Lira Moderna (extracto)

Eu creio no progresso indefinido.
O movimento histórico não cessa!
Das nuvens, que o traziam envolvido,
Ainda agora a despontar começa

O astro-rei, em torno do qual gravita
Todo o sistema das humanas ciências,
O fecho dessa abóbada infinita,
A luz destas sombrias consciências!

Sim! a sociologia, em seu percurso,
Que os evos do porvir verão passar,
Há-de mudar inteiramente o curso
Dos nossos velhos modos de pensar!

De Manuel Duarte de Almeida, em “A Evolução”, n.º 3, Coimbra, Dezembro de 1876

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

6 Responses to De Coimbra para o Mundo (Homenagem singela à velha mas sempre jovem Universidade)

Os comentários estão fechados.