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	<title>cinco dias &#187; irão</title>
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		<title>Não há evidências de programa Iraniana para bomba nuclear</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 22:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Levy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imperialismo & Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Armas Nucleares]]></category>
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		<description><![CDATA[Um artigo publicado hoje no New York Times revela que há consenso entre as 16 agências de inteligência Estadunidenses de que o Irão não tem um programa para construir bomba nuclear. Não há dúvidas entre estas agências e as Europeias e Israelitas de que o Irão está a enriquecer urânio. Mas o próprio Irão não o nega. Afirma claramente que a energia nuclear é central para a sua política energética. O que tem negado é ter intenção de prosseguir um programa de produção de armas nucleares. Um relatório de 2007 das agências Estadunidenses, confirmado pela Estimativa de Inteligência Nacional de 2010, concluiu que em 2003 o Irão abandonou quaisquer planos de produção de armas nucleares.  A CIA e outras agências consideram que o Irão ainda poderá decidir enveredar por um programa de armamento nuclear e alguns analistas consideram que o Irão tem uma estratégia de ambiguidade, aumentando a sua influência mantendo a dúvida sobre as suas intenções. <a href="http://5dias.net/2012/02/25/nao-ha-evidencias-de-programa-iraniana-para-bomba-nuclear/">Ler o resto<span class="meta-nav">_</span></a> <a href="http://5dias.net/2012/02/25/nao-ha-evidencias-de-programa-iraniana-para-bomba-nuclear/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo publicado hoje no <a href="http://www.nytimes.com/2012/02/25/world/middleeast/us-agencies-see-no-move-by-iran-to-build-a-bomb.html" target="_blank">New York Times</a> revela que há consenso entre as 16 agências de inteligência Estadunidenses de que o Irão não tem um programa para construir bomba nuclear. Não há dúvidas entre estas agências e as Europeias e Israelitas de que o Irão está a enriquecer urânio. Mas o próprio Irão não o nega. Afirma claramente que a energia nuclear é central para a sua política energética. O que tem negado é ter intenção de prosseguir um programa de produção de armas nucleares. Um relatório de 2007 das agências Estadunidenses, confirmado pela <a href="http://isis-online.org/uploads/conferences/documents/2010_NIE.pdf" target="_blank">Estimativa de Inteligência Nacional de 2010</a>, concluiu que em 2003 o Irão abandonou quaisquer planos de produção de armas nucleares.  A CIA e outras agências consideram que o Irão ainda poderá decidir enveredar por um programa de armamento nuclear e alguns analistas consideram que o Irão tem uma estratégia de ambiguidade, aumentando a sua influência mantendo a dúvida sobre as suas intenções.</p>
<p><span style="line-height: 24px;">A divergência entre as recentes avaliações das agências de inteligência e a produzida em 2005 deve-se em parte a um critério mais exigente na produção dos relatório de inteligência, no seguimento dos rotundos falhanços sobre a existência de Armas de Destruição Massiva no Iraque. Os analistas têm agora que ter acesso à informação bruta e à identidade das fontes, e é-lhes exigida mais informação sobre a lógica conducente às suas conclusões. </span></p>
<p>A Agência Internacional de Energia Atómica indicou recentemente que o Irão acelerou o seu programa de enriquecimento de urânio. Mas esse processo é necessário também para fins civis. O processo de enriquecimento envolve aumentar a proporção do isótopo U-235 face ao isótopo U-238, o elemento principal extraído das jazigas. Um enriquecimento de 5% é suficiente para o funcionamento de uma central nuclear. Uma ogiva nuclear requer um enriquecimento superior a 90%, e em quantidade (pelo menos 15 kg). Nada indica que o Irão tenha capacidade de tal produção, embora já seja capaz de enriquecimento na ordem dos 20%.</p>
<p>A parada é alta. A ambiguidade não é boa companheira. Há que recordar que em 2005, o Ayatollah Khamenei, Líder Supremo do Irão, emitiu um decreto religioso (fatwa) proibindo a produção e uso de armas nucleares. O Irão tem sido consistente nas suas intenções legítimas de possuir um programa de energia nuclear, e tem dado acesso ao AIEA, mas não perde nada com maior transparência. A AIEA tem de ser mais clara nos seus pronunciamentos sobre a real capacidade do Irão produzir a quantidade necessária de Urânio enriquecido e o capacitar numa ogiva. Israel e o ocidente manda achas na fogueira com a sua espionagem flagrante (recorde-se o avião não pilotado dos EUA que o Irão recuperou), o assassinato de v<span style="line-height: 24px;">ários cientistas nucleares Iranianos, e </span>Israel – único país que possui armas nucleares na região, embora não declaradas –tem ameaçado realizar ataques preventivos na primavera.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
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		<title>O novo pacto de Varsóvia?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/10/14/o-novo-pacto-de-varsovia/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 10:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a visita ao Líbano, Ahmadinejad deixou israelitas e norte-americanos à beira de um ataque de nervos e não foi só por ter sido recebido em êxtase pela população. Entre afazeres diplomáticos, onde se destaca o encontro com o primeiro-ministro &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/10/14/o-novo-pacto-de-varsovia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-48625    aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/10/ahmadbasharnasrallah-220x300.jpg" alt="" width="220" height="300" /></p>
<p><a href="http://www.publico.pt/Mundo/ahamdinejad-acolhido-em-beirute-com-arroz-e-flores-e-multidao-em-jubilo_1460735" target="_blank">Com a visita ao Líbano, Ahmadinejad deixou israelitas e norte-americanos à beira de um ataque de nervos e não foi só por ter sido recebido em êxtase pela população.</a> Entre afazeres diplomáticos, onde se destaca o encontro com o primeiro-ministro pró-americano Saad Hariri, Ahmadinejad aposta no reforço a aliança que une Teerão, Damasco e Beirute (com o Hezbollah, seu governo de facto) que tem valido a qualquer um destes países o adiamento de uma intervenção militar de Israel e dos EUA. O mal amado presidente iraniano estará a poucos metros da fronteira  de Israel, a mesma onde dentro de poucos messes eclodirá novo conflito  militar, e deixa claro que do lado de lá do muro ninguém vai ficar a ver as tropas da aliança fazer nestes países o que tem feito no Afeganistão e no Iraque. À margem da diplomacia, houve ainda tempo para abrir mais as vias que têm armado a fronteira, pelo que importa esperar para saber que novos &#8220;brinquedos&#8221; ficaram estacionados em Tyr. Terá sido desta que chegaram os mísseis terra-terra com capacidade de arrasar qualquer cidade em Israel? Quantos mais terra-ar chegaram para emboscar a aviação? Serão estes os verdadeiros motivos da ansiedade?</p>]]></content:encoded>
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		<title>Hoje e no próximo domingo, às 12h, no Visão Global da Antena 1</title>
		<link>http://5dias.net/2010/09/12/hoje-e-no-proximo-domingo-as-12h-no-visao-global-da-antena-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 01:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
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		<description><![CDATA[Com edição de Ricardo Alexandre, o Visão Global de hoje e da próxima semana vai ser dedicado ao Médio-Oriente. Para além de outras abordagens, poderá ouvir muitos dos sons do que relatei aqui e aqui para o i e para &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/09/12/hoje-e-no-proximo-domingo-as-12h-no-visao-global-da-antena-1/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-large wp-image-46305  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/09/7-520x336.jpg" alt="" width="520" height="336" /></p>
<p>Com edição de Ricardo Alexandre, o Visão Global de hoje e da próxima semana vai ser dedicado ao Médio-Oriente. Para além de outras abordagens, poderá ouvir muitos dos sons do que relatei <a href="http://5dias.net/2010/08/28/entrevista-com-robert-fisk-versao-alargada/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://5dias.net/2010/08/25/beirute-burguesa-boemia-e-armada-versao-em-bruto/" target="_blank">aqui</a> para o i e para a Visão.</p>
<p>Em cima da mesa estarão alguns dos pontos de vista de Robert Fisk sobre os diferentes conflitos que se cruzam de Cabul a Beirute, o aumento da tensão entre o Líbano e Israel, o papel do Irão e dos EUA, a nova frota e as caravanas contra o Bloqueio*, entre outras temáticas determinantes para a compreensão da região.</p>
<p><em>*As três caravanas terrestres partem, já no dia 18, de  Londres, Casablanca e Doha e </em><em>a próxima &#8220;Flotilha da Liberdade&#8221; deve estar no mar  por estes  dias e </em><em>rumo </em><em>à fronteira de Rafah</em><em> e às praias proibidas de Gaza.<br />
</em></p>
<h3><em><a href="http://www.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=1" target="_blank">[Ouvir emissão em directo]</a></em></h3>]]></content:encoded>
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		<title>Porque vivem melhor os judeus de Teerão do que os palestinianos de Gaza? Porque rezam melhor os judeus de Beirute do que os muçulmanos de NYC?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/09/01/porque-vivem-melhor-os-judeus-de-teerao-do-que-os-palestinianos-de-gaza-porque-rezam-melhor-os-judeus-de-beirute-do-que-os-muculmanos-de-nyc/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 23:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teerão e Gaza Beirute e Nova Iorque Enquanto a direita radical norte-americana protesta contra a construção de uma mesquita em Nova Iorque, o governo libanês (o tal com quatro ministros do Hezbollah) aplica fundos na reconstrução de uma sinagoga. No &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/09/01/porque-vivem-melhor-os-judeus-de-teerao-do-que-os-palestinianos-de-gaza-porque-rezam-melhor-os-judeus-de-beirute-do-que-os-muculmanos-de-nyc/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-45538" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/09/foto_judeus_ira.jpg" alt="" width="250" height="200" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-45539" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/09/gaza-mosque-destroyed-300x189.jpg" alt="" width="250" height="200" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Teerão e Gaza</em></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-medium wp-image-45540  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/09/6a00d8341c630a53ef0120a4c57878970b-500pi-300x199.jpg" alt="" width="250" height="200" /><img class="size-medium wp-image-45541  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/09/stop_the_mosque_ground_zero_1-300x210.jpg" alt="" width="250" height="200" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Beirute </em><em>e </em><em>Nova Iorque<br />
</em></p>
<p><strong>Enquanto a direita radical norte-americana protesta contra a construção de uma mesquita em Nova Iorque, o governo libanês (o tal com quatro ministros do Hezbollah) aplica fundos na reconstrução de uma sinagoga.</strong></p>
<p><strong>No mesmo sentido,<a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank"> Mike Whitney</a> explica porque vivem melhor os judeus no Irão do que os palestinianos na Palestina:</strong></p>
<p><span id="more-45537"></span></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">25,000  Jews live in Iran. It&#8217;s the largest Jewish population in the Middle  East outside of Israel. Iranian Jews are not persecuted or abused by the  state, in fact, they are protected under Iran&#8217;s constitution. They are  free to practice their religion and to vote in elections. They are not  stopped and searched at checkpoints, they are not brutalized by an  occupying army, and they are not herded into a densely-populated penal  colony (Gaza) where they are deprived of the basic means of survival.   Iranian Jews live in dignity and enjoy the benefits of citizenship.</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">Iranian president Mahmoud Ahmadinejad is demonized  in the western media. He is called an anti-Semite and the &#8220;new Hitler&#8221;.  But if those claims are true, then why did the majority of Iran&#8217;s Jews  vote for Ahmadinejad in recent presidential elections? Could it be that  most of what we know about Ahmadinejad is just baseless rumor and  propaganda?</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">This excerpt appeared in an article by the BBC:</a></p>
<blockquote><p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">&#8220;(Ahmadinejad&#8217;s) office recently donated money  for Tehran&#8217;s Jewish hospital. It is one of only four Jewish charity  hospitals worldwide and is funded with money from the Jewish diaspora &#8211;  something remarkable in Iran where even local aid organizations have  difficulty receiving funds from abroad for fear of being accused of  being foreign agents.&#8221;</a></p></blockquote>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">When did Hitler ever donate money to Jewish  hospitals?  The Hitler analogy is a desperate attempt to brainwash  Americans. It tells us nothing about what Ahmadinejad is really like.</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">The lies about Ahmadinejad are no different than  the lies about Saddam Hussein or Hugo Chavez. The US and Israel are  trying to create the justification for another war. That&#8217;s why the media  credits Ahmadinejad with saying things that he never really said.   He  never said that he wanted to &#8220;wipe Israel off the map&#8221;. That&#8217;s another  fiction. Author Jonathan Cook explains what the Iranian president really  said:</a></p>
<blockquote><p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">&#8220;This myth has been  endlessly recycled since a translating error was made of a speech  Ahmadinejad delivered nearly two years ago. Farsi experts have verified  that the Iranian president, far from threatening to destroy Israel, was  quoting from an earlier speech by the late Ayatollah Khomeini in which  he reassured supporters of the Palestinians that &#8220;the Zionist regime in  Jerusalem&#8221; would &#8220;vanish from the page of time.&#8221;</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">He was not threatening to exterminate Jews or  even Israel. He was comparing Israel&#8217;s occupation of the Palestinians  with other illegitimate systems of rule whose time had passed, including  the Shahs who once ruled Iran, apartheid South Africa and the Soviet  empire. Nonetheless, this erroneous translation has survived and  prospered because Israel and its supporters have exploited it for their  own crude propaganda purposes.&#8221; (&#8220;Israel&#8217;s Jewish problem in Tehran&#8221;,  Jonathan Cook, The Electronic Intifada)</a></p></blockquote>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">Ahmadinejad poses no threat to Israel or the United  States. Like everyone else in the Middle East, he just wants a breather  from US and Israeli aggression.</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">This is from Wikipedia:</a></p>
<blockquote><p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">&#8220;The U.S. State Department has made claims of  discrimination in Iran against Jews. According to its study, Jews may  not occupy senior positions in government and are prevented from serving  in the judiciary and security services and from becoming public school  heads. The study says that Jewish citizens are permitted to obtain  passports and to travel outside the country, but they often are denied  the multiple-exit permits normally issued to other citizens. Allegations  made by the U.S. State Department have been condemned by Iranian Jews.  The Association of Tehrani Jews said in a statement, &#8220;We Iranian Jews  condemn claims of the US State Department on Iranian religious  minorities, announced that we are fully free to perform our religious  duties and we feel no restriction on performing our religious rituals.&#8221;</a></p></blockquote>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">Who should we believe; the Jews who actually live Iran or the troublemaking US State Department?</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">There are 6 kosher butcher shops, 11 synagogues  and numerous Hebrew schools in Tehran. Neither Ahmadinejad nor any other  Iranian government official has made any attempt to close any these  facilities down. Never. Iranian Jews are free to travel (or move) to  Israel if they chose. They are not imprisoned by an occupying army. They  are not deprived of food and medicine. Their children do not grow up  with mental disorders brought on by the trauma of sporadic violence.  Their families are not blown up by gunships lobbing rounds on the  beaches. Their supporters are not crushed by bulldozers or shot in the  head with rubber bullets. They are not gassed and beaten when they  peacefully demonstrate for their civil liberties. Their leaders are not  hunted down and killed in targeted assassinations.</a></p>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">Roger Cohen wrote a very thoughtful essay on the topic for the New York Times.  He said:</a></p>
<blockquote><p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">&#8220;Perhaps I have a bias  toward facts over words, but I say the reality of Iranian civility  toward Jews tells us more about Iran — its sophistication and culture —  than all the inflammatory rhetoric.  That may be because I’m a Jew and  have seldom been treated with such consistent warmth as in Iran. Or  perhaps I was impressed that the fury over Gaza, trumpeted on posters  and Iranian TV, never spilled over into insults or violence toward Jews.  Or perhaps it’s because I’m convinced the “Mad Mullah” caricature of  Iran and likening of any compromise with it to Munich 1938 — a position  popular in some American Jewish circles — is misleading and dangerous.&#8221;  (&#8220;What Iran&#8217;s Jews Say&#8221;, Roger Cohen, New York Times)</a></p></blockquote>
<p><a href="http://www.counterpunch.org/whitney08182010.html" target="_blank">Things aren&#8217;t perfect for Jews living in Iran, but they&#8217;re better than they are for Palestinians living in Gaza. Much better.</a></p>
<p><strong>Mike Whitney</strong> lives in Washington state. He can be reached at <a href="mailto:&#x66;&#x65;&#x72;&#x67;&#x69;&#x65;&#x77;&#x68;&#x69;&#x74;&#x6e;&#x65;&#x79;&#x40;&#x6d;&#x73;&#x6e;&#x2e;&#x63;&#x6f;&#x6d;"><span class="oe_textdirection">&#x6d;&#x6f;&#x63;&#x2e;&#x6e;&#x73;&#x6d;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x79;&#x65;&#x6e;&#x74;&#x69;&#x68;&#x77;&#x65;&#x69;&#x67;&#x72;&#x65;&#x66;</span></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eu pago Fernanda, prometo. 100 USD ou 100 NIS, como preferir. Mas primeiro responda o que ainda ninguém disse: quem fez a gentileza de vos pagar o frete?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/29/eu-pago-fernanda-prometo-100-usd-ou-100-nis-como-preferir-mas-primeiro-responda-o-que-ainda-ninguem-disse-quem-fez-a-gentileza-de-vos-pagar-o-frete/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/08/29/eu-pago-fernanda-prometo-100-usd-ou-100-nis-como-preferir-mas-primeiro-responda-o-que-ainda-ninguem-disse-quem-fez-a-gentileza-de-vos-pagar-o-frete/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 04:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Versão americana e melhorada. Não se exalta, não perde as estribeiras, é muito mais à esquerda e explica tudo com ternura, sem recorrer à censura típica dos regimes&#8230; Esses. Os que fazem mal às pessoas. Os maus portanto. Como bem &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/29/eu-pago-fernanda-prometo-100-usd-ou-100-nis-como-preferir-mas-primeiro-responda-o-que-ainda-ninguem-disse-quem-fez-a-gentileza-de-vos-pagar-o-frete/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/08/29/eu-pago-fernanda-prometo-100-usd-ou-100-nis-como-preferir-mas-primeiro-responda-o-que-ainda-ninguem-disse-quem-fez-a-gentileza-de-vos-pagar-o-frete/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yWPniSShjGM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Versão americana e melhorada. Não se exalta, não perde as estribeiras, é muito mais à esquerda e explica tudo com ternura, sem recorrer à censura típica dos regimes&#8230; Esses. Os que fazem mal às pessoas. Os maus portanto. Como bem lembrou o <a href="http://www.aventar.eu/2010/08/28/pena-de-morte-por-enforcamento-e-injeccao-letal-pode-ser-por-lapidacao-e-que-nao/" target="_blank">Ricardo Santos Pinto</a>.<br />
</strong></p>
<p>Quem se mete com a Fernanda Câncio leva, diziam-me antes de começar a escrever na blogosfera. Duvidei e até fui tentando ler a dita cuja mas as coisas que lhe dão prazer sempre me pareceram alvo de pouca polémica. Seguramente por manifesta falta de capacidade, percebo agora, nunca fui capaz de discutir pasteis de nata, miradouros de hóteis de charme ou saltos altos. E diga-se que até gosto mais ou menos desses vícios, que é sempre aquela dose certa de apetite que nos permite falar bem e mal de quase tudo. Algo me dizia que eram coisas (a senhora prescinde dos temas) para alguém com outra envergadura. Seria difícil ombrear com tamanha largura de vistas. Com o tempo e porque não encontrei outros motivos para frequentar tal tasca, fui deixando o projecto de parte. Note-se que o Vias, mesmo dedicando um terço das suas prosas a duas pessoas fora de moda e tendo como escribas um tal de Tunes e um tal de Serras Pereira, consegue ainda assim ser um pouco, só um pouco, mais aliciante. Com o tempo, e claro, com a acumulação de vitórias esmagadoras contra outros pesos pesados, comecei a pensar que seria fácil vergar a dama de ferro da esquerda democrática, fosse por nocaute técnico ao fim de uma ou duas trocas de mimos, fosse, imagine-se, arriscando o debate. Não poderia estar mais enganado. Em poucos segundos, zás. Arrumou-me. Num só uppercut enviou-me de volta à procedência sem sequer ter direito a réplica. Nada. Nem um arranhão. Nem um afagar mais ríspido de cabelos. Agora, prostrado em agonia, procuro encontrar forças para pedir ao menos misericórdia, uma vez que estou certo que a madame tem noção que não há almoços grátis:<strong> sabe ou não sabe quem pagou a conta do certame?</strong><strong> </strong></p>
<p><em>Em anexo, o golpe da Câncio em câmara lenta. Seco. Sublime. Impiedoso. Mortal. Estou de maneira que me sinto capaz de lhe enviar o tal envelope com cem sheckels ou </em><em>dólares. Tem preferência na morada ou escolho a meu gosto uma das que lhe são conhecidas?</em><strong><br />
</strong></p>
<div><span id="more-45362"></span></div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank">De <em>Renato Teixeira</em> a 28 de Agosto de 2010 às 18:18</a></div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank">Ao menos deu-se ao trabalho  de perceber quem procura cavalgar o seu humanismo? Quem está a pagar  pela psicanálise da sua consciência? Afinal, pelo que leio, é mesmo só  isso que se trata.</a></div>
<div>.</div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank"><strong>&#8220;De <em>f.</em> a 29 de Agosto de 2010 às 02:32</strong></a></div>
<div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank"><strong>parece-m bastante incapaz, d facto, d entender do q isto trata, renato.&#8221;</strong></a></div>
</div>
<div>.</div>
<div><strong>Comentário censurado</strong>: Certo. Insisto no entanto na pergunta, que por certo me ajudará a ultrapassar as incapacidades. Sabe ou não quem pagou a conta? Quem escolheu as cidades? Quem optou por esquecer todos os outros casos e todos os outros países? Sabe? Era uma grande ajuda, devo confessar.</div>
<div>.</div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank"><strong>&#8220;De <em>f.</em> a 29 de Agosto de 2010 às 03:12</strong></a></div>
<div><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2132051.html#comentarios" target="_blank"><strong>infelizmente, renato, eu ia  aprovar o seu segundo comentário, mas tal como sucedeu com isto da  manif, um poder superior e maléfico apoderou-s d mim e zás, apaguei-o.  quando acordei do transe, tinha um envelope com dólares e sheckels  na mão. foi tal qual assim com a manif: estávamos no facebook a discutir  se a paris hilton pôs ou não butox no dedo mindinho quando demos por  nós a falar de marcar uma manif em lisboa. e lá estavam os milhões (de  maçaroca) p pagar o magnífico sistema de som, os milhares de autocarros,  os figurantes, tudo. até deu p pagar a uns chalados na bloga pp s  oporem ao protesto alegando q s tratava d uma cena da cia &#8212; os gajos da  cia e da mossad (sobretudo estes últimos, judeus já s sabe),  espertíssimos, acham q s pagarem a chalados p dizer isso ninguém  acredita, tá a ver?  malta mto à frente&#8221;</strong></a></div>
<div>.</div>]]></content:encoded>
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		<title>Em meu nome não! [actualizado]</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 14:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Largo de Camões, hoje, às 18h* &#8220;Estou fora de Portugal e por esse motivo não estarei presente nesta manifestação contra a iniquidade. Mas quero agradecer às organizadoras e aos organizadores por provarem que neste país ainda há pessoas sensíveis.&#8221; Bispo &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/28/em-meu-nome-nao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img class="aligncenter size-large wp-image-45297" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/jh_pic_071031_WarIran_1-520x352.jpg" alt="" width="520" height="352" /></div>
<div style="text-align: center"><em> Largo de Camões, hoje, às 18h*<br />
</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div style="text-align: center"><em>&#8220;Estou fora de Portugal e por esse motivo não estarei presente nesta  manifestação contra a iniquidade. Mas quero agradecer às organizadoras e  aos organizadores por provarem que neste país ainda há pessoas  sensíveis.&#8221;</em><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2131955.html" target="_blank"></a></div>
<div style="text-align: center"><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2131955.html" target="_blank">Bispo Januário Torgal Ferreira, via f.</a></div>
<div style="text-align: center"><em>&#8220;Por isso, para além de participar na mobilização prevista para o próximo  dia 28 em Lisboa, achei que devia juntar-me às palavras que, um pouco  por todo o mundo, estão a ser recolhidas para salvar Sakineh.&#8221;</em><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2131955.html" target="_blank"></a></div>
<div style="text-align: center"><a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2131955.html" target="_blank">Inês de Medeiros</a></div>
<p><a href="http://5dias.net/2010/08/28/nao-troco-uma-luta-justa-por-uma-manifestacao-contra-o-irao/" target="_blank"><strong>E tu? Não vais provar que em Portugal há pessoas sensíveis? Não vais a terreiro repetir à exaustão o nome de Sakiheh?</strong> <strong>Porque hás-de preferir a inteligência à comoção se ela até vai servir a inteligência dos outros? Porque não alinhas na estratégia de f. e de Inês de Medeiros e melhoras também o estado de espírito da tua consciência?</strong></a></p>
<p><em>*No desenho, troque &#8220;armas de destruição em massa&#8221; por lapidação e no lugar de Bush imagine Obama.</em></p>
<p><strong>[Em posta posterior f. acrescenta:</strong> <em>"aquilo que passa por esquerda mas mais não é que a putrefacção das  ideias mais totalitárias, que acusa milhares, talvez milhões de cidadãos  autónomos e anónimos que não suportam a ideia de execuções arbitrárias  ou simplesmente de execuções tout court de serem 'manobrados' pela cia e  pelo 'sionismo'. gente tão desgraçada, esta, que nada mais vê que  'instrumentalizações' e 'maquinações' naquilo que há de mais espontâneo e  generoso e justo: protestar contra a barbárie.".</em></p>
<p><strong>Com esta adenda, os das ideias putrefactas, ficam convencidos que a manifestação de hoje não é bem uma manifestação nem contra o Irão nem contra a lapidação. Trata-se antes de um divã psicanalítico para que a esquerda, a verdadeira, a madura, a democrática, a autónoma e anónima, possa descarregar a sua generosidade. Não interessa nada. Interessa curar as feridas da nossa compaixão, mesmo que sejam bestas piores a pagar a consulta. Estamos entendidos.]</strong><em><strong><br />
</strong> </em></p>]]></content:encoded>
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		<title>Não troco uma luta justa por uma manifestação contra o Irão</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 01:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ler a Inês de Medeiros ou a f. no Jugular, é reconfortante. É bom saber que andamos a ser bem lidos. O argumento é só um. Ashtiani, Ashtiani, Ashtiani. &#8220;Ao seu lado e não por ela&#8221; dirão outros mais respeitáveis, &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/28/nao-troco-uma-luta-justa-por-uma-manifestacao-contra-o-irao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-45268  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/cartaz-28-Agosto_02-520x3621.jpg" alt="" width="520" height="362" /></p>
<p>Ler a <a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2131020.html" target="_blank">Inês de Medeiros</a> ou a <a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2129644.html" target="_blank">f.</a> no Jugular, é reconfortante. É bom saber que andamos a ser bem lidos. O argumento é só um. Ashtiani, Ashtiani, Ashtiani. &#8220;Ao seu lado e não por ela&#8221; dirão <a href="http://viasfacto.blogspot.com/2010/08/o-irao-nunca-existiu.html" target="_blank">outros mais respeitáveis</a>, mas com semelhante desacerto. A esquerda democrática parece ter encontrado as suas teses de Abril: Sakineh, Sakineh, Sakineh. Esgotados os argumentos no campo da inteligência, sim, porque esta gente toda não deve nada, mas mesmo nada, à inteligência, sobra o campo emocional para garantir que hoje mais dos dez amigos do <a href="http://arrastao.org/irao/e-ja-no-sabado-as-18-horas/" target="_blank">Arrastão</a>, do <a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/2129103.html" target="_blank">Jugular</a> e do <a href="http://www.esquerda.net/artigo/100-cidades-manifestam-se-dia-28-contra-lapida%C3%A7%C3%A3o-no-ir%C3%A3o" target="_blank">Bloco de Esquerda</a> aparecem no Largo de Camões. Desenganem-se. Serão menos do que as pessoas que estarão a beber uma ginginha na tasca da Catarina.</p>
<p>O argumento emocional, ao qual se remeteram repetindo à exaustão Ashtiani, Ashtiani, Ashtiani ou Sakineh, Sakineh, Sakineh, pode até vir a levar bons samaritanos a terreiro mas não serve para ocultar o óbvio: a irresponsabilidade e a falta de razão. De repente perceberam que hoje vão servir de cavalgadura, mas não têm a coragem de enfrentar o espectro da fúria de um qualquer dedo em riste que os venha a acusar de cumplicidade. Tentam convencer-se à exaustão que a repetição do nome de Sakineh Ashtiani os absolve de qualquer acusação, e respondem com o seu dedo na cara de quem tão &#8220;eticamente&#8221; os alertou. Não devem alimentar a menor ilusão.</p>
<p>Daqui a pouco, quem se dirigir ao Camões, estará a ser pior que cúmplice. Quem para  justificar a armadilha em que caiu acaba a ceder à chantagem com sofrimento dos outros, faz por merecer <a href="http://5dias.net/2010/08/27/espero-que-esse-templo-da-etica-do-premio-nobel-da-etica-doliveira-retire-o-post-seguinte-de-s-lavos-tema-a-que-junto-aqui-outros-documentos-e-factos-que-farao-pensar/" target="_blank">outros epítetos mais violentos</a>. A acusação de indulgência ante a República Islâmica do Irão é antes de mais uma auto-crítica de quem em boa hora percebeu que embarcou na campanha montada pelos interesses sionistas e norte-americanos. Estamos todos a tempo de dizer que não trocamos a justa luta contra a lapidação por uma manifestação contra o Irão, que como ficou claro <a href="http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://5dias.net/2010/08/26/continuar-a-perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-e-a-lutar-contra-a-lapidacao-alem-do-irao/" target="_blank">aqui</a>, a única coisa que pode apressar, é a chuva de fósforo branco sobre toda a população iraniana. Não o farão em meu nome.</p>
<p>No rescaldo de um debate que não deixou dúvidas nem sobre as consequências de se omitir a esmagadora maioria dos países e dos casos de lapidação nem sobre as intenções desta campanha, sobra uma pergunta feita por um leitor (Leo) cuja resposta tirará o resto das dúvidas: Quem organizou o certame? Quem escolheu as 100 cidades? Quem está a pagar o banquete?</p>
<p><em>PS: Sérgio Lavos &#8211; Fica-lhe bem <a href="http://arrastao.org/irao/e-ja-no-sabado-as-18-horas/" target="_blank">assumir o erro</a>, ainda que não tire daí qualquer consequência. Fica-lhe mal cavalgar a minha &#8220;ética blogosférica&#8221; (coisa que não sei bem o que quer dizer) para atacar o escriba do 5dias que muitos desdenham mas ninguém fica sem ler. Isso deve querer dizer tudo.</em></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-45270    aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/115_Camões-quiosque_Joshua-Benoliel_1908.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: center">Largo de Camões</p>]]></content:encoded>
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		<title>Não disse quase nada mas disse quase tudo [actualizado]</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Esta manifestação, que se vai realizar em várias cidades à mesma hora, também pode ser uma oportunidade de ouro para muitos dos nossos comentadores geralmente indignados contra o Islão; é altura de passar das palavras aos actos: compareçam!&#8221; No Arrastão. &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/27/e-mais-nao-disse-mas-disse-quase-tudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arrastao.org/irao/e-ja-no-sabado-as-18-horas/" target="_blank">&#8220;Esta manifestação, que se vai realizar em várias cidades à mesma hora,  também <span style="text-decoration: underline"><strong>pode ser uma oportunidade de ouro para muitos dos nossos  comentadores geralmente indignados contra o Islão</strong></span>; é altura de passar  das palavras aos actos: compareçam!&#8221; No Arrastão.</a></p>
<p>O que é que poderíamos esperar de uma manifestação contra o Irão senão um grito de guerra, um chamado à acção dos islamofóbicos?</p>
<p><strong>PS: Sérgio Lavos, autor da posta em causa, escreveu para a caixa de comentários a seguinte consideração e que naturalmente publicamos em &#8220;primeira página&#8221;: </strong></p>
<p><em>&#8220;Caro Renato, lamento que não tenha percebido o tom irónico do meu post  (ironia a sério, não a da outra senhora). A frase que junto ao cartaz é  uma provocação aos comentadores anti-islâmicos do blogue, sempre prontos  a disparar sem armas quando se fala de questões relacionadas com o  Islão. O que eu tenho escrito no blogue nesta área (o ataque à flotilha  para Gaza, a proibição do Niqab em França) comprova isto mesmo. Por  isso, repito, lamento que a ironia não tenha passado. Vou fazer uma  adenda ao post, mas apenas logo à noite, porque onde estou não consigo  aceder ao Arrastão. Espero que tenha ficado esclarecido e que também  faça uma adenda ao seu post, detesto este tipo de confusões – o que está  em causa são os meus princípios neste assunto.&#8221;</em></p>
<p>Registo com alívio tratar-se apenas de uma provocação, uma ironia, e que não era o seu objectivo acicatar os ânimos dos islamofóbicos. Como perceberá ao reler o que escreveu e como manifestamente se percebe do seu comentário, as intenções ficam perdidas num texto que mais não faz do que clarificar a quem serve manifestações com este carácter. Desse ponto de vista, ainda bem que o fez e mesmo que não fosse essa a sua intenção, conseguiu publicar a mais assertiva posta sobre o tema.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Robert Fisk</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Do Afeganistão ao Líbano está montada uma segunda cortina de ferro” &#8220;Eu acho que Obama é uma imitação. Pergunto-me como foi capaz de aceitar o Nobel da Paz…&#8221; &#8220;Quantos mais árabes são assassinados mais se fala em colocar o processo &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/27/entrevista-com-robert-fisk/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-large wp-image-45176  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/Robert-Fisk-12-520x441.jpg" alt="" width="520" height="441" /></p>
<p style="text-align: center"><em>“Do Afeganistão ao Líbano está montada uma segunda cortina de ferro”</em></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Eu acho que Obama é uma imitação. Pergunto-me como foi capaz de aceitar o Nobel da Paz…&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Quantos mais árabes são assassinados mais se fala em colocar o processo de paz nos carris.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Israel passou a vida a invadir o Líbano: em 78, 82, 93, 96 e em 06. Veremos se desta vez não é o Hezbollah a pensar que, para variar, pode ser ele a invadir Israel.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center">&#8220;Aqueles que como eu vivem aqui [Beirute] desejam que tenham [o Hezbollah] mísseis terra-ar, pois ninguém quer morrer bombardeado.&#8221;</p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Se os dinamizadores não forem desistindo, e eu acredito que irão desistir, Israel não terá problemas em afundar os barcos. Eles já são piratas em terra será fácil adaptarem-se ao mar.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Illan Pape e Jonh Pilger são activistas e eu não, mas têm toda a razão quando acusam Israel de levar a cabo uma limpeza étnica.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;Não acredito que algum dia haja um Estado Palestiniano. Metro quadrado por metro quadrado Israel vai anexar toda a Palestina.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.ionline.pt/adjuntos/102/journal/000/205/0000205191.pdf" target="_blank"><strong>Hoje no i</strong> </a>e no fim-de-semana aqui na tasca.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Continuar a perceber o Irão além da lapidação e a lutar contra a lapidação além do Irão</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/26/continuar-a-perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-e-a-lutar-contra-a-lapidacao-alem-do-irao/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/08/26/continuar-a-perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-e-a-lutar-contra-a-lapidacao-alem-do-irao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pegada de elefante &#8211; Parque Nacional da Kissama &#8211; Angola &#8211; África A campanha internacional em marcha contra o Irão, com evidentes propósitos belicistas, está de tal maneira entusiasmada com o rufar dos tambores que já se permite a quase &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/26/continuar-a-perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-e-a-lutar-contra-a-lapidacao-alem-do-irao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-large wp-image-45090  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/pegada-de-elefante-520x346.jpg" alt="" width="520" height="346" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Pegada de elefante</em> &#8211; Parque Nacional da Kissama &#8211; Angola &#8211; África</p>
<p>A campanha internacional em marcha contra o Irão, com evidentes propósitos belicistas, está de tal maneira entusiasmada com o rufar dos tambores que já se permite a quase tudo, em particular se estivermos a falar da lapidação, que como se sabe é uma <a href="http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/" target="_blank">prática medieval, prepotente e criminosa</a>. Alguém por <a href="http://viasfacto.blogspot.com/2010/08/cegueira-selectiva.html" target="_blank">aí</a>, apoiante da <a href="http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/" target="_blank">manifestação que prefere combater o Irão à lapidação,</a> sugere que quem critica o facto de só se falar da prática medieval, prepotente e criminosa no Irão (esquece entre outros a Arábia Saudita &#8211; <a href="http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/" target="_blank">ver cartaz</a>), subscreva uma petição internacional que não omite nenhum dos criminosos. Na ânsia, escrevem assim:<strong><a href="http://europenews.dk/en/node/21142" target="_blank"> &#8220;This  atrocity is legal in many countries. In spite of Human Rights  Charts  proclaimed and signed by States, this sentence is still enforced  for  women in countries like Iran, Afghanistan, Pakistan, Saudi Arabia </a></strong><span style="text-decoration: underline"><strong><a href="http://europenews.dk/en/node/21142" target="_blank">and Africa.&#8221;</a></strong></span></p>
<p>O redundante, <span style="text-decoration: underline"><strong>&#8220;&#8230;e África&#8221;</strong></span>, não foi boa publicidade mas diz tudo sobre a abertura do diafragma desta gente. Estarão a falar da Tunísia ou de Angola? De Marrocos ou da Argélia? Da Namíbia? Do Gana? Porque será que se toma o Sudão, a Somália e a Nigéria por um continente inteiro?</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://5dias.net/2010/08/26/continuar-a-perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-e-a-lutar-contra-a-lapidacao-alem-do-irao/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Perceber o Irão além da lapidação, só um bocadinho. Combater a lapidação além do Irão, também só um bocadinho.</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 04:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Blogues]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>

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		<description><![CDATA[A lapidação é uma prática medieval, prepotente e criminosa e há quem pense que um dia vai acabar por se repetir à exaustão que a lapidação é uma prática medieval, prepotente e criminosa. Sobram poucas alternativas para quem vai por &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/24/perceber-o-irao-alem-da-lapidacao-so-um-bocadinho-combater-a-lapidacao-alem-do-irao-tambem-so-um-bocadinho/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://soundcloud.com/renato-teixeira"></a></span></p>
<p style="text-align: center"><span><img class="size-large wp-image-44977  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/cartaz-28-Agosto_02-520x362.jpg" alt="" width="520" height="362" /></span></p>
<p><span>A lapidação é uma prática medieval, prepotente e criminosa e há quem pense que um dia vai acabar por se repetir à exaustão que a lapidação é uma </span>prática medieval, prepotente e criminosa. Sobram poucas alternativas para quem vai por aí. Sonhar com o regresso do Xá da Pérsia ou com a mão &#8220;libertadora&#8221; da força aérea norte-americana.</p>
<p>Pode contudo caminhar-se de outra maneira. A emancipação das mulheres e dos homens iranianos depende de muitos factores, mas acima de tudo depende da sua determinação. Podemos escrever mil vezes que a lapidação é uma prática medieval, prepotente e criminosa, mas essa repetição, desprovida de pensamento, transforma-se numa espécie de catatonia que por si só não vai salvar ninguém do martírio. Pode ser um bálsamo para os <a href="http://viasfacto.blogspot.com/2010/08/um-apoio-tibio-ao-regime-iraniano.html" target="_blank">samaritanos</a> ou até um ansiolítico para aqueles com <a href="http://oinsurgente.org/2010/08/24/e-agora-fomos-aos-excedentes-da-alemanha-nazi-2/" target="_blank">um sono mais difícil,</a> mas também é algo mais grave do que isso. Malogrado a boa ou a má fé dos seus propagandistas, essa via vai apenas contribuir para que mais cedo que tarde chova fósforo branco no céu de Teerão, impondo à medieval vontade do povo iraniano o primitivismo que se anda a exportar para todo o lado. Se assim não fosse, porque é que todos sabemos o nome de Sakineh Ashtiani e ninguém conhece nenhum dos nomes das vítimas de lapidação na Arábia Saudita? Ou no Sudão? Ou na Nigéria? Porque se esquecem todas essas vítimas nas manifestações que se convocam? É que se é para descer à rua contra a lapidação está muito bem, se é para cair na ratoeira de trocar uma luta tão justa em nome de <a href="http://www.esquerda.net/artigo/100-cidades-manifestam-se-dia-28-contra-lapida%C3%A7%C3%A3o-no-ir%C3%A3o" target="_blank">uma manifestação sectária e anti-Irão</a>, não contem comigo.</p>
<p>Se as lições do Iraque e do Afeganistão ainda não bastam, não obriguem o povo iraniano a explicar-vos tudo outra vez.</p>
<p>De seguida deixo um pequeno contributo para ajudar a combater a ignorância de quem nada percebe do Irão ou dos que sobre ele apenas sabem repetir banalidades.</p>
<h2><span style="text-decoration: underline"><span><a href="http://soundcloud.com/renato-teixeira/estado-do-profeta">O Estado do Profeta</a></span></span></h2>
<p><strong>Reportagem sobre os 30 anos da República Islâmica do Irão <em>(RDP-Antena1)</em></strong></p>
<p><em>[Impõe-se um <a href="http://5dias.net/2010/08/23/a-ressurgencia-de-um-insurgente/" target="_blank">lembrete</a> que o insurgente Rui Oliveira se esqueceu de  responder na sua <a href="http://oinsurgente.org/2010/08/24/e-agora-fomos-aos-excedentes-da-alemanha-nazi-2/" target="_blank">segunda ressurgência</a>: Ao dizer que “não  se pode menosprezar a ameaça que o Irão  representa” na mesma frase em  que se declara que a República Islâmica é  “um tigre de papel” é ou não  “motivo para entrar em pânico”?]</em></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>L&#8217;esprit du temps</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/22/lesprit-du-temps/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/08/22/lesprit-du-temps/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 17:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
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		<category><![CDATA[israel]]></category>
		<category><![CDATA[líbano]]></category>
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		<description><![CDATA[Washington e Tel Aviv devem estar com diferentes estados de espírito depois de ler esta notícia. O Líbano, esse, vai passar a dormir mais descansado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-44875  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/310026.jpg" alt="" width="350" height="218" /></p>
<p style="text-align: center"><strong>Washington e Tel Aviv devem estar com diferentes estados de espírito depois de ler </strong><a href="http://www.publico.pt/Mundo/irao-apresenta-prototipo-de-aviao-bombardeiro-nao-pilotado-de-longo-alcance_1452386" target="_blank"><strong>esta</strong></a><strong> notícia. O Líbano, esse, vai passar a dormir mais descansado.<br />
</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Já não seria mau quem acusa Fidel de demência gozasse pelo menos da sua saúde mental</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/08/ja-nao-seria-mau-quem-acusa-fidel-de-demencia-gozasse-pelo-menos-da-sua-saude-mental/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 14:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<category><![CDATA[israel]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os líderes dos países mais poderosos do mundo, aliados ou adversários, com a excepção de Israel, exortá-lo-iam [Obama] a não o fazer [Guerra com o Irão]&#8220;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Fidel-regressa-ao-pulpito-com-discurso-de-15-minutos.rtp&amp;headline=20&amp;visual=9&amp;article=366156&amp;tm=7" target="_blank"><em>&#8220;Os líderes dos países mais poderosos do mundo, aliados ou adversários, com a excepção de Israel, exortá-lo-iam [Obama] a não o fazer [Guerra com o Irão]&#8220;.</em></a></h3>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://5dias.net/2010/08/08/ja-nao-seria-mau-quem-acusa-fidel-de-demencia-gozasse-pelo-menos-da-sua-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Resistência Islâmica &#8211; rescaldo de um debate</title>
		<link>http://5dias.net/2010/03/01/resistencia-islamica-o-rescaldo-de-um-debate/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/03/01/resistencia-islamica-o-rescaldo-de-um-debate/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra-ao-terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao longo da última semana lancei um conjunto de posts que pretendiam levantar a questão da resistência islâmica. O facto de serem posts com poucas coisas escritas, entre o provocatório e o iconográfico, permitiu que o debate entre os comentaristas &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/03/01/resistencia-islamica-o-rescaldo-de-um-debate/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-33091  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/03/jihad.jpg" alt="" width="500" height="309" /></p>
<p>Ao longo da última semana lancei um conjunto de posts que pretendiam levantar a questão da resistência islâmica. O facto de serem posts com poucas coisas escritas, entre o provocatório e o iconográfico, permitiu que o debate entre os comentaristas ganhasse relevância. Era a intenção e viu as suas melhores expectativas ultrapassadas. Num único tema e ao longo de sete entradas foram feitos mais de trezentos comentários o que dá expressão e actualidade ao tema. Infelizmente a quantidade dos comentários não é sinónimo de grande eloquência. Mesmo em comentaristas que costumamos ver menos presos a dogmas e preconceitos ouvimos dizer expressões como capitulação ao islamo-fascismo, paralelos entre a resistência islâmica e a Al-Qaeda e mistificações de todas as espécies e feitios relativamente aos povos muçulmanos. Boa parte desses comentários parecem tirados do tempo da guerra entre os povos ibéricos e os povos magrebinos, da albarda de um qualquer cruzado devoto.</p>
<p>Passemos então à desmistificação:</p>
<p><span id="more-33089"></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-large wp-image-33090" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/03/media-banksy-520x406.jpg" alt="" width="421" height="329" /></p>
<p>Sempre se defenderam povos e movimentos independentemente dos seus perfis religiosos.</p>
<p>De Marter Luther King a Malcom X, do Dalai Lama ao Nelson Mandela, do Ximenes Belo ao Obama, dos indígenas da América do Sul às lideranças da África livre, dos Sem Terra a praticamente todas as sublevações populares.</p>
<p>Todos os que defendem estes povos e estes movimentos não invocaram o carácter retrógrado que os seus credos advogam para ficar à margem. Nem assim poderia ser. Alguém imagina que ao aterrar num acampamento de Sem Terra os gurus do ateísmo fossem pregar contra nosso senhor Jesus Cristo? Proibir o culto em nome da laicidade do processo? Retirar o véu ou proibir a carecada reaccionária do Dalai Lama e dos seus discípulos? Contestar a razão de Exército Republicano Irlandês por causa da Reforma ou da Contra-Reforma ou o independentismo tchetcheno pela sua devoção a Alá?</p>
<p>Em abono da verdade, toda e qualquer religião é em si retrógrada pelo que elevar isso a princípio teórico (não me alinho com religiosos) é uma masmorra táctica inultrapassável. Todos eles professaram as mais diferentes crenças e todos eles mereceram o apoio táctico da esquerda laica e socialista na defesa da sua auto-determinação e independência.</p>
<p>Não pode haver uma superioridade moral de umas religiões relativamente a outras. De resto, a haver uma hierarquia de sangue derramado, a religião católica apostólica romana é seguramente aquela que já enterrou mais cadáveres.</p>
<p>Há uma diferença entre as direcções de resistência islâmica entroncadas em movimentos sociais sólidos, e a Al-Qaeda, que ainda está para se perceber o que é.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-large wp-image-33131" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/03/Intifada1990-389x520.jpg" alt="" width="249" height="333" /></p>
<p>Ser contra a NATO e contra as guerras do império e não defender a vitória do que os lhe oferecem resistência é uma posição niilista e inconsequente que em último caso legitima a intervenção da NATO em nome de todos nós. É urgente defender a retirada de Portugal da NATO e é urgente que os nossos impostos deixem de servir para matar no Iraque, no Afeganistão, na Somália, no Médio Oriente e na Palestina. (No próximo mês de Novembro estarão em Portugal para alargar a todos os países o âmbito do seu conceito estratégico.)</p>
<p><strong>Deve ser considerado um acto de resistência todo e qualquer acto contra as tropas invasoras ou contra os mercenários que se colocam à sua disposição. Seja a vítima islâmica ou balsâmica. A defesa de que a vítima se professe livremente sem exploração colonial é uma resolução mais do que aceitável. É legítima e desejável. </strong>O ataque contra civis é um acto de cobardia e não ficaria espantado se a maior parte deles fossem instigados pelas forças secretas da entente colonial.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-large wp-image-33133  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/03/tela_intifada-520x216.jpg" alt="" width="520" height="216" /></p>
<p>A defesa da vitória da resistência islâmica não pressupõe a defesa do seu programa político. Muitos defenderam a vitória de Moscovo e de Washington sobre Berlim sem serem nem fervorosos estalinistas nem adeptos da economia de mercado. Estavam contra Hitler e isso era tudo o que bastava. Ainda assim e como foi dito ao longo do debate a maioria das forças islâmicas defende uma democracia representativa. Da mesma forma podemos defender a ocupação de terras ao lado de um sem terra e ainda assim pregar contra os evangélicos ou a igreja universal do reino de deus que é entre os camponeses quem mais crentes granjeiam. Estamos portanto a falar de unidade táctica militar num conflito onde é claro para todos quem é a vítima e quem é o agressor. Fazer unidade com a vitima não é professar todos os seus desejos nem calar toda e qualquer crítica que seja justa de se fazer.</p>
<p><strong>Do Líbano à Palestina podem ser dadas lições de democracia quer aos EUA quer a Israel. A maior ameaça à paz mundial é o imperialismo e os seus exércitos. Nenhum movimento ou país islâmico tem qualquer intenção de entrar por qualquer outro país adentro a exportar (impor) o seu modelo político, social, económico ou religioso e explorar os seus recursos naturais. Os aliados da entente ocidental fazem tudo isso por quase todo o planeta.</strong></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-33093  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/03/jihad-is-our-way.jpg" alt="" width="385" height="279" /></p>
<p>Não devemos por isso cair na ratoeira da islamofobia. Será sempre esse o argumento para a carnificina. A defesa da auto-determinação dos povos implica isso mesmo: que se respeitem as suas determinações e a sua forma de ser livre. Uma vez ocupado, tudo o resto é secundário, pelo que os meus preconceitos estarão sempre depois da minha solidariedade.</p>
<p>Podemos e devemos sonhar com vista à obtenção de uma melhor resistência. Mas enquanto não temos outra não podemos ficar agarrados apenas à esperança. Porque para os povos sob o jugo colonial enquanto não houver justiça não haverá paz e a guerra será sempre melhor do que a paz dos cemitérios.</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://5dias.net/2010/02/28/resistencia-islamica-vi/#comments" target="_blank">[Roteiro de um debate]</a></p>
<p style="text-align: left"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kJokI_Y9e8k"></a></p>
<p style="text-align: left"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kJokI_Y9e8k"></a></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/03/01/resistencia-islamica-o-rescaldo-de-um-debate/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kJokI_Y9e8k/2.jpg" alt="" /></a></span></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>a democracia está a passar por aqui!</title>
		<link>http://5dias.net/2009/07/05/a-democracia-esta-a-passar-por-aqui/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Iran Tehran 03 July 09 Allah o Akbar &#038; Down with DICTATOR night chants]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Iran Tehran 03 July 09 Allah o Akbar &#038; Down with DICTATOR night chants</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LnznBvHDDHE&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LnznBvHDDHE&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		<title>Informação sobre o Irão (actualizado)</title>
		<link>http://5dias.net/2009/07/05/informacao-sobre-o-irao/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 07:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>

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		<description><![CDATA[A nossa ex-comentadora militante, De Puta Madre, está a fazer um excelente trabalho sobre o Irão. Sigam-na no twitter ou no Aventar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa ex-comentadora militante, De Puta Madre, está a fazer um excelente trabalho sobre o Irão.<br />
<a href="http://twitter.com/Dputamadre">Sigam-na no twitter</a> ou no <a href="http://aventar.eu/author/de-puta-madre/">Aventar</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Irão para lá das notícias</title>
		<link>http://5dias.net/2009/07/03/o-irao-para-la-das-noticias/</link>
		<comments>http://5dias.net/2009/07/03/o-irao-para-la-das-noticias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 23:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[current tv]]></category>
		<category><![CDATA[current.com]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Van Zeller]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Iran: Underneath the Headlines Reportagem da correspondente vanguard da Current TV: Mariana Van Zeller. Uma hora de estórias, que não conseguem ser vistas em mais lado nenhum, e que versam sobre as vidas, as esperanças e os sonhos e medos &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/07/03/o-irao-para-la-das-noticias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://current.com/items/90321140_iran-underneath-the-headlines.htm">Iran: Underneath the Headlines</a><br />
<object id="ce_90321140" width="400" height="300" data="http://current.com/e/90321140/en_US"><param name="movie" value="http://current.com/e/90321140/en_US"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://current.com/e/90321140/en_US" width="400" height="300" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
Reportagem da correspondente vanguard da Current TV: Mariana Van Zeller.</p>
<p><em>Uma hora de estórias, que não conseguem ser vistas em mais lado nenhum, e que versam sobre as vidas, as esperanças e os sonhos e medos de jovens que arriscam a vida para se fazerem ouvir.<br />
Este programa especial inclui um olhar exclusivo sobre ser jovem no Irão, quer quando vão a festas alternativas/underground de dança, quer como polícia cultural/de costumes do Irão (Basij &#8211; Iran&#8217;s culture cops).</em><br />
<small>(a introdução é da <em>Current TV</em> e foi traduzida por mim. há também um <a href="http://current.com/items/90287878_iran-underneath-the-headlines-premieres-wednesday-july-1st.htm">trailer</a>.)</small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Irão em 2008 pela Current TV</title>
		<link>http://5dias.net/2009/06/30/irao-em-2008-pela-current-tv/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 21:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[current tv]]></category>
		<category><![CDATA[current.com]]></category>
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		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Van Zeller]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vanguard: America&#8217;s Secret War With Iran (Video) um vídeo da jornalista Mariana Van Zeller (Current.com publicado em Outubro de 2008)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vanguard: America&#8217;s Secret War With Iran (Video)</strong><br />
<object id="ce_89438469" width="400" height="300" data="http://current.com/e/89438469/en_US"><param name="movie" value="http://current.com/e/89438469/en_US"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://current.com/e/89438469/en_US" width="400" height="300" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
um <a href="http://current.com/items/89438469_americas-secret-war-with-iran.htm">vídeo da jornalista Mariana Van Zeller (Current.com publicado em Outubro de 2008)</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>avante!? só se for para trás&#8230; :(</title>
		<link>http://5dias.net/2009/06/29/avante-so-se-for-para-tras/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[avante]]></category>
		<category><![CDATA[CIA]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[[ artigo original do jornal www.avante.pt ] Irão acusa imperialistas de ingerência O Conselho dos Guardiões rejeitou anular as presidenciais iranianas das quais resultou a reeleição do actual presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, com quase dois terços dos votos, contra &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/29/avante-so-se-for-para-tras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>[ artigo original do jornal <a href="http://www.avante.pt/noticia.asp?id=29599">www.avante.pt</a> ]</small></p>
<p><strong><em>Irão acusa imperialistas de ingerência</em></strong></p>
<p><em>O Conselho dos Guardiões rejeitou anular as presidenciais iranianas das quais resultou a reeleição do actual presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, com quase dois terços dos votos, contra pouco mais de um terço do seu principal opositor, Mir-Hossein Mousavi.<br />
De acordo com informações fornecidas pela máxima autoridade constitucional iraniana, as irregularidades registadas no sufrágio do passado dia 12 não são suficientes para anular a consulta em que participaram mais de 40 milhões de pessoas. Apesar de em 50 dos mais de 360 distritos eleitorais iranianos terem sido registados mais votos que votantes, num total de aproximadamente três milhões, o Conselho sublinha que o resultado não se altera a favor de Mousavi, uma vez que este foi derrotado nas urnas por mais de 11 milhões de votos de diferença, explica. Acresce que a maioria das queixas da oposição refere-se a alegadas irregularidades anteriores à realização da consulta, diz ainda o Conselho.<br />
Simultaneamente, continuam nas ruas do Irão os confrontos envolvendo as autoridades, partidários de Mousavi e apoiantes de Ahmadinejad. Apenas estes últimos acatam a proibição dos protestos decretada pelo governo para evitar tumultos. Segundo dados oficiais divulgados pela imprensa iraniana, citados pela Prensa Latina, em mais de uma semana de crise política morreram 19 pessoas, mil foram feridas, entre as quais 400 polícias, e 457 foram presas.<br />
O governo iraniano diz que os detidos são agitadores ao serviço de potências estrangeiras e, face à colossal mobilização de meios contra o regime (milhões de dólares investidos pela CIA, manipulação de informação, instrumentalização de plataformas de comunicação para difundir uma situação de aparente caos e mobilizar sectores da população com base em boatos), acusa o imperialismo de ingerência nos assuntos internos do país.<br />
EUA, Alemanha, França e Grã-Bretanha estão apostados numa campanha para derrubar o governo do Irão, que depois de convocar vários embaixadores estrangeiros acreditados em Teerão para os esclarecer sobre a situação, equaciona rever as relações com as três potências europeias.</em></p>
<p>sem mais comentários meus.</p>]]></content:encoded>
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		<title>isto não é o Irão</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[This is not Iran &#8211; trailer 1 por James Peret]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>This is not Iran &#8211; trailer 1</strong> por <a href="http://www.jamesperet.com">James Peret</a><br />
<object width="440" height="330"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5312779&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5312779&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="440" height="330"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		<title>we are one</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 09:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>

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		<description><![CDATA[On June 24, Iranian Superstar Andy Madadian went into an LA recording studio with Jon Bon Jovi, Richie Sambora and American record producers Don Was and John Shanks to record a musical message of worldwide solidarity with the people of &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/29/we-are-one/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="259"><param name="movie" value="http://www.mydamnchannel.com/xml/mdc_embed_wide.swf?episode=2172"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.mydamnchannel.com/xml/mdc_embed_wide.swf?episode=2172"   type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowScriptAccess="always" width="400" height="259"></embed></object></p>
<p><em>On June 24, Iranian Superstar Andy Madadian went into an LA recording studio with Jon Bon Jovi, Richie Sambora and American record producers Don Was and John Shanks to record a musical message of worldwide solidarity with the people of Iran. </p>
<p>This version of the old Ben E. King classic is not for sale &#8211; it was not meant to be on the Billboard charts or even manufactured as a CD&#8230;..it&#8217;s intended to be downloaded and shared by the Iranian people&#8230;to give voice to the sentiment that all people of the world stand together&#8230;.the handwritten Farsi sign in the video translates to &#8220;we are one&#8221;.</p>
<p>If you know someone in Iran &#8211; or someone who knows someone in Iran &#8211; please share this link: <a href="http://www.MyDamnChannel.com/DonWas">http://www.MyDamnChannel.com/DonWas</a>.</em></p>
<p>se quiserem ver a introdução vejam esta outra versão:<br />
<span id="more-21715"></span><br />
<object width="400" height="259"><param name="movie" value="http://www.mydamnchannel.com/xml/mdc_embed_wide.swf?episode=2168"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.mydamnchannel.com/xml/mdc_embed_wide.swf?episode=2168"   type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowScriptAccess="always" width="400" height="259"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		<title>Iranianos unidos</title>
		<link>http://5dias.net/2009/06/28/iranianos-unidos/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 22:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[FIGHT FOR DEMOCRACY IN IRAN &#8211; IRANIANS UNITE!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FIGHT FOR DEMOCRACY IN IRAN &#8211; IRANIANS UNITE!</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BVL6JNUU6-o&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BVL6JNUU6-o&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Freedom Freedom Free&#8217; dom</title>
		<link>http://5dias.net/2009/06/26/freedom-freedom-free-dom/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 09:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[iran]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>
		<category><![CDATA[Mousavi]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mir Hossein Mousavi&#8217;s official message to Iranians abroad In the Name of the God, The Compassionate, The Merciful Dear compatriots, Honorable Iranians living abroad, Your widespread and energetic presence in this year’s 22 Khordad elections is indicative of your ties &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/26/freedom-freedom-free-dom/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mir Hossein Mousavi&#8217;s official message to Iranians abroad</strong></p>
<p><em>In the Name of the God, The Compassionate, The Merciful</p>
<p>Dear compatriots,<br />
Honorable Iranians living abroad,</p>
<p>Your widespread and energetic presence in this year’s 22 Khordad elections is indicative of your ties to our beloved Iran, and your admirable worries about the future of your country, and as I mentioned to you in my election message, Iran belongs to all Iranians and all layers of the populous are responsible for its future, and enjoy the same rights in it.</p>
<p>I feel obliged to thank you for your epic presence in determining the future of your country. Your widespread welcoming of these elections and your green and energetic presence at the ballot boxes was so large that it even forced the government and the organizers of the elections to admit to a 300% increase in the participation of Iranians in the tenth presidential elections outside of the country.</p>
<p>Your trust in this insignificant civil servant and your decisive vote for me in most of the voting stations outside of the country has placed a heavy burden on my shoulders. I would like to give you my assurance that I remain true to my existing pact with you and all layers of the great people of Iran, and using all legal avenues will demand your deserved rights that have been violated at the ballot boxes.</p>
<p>Unfortunately, as you witness in the international media, contrary to the letter of the constitution, and the stated freedoms in the Islamic Republic, all my communication with the people and you has been cut off, and people’s peaceful objections are being crushed. The national media which is being financed with public funds, with a revolting misrepresentation is changing the truth, and labels the peaceful march of close to three million people as anarchist, and the media that are being controlled by the government have become the mouthpiece of those who have stolen the people’s votes.</p>
<p>I’d like to thank you again for your peaceful objections which have received widespread coverage across the world, and would like to ask you that by using all legal channels, and by remaining faithful to the sacred system of the Islamic Republic, to make sure that your objections are heard by the authorities in the country. I am fully aware that your justified demands have nothing to do with groups who do not believe in the sacred Islamic Republic of Iran’s system. It is up to you to distance yourself from them, and do not allow them to misuse the current situation.</p>
<p>Mir Hossein Mousavi<br />
1388/4/3</em></p>
<p><strong>Azadi Azadi A zaa di (Freedom Freedom Free&#8217; dom)</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U31nhAo88NI&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/U31nhAo88NI&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<small><a href="http://www.youtube.com/ny2germany" alt="My Tribute to the Brave and Determined men and women of Iran. The voices heard here are all your own. The music is an original work written by me to hopefully give you strength as you march on. To those of you in Iran fighting for freedom it is my gift. To all others, All Rights Reserved." target="tv">youtube.com/ny2germany</a></small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lee Sustar: Irão em Ebulição</title>
		<link>http://5dias.net/2009/06/20/lee-sustar-irao-em-ebulicao/</link>
		<comments>http://5dias.net/2009/06/20/lee-sustar-irao-em-ebulicao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 11:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Ramos de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>

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		<description><![CDATA[Lee Sustar, do Socialist Worker, analisa a dinâmica dos protestos populares e da repressão no Irão, na sequência das eleições presidenciais fraudulentas. No Esquerda, com tradução de José Pedro Fernandes O Irão atravessa um terreno político desconhecido após os protestos &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/20/lee-sustar-irao-em-ebulicao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lee Sustar, do Socialist Worker, analisa a dinâmica dos protestos populares e da repressão no Irão, na sequência das eleições presidenciais fraudulentas.<br />
No <a href="http://esquerda.net">Esquerda</a>, com tradução de José Pedro Fernandes</p>
<p>O Irão atravessa um terreno político desconhecido após os protestos populares contra o que quase certamente foi uma vitória eleitoral fraudulenta do candidato Mahmoud Ahmadinejad. As há muito latentes divisões nas classes dirigentes do Irão tornaram-se feridas abertas, em resultado do apoio popular ao candidato presidencial reformista Mir Hussein Moussavi. </p>
<p>Uma selvática intervenção policial contra manifestações na capital, Teerão, foi acompanhada pela prisão de mais de 130 proeminentes apoiantes de Moussavi, incluindo Mohammad Reza Khatami, irmão do anterior presidente Mahmoud Khatami, antes porta voz do parlamento, e o genro do aiatola Ruhollah Khomeini, líder da revolução islâmica de 1979. </p>
<p>Outras figuras apanhadas pela polícia incluem Mostafa Tajzadeh, ministro do interior do governo de Khatami; Behzad Nabavi, um antigo ministro da indústria; e Mohsen Mirdamadi, organizador da ocupação de 1979 da embaixada dos EUA. <span id="more-21504"></span></p>
<p>No passado, aquelas intervenções policiais eram dirigidas principalmente contra editores de jornais liberais, activistas dos direitos humanos e sindicalistas. Agora são políticos de primeira grandeza que estão a receber o mesmo tratamento por parte de Ahmadinejad, a quem os manifestantes nas ruas chamam ditador, igual ao Xá do Irão, o homem forte apoiado pelos EUA que foi derrubado em 1979. </p>
<p>Esta luta no topo da sociedade iraniana pode conduzir a mais rebelião na base. Ao contrário das eleições anteriores, em que as vítimas das fraudes eleitorais engoliam os resultados, Moussavi recusou-se a fazê-lo. Pelo contrário, apelou aos seus apoiantes para permanecer nas ruas, e exigiu formalmente às autoridades que fossem autorizados mais protestos. </p>
<p>Eleições presidenciais renhidas, que incluíam o roubo de votos, para viciar o resultado em 1 ou 2 por cento, não são coisa nova no Irão pós-revolucionário. Mas a afirmação de que Ahmadinejad teve mais de 62% de votos é inverosímil. </p>
<p>Embora seja possível que o apoio do presidente entre os pobres, particularmente nas áreas rurais, lhe pudesse ter dado o primeiro lugar entre os 5 candidatos, é muito improvável que pudesse ter conseguido uma maioria esmagadora, de forma a evitar uma segunda volta entre os dois candidatos mais votados. </p>
<p>O mais óbvio sinal de fraude é que os candidatos derrotados não conseguiram sequer vencer nas suas cidades ou regiões, de acordo com as autoridades, o que é praticamente uma coisa nunca vista no Irão. Por exemplo, Moussavi, de acordo com os resultados oficiais, teve um mau resultado na província do Azerbaijão, embora sendo ele próprio um azeri, e muito popular ali. </p>
<p>Como escreveu o especialista do Médio Oriente Juan Cole: </p>
<p>&#8220;Diz-se que o clérigo Mehdi Karroubi, o outro candidato reformista, recebeu 320.000 votos, e que teve maus resultados nas províncias ocidentais do Irão, perdendo mesmo no Luristão. Ele é um lur, e é popular no ocidente, incluindo o Curdistão. Karroubi teve 17% dos votos na primeira volta das eleições presidenciais de 2005. Embora seja possível que a sua popularidade tenha declinado desde então, é difícil acreditar que tenha hoje menos de 1% dos votos.&#8221; </p>
<p>A pergunta é: porque se teria Ahmadinejad arriscado a uma tão óbvia e grosseira manipulação dos resultados eleitorais? </p>
<p>Neste momento qualquer resposta é especulação. Mas há uma lógica em roubar as eleições com uma margem esmagadora, reclamando a grande maioria dos votos, porque assim Ahmadinejad poderia evitar uma segunda volta contra o seu principal oponente, Moussavi. </p>
<p>Nos últimos dias antes da votação de 12 de Junho, os apoiantes de Moussavi mobilizaram manifestações com centenas de milhares de pessoas, não só na capital, Teerão, mas também em várias cidades da província. Ahmadinejad provavelmente receou que ainda maiores concentrações tivessem lugar numa segunda volta e dessem a Moussavi a vitória. O cálculo aparente foi que seria mais seguro declarar uma vitória decisiva na primeira volta, para pôr fim a qualquer contestação. O líder supremo do Irão, o aiatola Ali Khamenei, reconheceu os resultados eleitorais, na esperança de restaurar a ordem. </p>
<p>- &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; </p>
<p>Como era natural, o resultado das eleições desencadeou mais protestos. Até agora, as manifestações sofreram violentos ataques da polícia e dos grupos para-militares basij, que patrulham as ruas em busca de supostos comportamentos não-islâmicos, como seja a imodéstia no vestuário das mulheres. </p>
<p>E ao endurecer as divisões na classe governante no Irão, a fraude eleitoral deu origem a uma nova era na política iraniana, em que grupos rivais poderão finalmente evoluir para algo semelhante a partidos políticos permanentes, algo que até agora tem sido bloqueado pelo clero xiita, que constitui o coração da política no Irão. </p>
<p>Quanto ao que está para vir, teremos de aguardar. Mas, para melhor entender a dinâmica da política iraniana, é útil observar qual é a base social dos principais candidatos. </p>
<p>Ahmadinejad, enquanto veterano da guerra Irão-Iraque e da Guarda Revolucionária, representa a linha dura da direita dentro do clero e das estruturas da segurança nacional. </p>
<p>Relativamente desconhecido quando candidato às eleições de 2005, foi capaz, provavelmente graças ao roubo de votos, de chegar à segunda volta. O seu opositor era outro conservador, o anterior presidente iraniano Ali Akbar Hashemi Rafsanjani. Fazendo uma campanha populista, Ahmadinejad derrotou habilmente Rafsanjani, um dos homens mais ricos do Irão e o representante do grande capital. </p>
<p>Depois de tomar posse, Ahmadinejad procurou reverter as políticas liberais da anterior administração do reformador Mahmoud Khatami. Durante os seus oito anos no cargo, Khatami tinha assumido uma postura mais liberal quanto às questões sociais, cultivando o apoio da classe média educada, ao mesmo tempo que forjava laços económicos com o capital da Europa Ocidental. </p>
<p>Mas Khatami não conseguiu opor-se aos ataques da linha dura contra os estudantes liberais e os meios de comunicação, e pouco tinha para oferecer às classes trabalhadoras e aos pobres. Ahmadinejad pôde portanto beneficiar da atitude cínica dos intelectuais da classe média para com os reformadores, enquanto prometia melhores dias à maioria, as classes trabalhadoras. </p>
<p>Uma vez no poder, Ahmadinejad apoiou-se na alta recorde dos preços do petróleo para tentar consolidar a sua base política de apoio. Subsídios para os pobres, bónus para os funcionários públicos e projectos de desenvolvimento local constituíram o núcleo da sua política económica. E ao incrementar o consumo dos trabalhadores e dos pobres, o estado aumentou os lucros do bazar, os interesses das pequenas empresas que são a espinha dorsal da direita linha dura iraniana. </p>
<p>Outras facções da classe dirigente iraniana viram estas políticas com crescente alarme. Do ponto de vista de pessoas como Rafsanjani, os gastos em programas sociais dispersos e num clientelismo ao estilo latino-americano, eram roubar à economia o dinheiro de que necessitava para o investimento, em especial para modernizar a indústria do gás e do petróleo. Muitos discordaram da postura de confrontação com o Ocidente de Ahmadinejad, no que respeita ao programa nuclear iraniano, argumentando que não compensava o custo das sanções contra a economia do Irão. </p>
<p>Ao mesmo tempo, a classe média educada e os profissionais liberais desaprovavam os esforços autoritários de Ahmadinejad de voltar a impor as normas sociais da revolução islâmica. Além disso, as classes trabalhadoras viam os seus rendimentos constantemente erodidos pela inflação, e as tentativas de organização de sindicatos eram sufocadas por uma violenta repressão por parte de Ahmadinejad. O presidente tentou mesmo revogar subsídios para bens de primeira necessidade para os pobres, e a corrupção continuou, o que é desde sempre uma característica do governo iraniano. </p>
<p>- &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; </p>
<p>Por estas razões, Moussavi e os seus apoiantes viram uma oportunidade para derrubar Ahmadinejad. </p>
<p>Esse esforço juntou alguns aliados improváveis. Um dos principais apoiantes de Moussavi é Rafsanjani, mesmo que tenha sido Rafsanjani, duas décadas antes, a apoiar a abolição do cargo de primeiro-ministro, de modo a expulsar Moussavi, que então detinha o cargo. Nessa altura Moussavi defendia uma política de economia capitalista de estado, advogando restrições das importações e o controlo pelo estado das indústrias-chave. Rafsanjani, o campeão dos direitos da propriedade privada, estava determinado a isolá-lo, e conseguiu-o largamente. </p>
<p>Hoje, contudo, o programa económico de Moussavi está mais próximo do de Rafsanjani. &#8220;Advoga a liberalização económica, compromete-se a controlar a inflação através de políticas monetárias, e a tornar a vida mais fácil às empresas privadas&#8221;, escreve o jornalista britânico Robert Fisk. </p>
<p>Embora os apelos de Moussavi para mais direitos para as mulheres e por maior liberdade política tenham inspirado os activistas estudantis e a classe média, não ofereceu realmente nada aos trabalhadores e aos pobres, deixando o campo livre para Ahmadinejad. Daí que o presidente iraniano tenha acusado Rafsanjani de ser corrupto durante um debate presidencial na televisão. O candidato presidencial reformista, Karroubi, falhou igualmente no que tocava a pôr as questões económicas no centro da sua campanha. </p>
<p>Na crise pós-eleições, as limitações da base social de apoio dos reformadores ficaram à vista. A luta para afastar Ahmadinejad necessitaria de muitas mais acções militantes de massas do que as que até agora foram vistas. Mas é, no mínimo, duvidoso que Moussavi, tendo passado as últimas três décadas dentro da hierarquia política, vá agora apelar à greve e à insurreição dos trabalhadores. </p>
<p>Será tentado a jogar um jogo fora-e-dentro, apelando às acções de rua mas apoiando-se em Rafsanjani, o chefe do Conselho de Discernimento do clero e um consumado manipulador, para conseguir chegar a algum tipo de acordo com Ahmadinejad. </p>
<p>Contudo, pode ser tarde demais para isso. Os contínuos protestos e a repressão podem compelir Moussavi e os seus aliados a construir uma qualquer forma de oposição clandestina. De facto, Ahmadinejad já acusou Moussavi de tentar montar uma &#8220;revolução de veludo&#8221;, ao estilo das manifestações de 1989 que derrubaram o regime estalinista na Checoslováquia. </p>
<p>Os EUA irão certamente tentar usar em seu próprio benefício a luta pelo poder no Irão, através da pressão diplomática e incrementando os esforços habituais da CIA por recrutar sectores da oposição. O que será um presente para Ahmadinejad, que poderá usar esses mesmos esforços para denunciar, ou mesmo esmagar, a oposição. </p>
<p>Uma verdadeira mudança democrática no Irão não virá da intervenção dos EUA, mas sim do alargamento e aprofundamento do movimento de protesto. </p>
<p>15 de Junho de 2009 </p>
<p>Tradução de José Pedro Fernandes </p>]]></content:encoded>
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		<title>comparações idiotas</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 10:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Jon Stewart]]></category>
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		<description><![CDATA[The Daily Show With Jon Stewart Mon &#8211; Thurs 11p / 10c Irandecision 2009 &#8211; The Oppression of House Republicans www.thedailyshow.com Daily Show Full Episodes Political Humor Jason Jones in Iran há pessoas que são bons exemplos de como &#8220;a &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/20/comparacoes-idiotas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style='font:11px arial; color:#333; background-color:#f5f5f5' cellpadding='0' cellspacing='0' width='360' height='353'>
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<p>há pessoas que são bons exemplos de como &#8220;a ignorância é a mãe de muitas asneiras&#8221;&#8230; <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>bom fim de semana!</p>]]></content:encoded>
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		<title>Robert Fisk: Irão, a luta continua!</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 08:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Ramos de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[irão]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo foi retirado de um interessante dossier sobre o assunto do Esquerda Apesar da intimidação, a vontade de derrubar Ahmadinejad continua forte, afirma o jornalista Robert Fisk neste artigo publicado originalmente no The Indepedent de Londres. O &#8220;presidente&#8221; Ahmadinejad &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/06/20/robert-fisk-irao-a-luta-continua/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo foi retirado de um interessante dossier sobre o assunto do <a href="http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&#038;task=blogcategory&#038;id=24&#038;Itemid=121">Esquerda</a></p>
<p>Apesar da intimidação, a vontade de derrubar Ahmadinejad continua forte, afirma o jornalista Robert Fisk neste artigo publicado originalmente no The Indepedent de Londres. O &#8220;presidente&#8221; Ahmadinejad é cada vez mais um homem muito solitário, afirma o famoso jornalista</p>
<p>O &#8220;presidente&#8221; Mahmoud Ahmadinejad &#8211; e as aspas são cada vez mais apropriadas no Irão de hoje &#8211; está mesmo em maus lençóis. Há neste momento três inquéritos oficiais sobre a sua suposta vitória eleitoral e a violência que lhe seguiu, enquanto deputados iranianos conservadores se enfrentam usando os punhos numa reunião privada atrás do plenário da assembleia, depois de seguidores de Ahmadinejad terem-se oposto a uma referência oficial à &#8220;dignidade&#8221; com que o líder da oposição, Mir Hussein Moussavi, respondeu às perguntas dos parlamentares. Os que se mantêm próximos ao homem que ainda credita ser o presidente do Irão dizem que o próprio está muito abalado &#8211; mesmo traumatizado &#8211; pelas manifestações maciças contra ele em todo o país.</p>
<p>Na quinta-feira 18/6, dezenas de milhares de apoiantes de Moussavi manifestaram-se vestidos de preto pelas ruas do centro de Teerão, numa emotiva demonstração de luto &#8211; a segunda em dois dias &#8211; pelos mortos do pós-eleição. Numa cidade simbolizada pelo seu trânsito brutal e altíssimos níveis de decibéis, marcharam em silêncio total por quase cinco quilómetros, levando faixas e cartazes lamentando as mortes da Praça Azadi e da Universidade de Teerão e noutras cidades iranianas. E não tinham dúvidas sobre os riscos políticos &#8211; e físicos &#8211; que estavam a assumir.<span id="more-21495"></span></p>
<p>Um engenheiro químico marchando no centro do grande cortejo negro pensou alguns segundos quando lhe perguntei o que vai acontecer depois. &#8220;Ninguém sabe, mas pensamos nisso o tempo inteiro&#8221;, respondeu por fim. &#8220;Não podemos parar agora. Se pararmos, eles vão nos comer. O melhor seria que as Nações Unidas ou outra organização internacional monitorizasse uma nova eleição.&#8221; Com ilusões semelhantes, constrói-se o desastre.</p>
<p>Mas a mulher deste homem estava com um humor que quase pertencia à vasta multidão negra. Ela é advogada comercial que também estudou psicologia. &#8220;Se deixarmos andar, agora, vamos ter de enfrentar alguém como Pinochet &#8211; e os nossos ditadores não são ditadores actualizados&#8221;, disse-me, sem um esboço de sorriso. &#8220;A minha experiência em psicologia é muito útil. Ahmadinejad tem um clássico problema de psicose. Mente muito e é alucinatório, e o problema é que ele pensa que tem boas relações com alguém lá em cima!&#8221; E, neste ponto, a senhora apontou para cima, na direcção geral do céu. Mas sem estar a brincar com religião. Estes manifestantes entoavam a oração &#8220;salavat&#8221; muçulmana, saudando o profeta Maomé e a sua família.</p>
<p>E mesmo a propósito. Porque esta manhã, o Líder Supremo, Ali Khamenei, vai dirigir as orações de sexta-feira na Universidade de Teerão &#8211; o mesmo campus onde sete jovens foram mortos por milicianos Basiji pró-Ahmadinejad na noite de segunda-feira (15/6) &#8211; e Moussavi está a prometer trazer os seus próprios apoiantes, usando braçadeiras pretas em sinal de luto, para demonstrar a sua lealdade ao próprio Khamenei. Os acólitos de Ahmadinejad têm afirmado que a oposição está a tentar derrubar a República Islâmica e Khamenei, uma perigosa infâmia em qualquer revolução, aqui, mas particularmente incendiária hoje.</p>
<p>A oposição suspeita que Khamenei vai tentar restaurar a ordem dizendo a Moussavi e seguidores que permitiu as suas manifestações massivas e que, apesar dos &#8220;desafortunados incidentes&#8221; &#8211; esse maravilhoso cliché autocrático foi na verdade usado pelo presidente do parlamento Ali Larijani &#8211; este foi um acto generoso e democrático do governo. Mas, espera-se que diga Khamenei, chega. Quaisquer grupos perturbando a paz este fim-de-semana serão vistos como contra-revolucionários e tratados &#8220;de acordo com a lei&#8221; (uma expressão favorita de Khamenei).</p>
<p>Se isto acontecer, Moussavi e os seus conselheiros &#8211; que incluem o ex-presidente Mohammad Khatami assim como o aliado eleitoral de Moussavi, Mehdi Karroubi &#8211; terão de se portar com muita sensibilidade se não quiserem ser forçados ao silêncio por uma advertência como esta. O problema que terão é quase insolúvel. Se continuarem as manifestações de protesto, podem ser acusados de violar a lei &#8211; e esmorecer a força das manifestações do povo de Teerão nas varandas e telhados &#8211; mas se põem fim aos protestos, os Basiji e a polícia vão-se tornar os reis das ruas.</p>
<p>Na verdade, a prisão do primeiro ministro dos Negócios Estrangeiros da República Islâmica, Ibrahim Yazdi &#8211; foi levado, literalmente, da sua cama do hospital de Teerão onde estava internado com cancro na próstata &#8211; mostra até onde chega o nível de suspeita, aos píncaros da República Islâmica. Ninguém conseguiu sugerir um motivo são para que um homem que trabalhou lado a lado com o fundador do regime Islâmico, o próprio ayatollah Khomeini, devesse subitamente desaparecer da vista. Yazdi tinha chamado ao boicote das eleições presidenciais há quatro anos &#8211; a eleição que trouxe Ahmadinejad ao poder &#8211; mas chamou todos os iranianos a votar na semana passada.</p>
<p>Se alguém precisasse de provas do estado de indecisão do governo, bastava olhar para os jornais de Teerão de ontem. Subitamente, as manifestações maciças foram plenamente reconhecidas. Fotografias de página inteira mostravam as manifestações de Moussavi de quarta-feira à tarde. Ahmadinejad tinha dito no fim-de-semana que os seus opositores eram meras &#8220;camadas de pó&#8221; &#8211; uma observação desajeitada e infantil &#8211; mas numa das fotografias, podiam ver-se manifestantes levando uma faixa em que se lia: &#8220;As camadas de pó estão a fazer história&#8221;.</p>
<p>Outros jornais mostraram seis das principais estrelas de futebol iranianas jogando contra a Coreia do Sul em Seul usando fitas verdes atadas aos pulsos. Cumpriram as instruções de tirá-las na segunda parte do jogo &#8211; que foi televisionado ao vivo para todo o Irão e que acabou empatado. Até o site de Moussavi já não está bloqueado. Podemos perguntar o que tudo isto quer dizer. Mas é o que está a fazer todo o Irão.</p>
<p>Ficou claro, contudo, mesmo antes de os deputados direitistas andarem ao murro, que as autoridades simplesmente não sabiam como lidar com esta revolta sem precedentes &#8211; não revolução &#8211; de tantos milhões de iranianos. Com um homem mais inteligente, reflexivo, menos arrogante no poder, poderia ser possível procurar um compromisso político, talvez com uma alteração à Constituição para criar uma vice-presidência (não que Moussavi a aceitasse) ou mesmo recriar o posto de primeiro-ministro que foi exercido pelo próprio Moussavi durante a guerra Irão-Iraque de 1980-88.</p>
<p>Mas quem quer trabalhar com Ahmadinejad? Os seus esforços para melhorar a vida de milhões de iranianos pobres &#8211; a sua existência, claro, é uma mancha na reputação moral de qualquer república que controle tanta riqueza petrolífera &#8211; foram genuínos e bem recebidos. As suas dúvidas sobre o Holocausto Judeu, a sua louca retórica sobre Israel, a sua constante comparação da eleição iraniana a um jogo de futebol, não têm o menor interesse para eles. Mas Moussavi dificilmente poderia trabalhar com uma figura tão instável e imprevisível.</p>
<p>Os colegas de Ahmadinejad têm alegado que a vandalização da propriedade, incluindo a destruição de computadores da Universidade de Teerão &#8211; um acto sem qualquer explicação inteligente &#8211; foi cometida por &#8220;traidores&#8221;, mas o comité de investigação do próprio governo diz agora que agentes uniformizados estiveram envolvidos.</p>
<p>Tudo isto torna o &#8220;presidente&#8221; Ahmadinejad um homem muito solitário.</p>
<p>19/6/2009</p>]]></content:encoded>
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		<title>Beyond the Pale</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Dec 2006 01:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Figueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Beyond the pale” é uma expressão curiosa: “para lá da paliçada, não há civilização”. Eu julgava que tinha origem na história da ocupação inglesa da Irlanda, mas afinal parece que não é bem assim. A Conferência que foi organizada em &#8230; <a href="http://5dias.net/2006/12/19/beyond-the-pale/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT"><font size="3">“<em>Beyond the pale</em>” é uma expressão curiosa: “para lá da paliçada, não há civilização”. Eu julgava que tinha origem na história da ocupação inglesa da Irlanda, mas afinal <a href="http://www.worldwidewords.org/qa/qa-pal2.htm">parece que não é bem assim</a>. A Conferência que foi organizada em Teerão sobre o sionismo e o holocausto situa-se claramente para lá dos limites da civilização, mas o editorial que o de costume tão razoável <em>Financial Times</em> lhe dedicou, intitulado precisamente <em><a href="http://www.ft.com/cms/s/30a6a58a-8b18-11db-8940-0000779e2340.html">“Beyond the Pale”</a></em>, não é menos inquietante, pela justificação que parece fornecer para um ataque militar ao Irão (leia-se o último parágrafo). Estará tudo doido? Olhando para o lado, para o atoleiro do Iraque, lembro-me de uma velha canção do Maxime Le Forestier: <em>“Dien-Bien-Phu leur a pas suffi / ils viennent s’installer ici”.</em><br />
</font></span></p>]]></content:encoded>
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		<title>O angelismo americano</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 22:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Tavares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este fim-de-semana passou na Sic-notícias um &#8220;60minutes&#8221; recente em que é feito um perfil de Condoleezza Rice por Katie Couric, a nova starlet do jornalismo americano. É, como sempre, uma peça competente, abrangente, e que sem ser propriamente esclarecedora, se &#8230; <a href="http://5dias.net/2006/10/16/o-angelismo-americano/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align=center><img src="http://wwwimage.cbsnews.com/images/2006/09/21/image2029726g.jpg" width="65%"></p>
<p>Este fim-de-semana passou na Sic-notícias um &#8220;60minutes&#8221; recente em que é feito um perfil de Condoleezza Rice por Katie Couric, a nova <em>starlet</em> do jornalismo americano. É, como sempre, uma peça competente, abrangente, e que sem ser propriamente esclarecedora, se deixa ver com facilidade (há uma cópia <a href="http://www.cbsnews.com/stories/2006/09/21/60minutes/main2029782.shtml">aqui</a>). O ponto de partida da mini-biografia é a experiência de segregação no Sul dos EUA – Condoleezza Rice vivia em Birmingham, Alabama, quando uma bomba colocada por racistas brancos explodiu numa igreja baptista negra e matou quatro meninas da sua idade – e o ponto de chegada a guerra do Iraque.
</p>
<p>É aqui que se torna notório um elemento perturbante da cultura e do jornalismo americanos. Katie Couric — para compensar a complacência dos jornalistas antes da guerra — tenta &#8220;apertar&#8221; com Condoleezza sobre as mentiras da guerra. Dá para ver (pelo menos de um ponto de vista pouco caridoso como o meu) que o faz sem alma, por razões meramente de obrigação. Mas isso não é o pior. O que é estranho para um olhar não-americano é a maneira como Couric já coloca nas suas perguntas o seguinte pressuposto: mesmo que errando, tudo foi feito com a melhor das intenções. Não poderia ser de outra forma; é inconcebível que pudesse ser de outra forma; a questão, aliás, nem se coloca. Nenhuma mentira, nenhuma torção ao direito internacional, nenhum acto de guerra pode ter tido uma má motivação.</p>
<p>Isto é para lá de pró-americanismo. Não se trata do apoio incondicional que (por exemplo) os nossos bushistas dão aos EUA. É uma coisa diferente, puramente interna, de que nos esquecemos com frequência mas que nos surpreende a cada vez que contactamos com a cultura dominante americana: a ideia de que os EUA são um país inteiramente à parte, que as suas motivações não têm nada a ver com as dos outros países, que o seu coração é puro e as suas intenções são, por definição, as melhores. É chocante pensar nisto, mas para muitos americanos os EUA são um país de anjos.
</p>
<p>É uma espécie de adolescência eterna, com os resultados que conhecemos. E que me fez lembrar esta citação de William R. Polk, estudioso de relações internacionais, numa conferência recente sobre a questão iraniana. Eis como Polk, ele próprio oriundo de uma família da aristocracia política americana (ele próprio é descendente de um presidente americano do século XIX, James R. Polk), descreve a relação do seu país com a memória e o mundo exterior:
</p>
<blockquote><p>Como povo, somos muito esquecidos. A história deveria ter-nos ensinado que um poder estrangeiro não consegue ganhar uma guerra de guerrilha. Os britânicos aprenderam-no com os nossos antepassados durante a Revolução Americana e e voltaram a aprendê-lo na Irlanda; Napoleão aprendeu-o em Espanha; os alemães aprenderam-no na Jugoslávia; nós devíamos tê-lo aprendido no Vietname; os russos aprenderam-no no Afeganistão e estão a voltar a aprendê-lo na Tchetchénia; nós estamos a aprendê-lo no Iraque.<br />Como povo, somos orgulhosos. A nossa maneira é a única maneira. Devíamos ter aprendido que os ricos e poderosos não podem sempre levar a melhor contra os pobres e menos poderosos. [...]<br />Como povo, somos incrivelmente ignorantes sobre o mundo. [...] Há muito tempo, o grande satirista americano Ambrose Bierce notou que a guerra era a forma que Deus arranjara para ensinar Geografia aos americanos. Mas provámos ser maus alunos.</p></blockquote>
<p>Já para atalhar as críticas do costume, direi o que sempre digo sobre o anti-americanismo: que é uma forma de racismo e que deve ser deplorada como qualquer forma de racismo. Isso, contudo, nada tem a ver com olhar atentamente e sem complacência para uma cultura que tem um papel central no mundo e cuja crença no seu excepcionalismo tem sido o principal motor dos acontecimentos internacionais nos últimos anos. A propósito, deixo-vos o vídeo da conferência de William R. Polk na Foreign Policy Association, de onde estas palavras foram retiradas. É um bom resumo, embora alarmista, sobre as opções na mesa para com o Irão. O video está aí abaixo, o texto completo está <a href="http://www.fpa.org/topics_info2414/topics_info_show.htm?doc_id=404719">aqui</a>.</p>
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