Royal Nuts

Se calhar a filha do Cavaco não é melhor, mas a gente não vai ter de gramá-la, enquanto os noruegueses…

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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15 respostas a Royal Nuts

  1. Anónimo diz:

    Estou com uma pena dos noruegueses…
    Dizem-me que morrem pelo desejo de elegerem de anos a anos um presidente da república. Coitados, é para ver se vivem um bocadinho melhor, como nós, por exemplo, que somos um povo evoluído, uma república. Ah, e claro, com mais liberdade – exceptuados os insultos ao Sr. Primeiro-Ministro

  2. Já vem tarde. Pensam eles, esses povos lá do norte, que descobrem a pólvora. Nós temos a Alexandra Solnado, que já fala com Deus. Os anjos… Principiantes!

  3. António Figueira diz:

    Ó Anónimo (não pode ser Zé ou Maria?):
    Se V. acha que há uma relação de causa e efeito entre a eleição do chefe do Estado e “viver um bocadinho melhor”, onde é que encaixa o rei da Suazilândia? (só para saber).
    Cumps., AF

  4. anonimo diz:

    Já agora onde encaixa o Eduardo dos Santos?

  5. António Figueira diz:

    Na hipótese de a pergunta precedente me ser dirigida, a resposta é: o que é que o c… tem que ver com as calças?

  6. Anónimo (Zé) diz:

    O que não existe é uma relação causa efeito entre república e viver melhor ou não ter que aturar tontos. Quanto ao facto de lá haver uma familia real que se mantém e aqui haver um presidente da república e “primeira dama(!!!!) e fedelhos presidenciais” que macaqueiam as familia reais, não significa que nos vejamos livres deles depois dos mandatos.

  7. Anónimo (Zé) diz:

    Desculpe, mas vai em em jeito de P.S. : A Suazilândia? Não deve demorar muito a ultrapassar-nos. Creio que em termos de resultados escolares em matemática deve estar folgadamente à nossa frente (Estudo PISA).
    O que tem isto a ver com a escola republicana e o facto de sermos uma república? Nada, nada… não se flagele, afinal pode ser tudo uma questão de escolha de agências de casting.

  8. António Figueira diz:

    Zé:
    Isto poderá ser uma choldra, concedo, mas tanto será uma choldra coroada como de barrete frígio – aliás, a única vantagem do barrete frígio é permitirmo-nos ser uma choldra sem termos de aturar a coroa. V. conhece a história pátria ao tempo da monarquia? A coisa enche-o de orgulho? Seja sensato; antes o Cavaco que um Bragança!

  9. Anónimo (Zé) diz:

    Prefiro os Braganças, músicos, tradutores de Shakespeare, pintores, generais, cientistas, estadistas (e sua Mulheres e maridos – sim, D. Fernando II), educados desde o berço a aturarem-nos, do que os venerandos chefes de estado.
    Como está calor e estamos na scilly season não fique esta “discussão” como exemplo dela – por nao emas caixas de comentários o melhor meio para a travar.
    Ah, não creio que sejamos uma corja. Pensar isso é um facilitismo que não me concedo.

  10. Sérgio diz:

    O que sai mais barato? Uma Républica ou uma Monarquia?

  11. Anónimo (Zé) diz:

    Não sei se chegou aí uma resposta minha ao seu comentário. Dizia nela que preferiria sempre um Bragança, músico, tradutor de Shakespeare, pintor, militares, cientista, estadista (e suas Mulheres e Maridos – sim, D. Fernando II) a qualquer venerando chefe de estado e apêndices conjungais.
    Mais dizia que travar esta discussão numa caixa de comentários será condená-la a seguir a triste sorte dos assuntos da scilly season em que estamos. Por isso, apelo eu, por meu turno, à sua sensatez, e peço-lhe que deixe lá o barreto frígio dos genocídios do Terror republicano francês e tome um refresco – uma orchata eciana – em honra do maior perído de paz e liberdade e desenvolvimento em Portugal e que ocorreu durante o constitucionalismo monárquico (2ª metade do séc. XIX) onde se disse dos pobre Monarcas o que hoje, dito de qualquer sócrates, levaria o seu autor ao banco dos réus.
    Ah, não considero que sejamos uma corja. É um facilitismo que não me concedo.

  12. dinis diz:

    Abaixo,o rei parolo!Oh!Isabelinhaaaa.Isaaabelinhaaa

  13. António Figueira diz:

    O mais inquietante, e ao mesmo tempo mais sintomático, é ela dizer que foram as experiências com cavalos que a prepararam para as experiências com anjos, eu acho.

  14. Lololinhazinha diz:

    Livra! dez vivas à república!
    pelo menos não temos que os aturar para sempre. A eles, aos filhos, aos conjuges e aos primos.

  15. ana diz:

    É no que dão casamentos consanguíneos. Tudo para manter a pureza da casta real…malucos mas de sangue azul.

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