Senhoras e senhores à Praça de Espanha. Reininho, Guillul e companhia contra o auto-rádio e o Kuduro em cd-pirata.
Banda Tiago Guillul: Acordeão – Guel Sousa; Guitarra – Filipe Sousa; Bateria – Gonçalo Almeida; Violino – Miriam Macaia; Guitarra – Samuel Úria
Quando chegou ao Ministério da Cultura, foi aclamado internacionalmente como o sucessor de Nana Mouskouri. Mas não deixou de fazer exigências: queria ter tempo para continuar a fazer as suas digressões e dar os seus espectáculos mundo fora. Pior: não queria “perder dinheiro” por ser ministro. Era essa a justificação oficial.
Lula mesmo assim aceitou, e o Brasil passou então a ter o “ministro cantor”.
Eu não estou em condições de julgar o seu trabalho enquanto ministro, e nem é esse o meu objectivo neste texto. É claro que era engraçado e original o Brasil ter um ministro que de dia tinha reuniões políticas e à noite actuava em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, ou em Paris, na Praça da Bastilha. Mas também era agradável para o cantor em questão ser reconhecido como “o ministro”, e seguramente tal não o tornou menos famoso. Nem as iniciativas dentro e fora do Brasil por si patrocinadas. Posso testemunhar as iniciativas associadas ao “ano do Brasil em França “ (2005): o seu nome aparecia em maiúsculas, sempre em lugar de destaque (e sem nenhuma comunicação ou outro motivo que o justificasse). Não bastava a referência às entidades em abstracto (neste caso o Ministério da Cultura): nunca faltava o “Ministro da Cultura – Gilberto Gil”. Ler o resto »
Zeca Medeiros em… “Torna Viagem” em concerto no OndaJazz, em 5 de Outubro de 2007
com Paulo Borges (piano) e Gil Alves (percurssões, flauta e Glockenspiel)
e convidados especiais: Mariana Abrunheiro e João Domingos
Para quem estiver interessado em comprar o último disco do Zeca, ele pode ser encontrado nesta loja online (não tenho comissão, mas sou amigo do Zeca).