Fidel de Castro invade Nova Iorque

A associação de construtores insurgiu-se contra o acordo entre BE e PS na Câmara de Lisboa, na parte que prevê a venda de habitações a custos controlados. Junto ao seu barco de recreio, um bronzeado dirigente dos construtores garantiu que Portugal não é Havana. A peça foi um autêntico tempo de antena: em nenhuma parte se falou com os proponentes da proposta. Foi pena, o conveniente jornalista, o dinâmico representante dos construtores e os espectadores em geral poderiam ter ficado a saber que a medida existe em grande parte do mundo Ocidental: Barcelona, Paris, Nova Iorque e muito mais cidades. Tudo regiões dominadas por Fidel Castro, claro. Pobres construtores vitimas de uma conspiração do comunismo internacional. Espero que o ilustre representante dos construtores tenha conseguido atravessar o oceano e chegar a Marrocos, fugindo assim da ditadura vermelha. Graças a Deus e sobretudo a Alá no reino ainda se prendiam, num passado recente, os comunistas. Boa sorte, combatente da liberdade!

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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