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	<title>cinco dias &#187; educação</title>
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		<title>Amanhã, sexta-feira, há luta! Contra o desemprego a precariedade e a instabilidade dos professores</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 23:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Valente Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fenprof]]></category>
		<category><![CDATA[luta dos trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Professores e educadores protestam no próximo dia 16, sexta feira, contra o desemprego, a precariedade e a instabilidade que, de forma cada vez mais violenta, se abatem sobre os profissionais, devido a medidas tomadas deliberadamente nesse sentido pelo governo PSD/CDS. &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/09/15/amanha-sexta-feira-ha-luta-contra-o-desemprego-a-precariedade-e-a-instabilidade-dos-professores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Professores e educadores protestam no próximo dia 16, sexta feira, contra o desemprego, a precariedade e a instabilidade que, de forma cada vez mais violenta, se abatem sobre os profissionais, devido a medidas tomadas deliberadamente nesse sentido pelo governo PSD/CDS. Medidas que seguem o caminho de destruição encetado pelo anterior governo PS contra a Escola Pública.</strong></p>
<p><strong>Nesse sentido, a <strong>FENPROF promove, no dia 16, sexta feira, protestos descentralizados, nas diversas regiões do país. Abaixo seguem as iniciativas em Porto, Coimbra e Lisboa. Mais informações <a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;mid=115&amp;cat=226&amp;doc=5815">aqui</a>.</strong></strong></p>
<p><strong>PORTO: 14.30H</strong> <strong>– </strong>Concentração na Av. dos Aliados. “ESCALADA PELO EMPREGO. Vem tomar café connosco e&#8230; (re)AGE!”. Reflexão e acção!</p>
<p><strong>COIMBRA: 15.00H</strong><strong> – </strong><strong>Concentração no Largo D. Dinis, desfile para a DREC/MEC. Ação </strong>“Os professores não são lixo! Não aceitam ser tratados como tal!”. Desenvolvimento da iniciativa:<strong></strong></p>
<p><strong>15h00</strong> – Concentração no Largo D. Dinis – Universidade de Coimbra</p>
<p><strong>16h00</strong> – Desfile para a DREC/Ministério da Educação e Ciência</p>
<p><strong>LISBOA</strong></p>
<p>Ação integrando a iniciativa da Interjovem/CGTP-IN na capital: <em>LUTAR CONTRA A PRECARIEDADE E O DESEMPREGO; LUTAR POR TRABALHO DIGNO.</em></p>
<p><strong>15h00</strong> – Largo Camões, Lisboa.</p>]]></content:encoded>
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		<title>‎&#8221;Amorim é o mais rico de Portugal!&#8221; &#124; que braços lhe extraem a cortiça?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 11:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sassmine</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Bertolt Brecht]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[luta dos trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Viegas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruída, Quem outras tantas a reconstruíu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/09/08/%e2%80%8eamorim-e-o-mais-rico-de-portugal-que-bracos-lhe-extraem-a-cortica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IXyu3TZ1DZM?version=3&amp;hl=fr_FR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/IXyu3TZ1DZM?version=3&amp;hl=fr_FR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Quem construiu Tebas, a das sete portas?<br />
Nos livros vem o nome dos reis,<br />
Mas foram os reis que transportaram as pedras?<br />
Babilónia, tantas vezes destruída,<br />
Quem outras tantas a reconstruíu? Em que casas<br />
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?<br />
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde<br />
Foram os seus pedreiros? A grande Roma<br />
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem<br />
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio<br />
Só tinha palácios<br />
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida<br />
Na noite em que o mar a engoliu<br />
Viu afogados gritar por seus escravos.</p>
<p>O jovem Alexandre conquistou as Índias.<br />
Sozinho?<br />
César venceu os gauleses.<br />
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?<br />
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha<br />
Chorou. E ninguém mais?<br />
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos.<br />
Quem mais a ganhou?</p>
<p>Em cada página uma vitória.<br />
Quem cozinhava os festins?<br />
Em cada década um grande homem.<br />
Quem pagava as despesas?</p>
<p>Tantas histórias<br />
Quantas perguntas</p>
<p style="text-align: right;">Bertolt Brecht, <em>Perguntas de um operário letrado</em></p>]]></content:encoded>
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		<title>mas encha-se de justiça o fosso e erga-se a liberdade ao meio 19.0</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 17:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sassmine</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição da República Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo 77.º (Participação democrática no ensino) 1. Os professores e alunos têm o direito de participar na gestão democrática das escolas, nos termos da lei. 2. A lei regula as formas de participação das associações de professores, de alunos, de &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/07/14/mas-encha-se-de-justica-o-fosso-e-erga-se-a-liberdade-ao-meio-19-0/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Artigo 77.º</p>
<p style="text-align: center;">(Participação democrática no ensino)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1.</strong> Os professores e alunos têm o direito de participar na gestão democrática das escolas, nos termos da lei.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2.</strong> A lei regula as formas de participação das associações de professores, de alunos, de pais, das comunidades e das instituições de carácter científico na definição da política de ensino.</p>
<p style="text-align: right;">Constituição da República Portuguesa, Parte I Direitos e deveres fundamentais,</p>
<p style="text-align: right;">7.ª revisão constitucional, 2005</p>]]></content:encoded>
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		<title>mas encha-se de justiça o fosso e erga-se a liberdade ao meio 18.0</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 20:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sassmine</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição da República Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo 76.º (Universidade e acesso ao ensino superior) 1. O regime de acesso à Universidade e às demais instituições do ensino superior garante a igualdade de oportunidades e a democratização do sistema de ensino, devendo ter em conta as necessidades &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/07/12/mas-encha-se-de-justica-o-fosso-e-erga-se-a-liberdade-ao-meio-18-0/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Artigo 76.º</p>
<p style="text-align: center;">(Universidade e acesso ao ensino superior)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1.</strong> O regime de acesso à Universidade e às demais instituições do ensino superior garante a igualdade de oportunidades e a democratização do sistema de ensino, devendo ter em conta as necessidades em quadros qualificados e a elevação do nível educativo, cultural e científico do país.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2.</strong> As universidades gozam, nos termos da lei, de autonomia estatutária, científica, pedagógica, administrativa e financeira, sem prejuízo de adequada avaliação da qualidade de ensino.</p>
<p style="text-align: right;">Constituição da República Portuguesa, Parte I Direitos e deveres fundamentais,</p>
<p style="text-align: right;">7.ª revisão constitucional, 2005</p>]]></content:encoded>
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		<title>mas encha-se de justiça o fosso e erga-se a liberdade ao meio 17.0</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 22:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sassmine</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição da República Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo 75.º (Ensino público, particular e cooperativo) 1. O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população. 2. O Estado reconhece e fiscaliza o ensino particular e cooperativo, nos termos da &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/07/11/mas-encha-se-de-justica-o-fosso-e-erga-se-a-liberdade-ao-meio-17-0/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Artigo 75.º</p>
<p style="text-align: center;">(Ensino público, particular e cooperativo)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1.</strong> O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2.</strong> O Estado reconhece e fiscaliza o ensino particular e cooperativo, nos termos da lei.</p>
<p style="text-align: right;">Constituição da República Portuguesa, Parte I Direitos e deveres fundamentais,</p>
<p style="text-align: right;">7.ª revisão constitucional, 2005</p>]]></content:encoded>
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		<title>Mário Nogueira, António Chora e Nuno Crato, eat this!</title>
		<link>http://5dias.net/2011/06/21/mario-nogueira-antonio-chora-e-nuno-crato-eat-this/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 04:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[luta dos trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não me lembro de melhor intervenção no âmbito da educação. Para mim, a Amanda Gurgel toma hoje posse como Ministra da Educação do Brasil, de Portugal e do resto do mundo, como Secretária-Geral da FENPROF, da CUT ou até da &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/06/21/mario-nogueira-antonio-chora-e-nuno-crato-eat-this/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2011/06/21/mario-nogueira-antonio-chora-e-nuno-crato-eat-this/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yFkt0O7lceA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Não me lembro de melhor intervenção no âmbito da educação. Para mim, a Amanda Gurgel toma hoje posse como Ministra da Educação do Brasil, de Portugal e do resto do mundo, como Secretária-Geral da FENPROF, da CUT ou até da Comissão de Trabalhadores da Auto Europa. Lá como cá acabou o tempo de ter &#8220;paciência&#8221; e de tolerar sucessivas &#8220;faltas de respeito&#8221; da parte de quem nos governa a vida e a luta. Porque a escola como a fábrica ficam melhor entregues a quem as trabalha e o sindicalismo a  quem não negoceia os amanhãs que nunca cantam para quem precisa de  música &#8220;imediatamente&#8221;.</p>]]></content:encoded>
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		<title>a massa crítica tem muitas caras e nem todas nascidas ontem.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 15:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sassmine</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição da República Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[No fim do ciclo de debates na Associação 25 de Abril tenho a dizer, apenas, que estar no meio dos capitães foi um privilégio e uma felicidade. Apaixonei-me. E ao ouvi-los e vê-los, sempre juntos e sempre ligeiramente discordantes uns &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/05/27/a-massa-critica-tem-muitas-caras-e-nem-todas-nascidas-ontem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim do ciclo de debates na Associação 25 de Abril tenho a dizer, apenas, que estar no meio dos capitães foi um privilégio e uma felicidade. Apaixonei-me. E ao ouvi-los e vê-los, sempre juntos e sempre ligeiramente discordantes uns dos outros, ao ver tanta sabedoria e pêlo na venta, compreendi, finalmente, como foi possível uma Revolução como a nossa. Não podia vir do nada. Obrigada.*</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/DRNy3fquDkY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;</p>
<p>os restantes vídeos do segundo debate <a href="http://www.youtube.com/user/A25Abrilhttp://">AQUI</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Escola da Fontinha: Não é o princípio nem foi o fim #2</title>
		<link>http://5dias.net/2011/05/17/escola-da-fontinha-nao-e-o-principio-nem-foi-o-fim-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 14:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diana Dionísio</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[autogestão]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Escola da Fontinha]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhamos a luta da Escola da Fontinha, que ontem foi à Assembleia Municipal do Porto, dizer de sua justiça. Cá fora, uma concentração de apoio. Entretanto, o José Smith Vargas já nos prendou com a 2ª página da BD em cima &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/05/17/escola-da-fontinha-nao-e-o-principio-nem-foi-o-fim-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhamos a luta da <a href="http://escoladafontinha.blogspot.com/">Escola da Fontinha</a>, que ontem foi à Assembleia Municipal do Porto, dizer de sua justiça. Cá fora, uma concentração de apoio.</p>
<p>Entretanto, o <a href="http://josesmithvargas.blogspot.com/" target="_blank">José Smith Vargas</a> já nos prendou com a 2ª página da BD em cima do acontecimento (ver aqui a <a href="http://5dias.net/2011/05/13/escola-da-fontinha-nao-e-o-principio-nem-foi-o-fim/" target="_blank">1ª página</a>). </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-63959" title="fontinha 2" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2011/05/fontinha-2.jpg" alt="" width="723" height="1049" /></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A MÚSICA DO REITOR SEABRA SANTOS – Carta Aberta ao Camané, à Cristina Branco, à Filipa Pais, ao Luís Represas, ao Manuel Freire, ao Martinho da Vila, à Paula Oliveira, ao Sérgio Godinho, ao Vitorino e a todos os seus ouvintes. [Numa semana foi subscrita por mais de uma centena de pessoas]</title>
		<link>http://5dias.net/2011/02/14/a-musica-do-reitor-seabra-santos-%e2%80%93-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vi/</link>
		<comments>http://5dias.net/2011/02/14/a-musica-do-reitor-seabra-santos-%e2%80%93-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 00:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Propinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridos artistas de variedades, a primeira razão porque vos escrevemos esta carta é porque de alguma maneira também dela somos destinatário. Uns mais do que outros, é verdade, as vossas letras e as vossas músicas ilustraram os estados de espírito &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/02/14/a-musica-do-reitor-seabra-santos-%e2%80%93-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vi/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2011/02/14/a-musica-do-reitor-seabra-santos-%e2%80%93-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vi/"><img src="http://img.youtube.com/vi/e9sEK2KmJqo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Queridos artistas de variedades,</p>
<p style="text-align: justify;">a primeira razão porque vos escrevemos esta  carta é porque de alguma maneira também dela somos destinatário. Uns  mais do que outros, é verdade, as vossas letras e as vossas músicas  ilustraram os estados de espírito de várias gerações. Fazemos humildemente  parte de uma delas e é dela que vos queremos falar em poucas palavras, sem  ter por garantido que tal desabafo vos venha a chegar aos ouvidos ou que  neles faça algum efeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos o Reitor da  Universidade de Coimbra, Seabra Santos, com quem por estes dias  decidiram fazer um trabalho musical colectivo, tem feito uma campanha de  limpeza da sua imagem que ficou marcada pela aplicação das propinas na  Universidade de Coimbra com o consequente abandono de centenas de  estudantes sem possibilidades financeiras e pelo regresso, não mais  grave mas não menos simbólico, da polícia ao interior da Universidade,  algo que já não acontecia desde a crise académica contra o fascismo em  1969.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de limpeza contou com  silêncios de todo o espectro político: o do PCP (partido que entretanto abandonou),  o simpático, oportunista ou ignorante das novas gerações de dirigentes  associativos da Associação Académica de Coimbra (ligados sobretudo ao PS  e ao PSD), e o dos restantes reitores das Universidades que o  promoveram a presidente do CRUP.</p>
<p style="text-align: justify;">Por se tratarem de organismos que, nos  anos seguintes, se remeteram ao vazio, à falta de fantasia e à ausência  de barulho, muitos dos que vos ouviam do lado oposto à barricada do  Reitor Seabra Santos e do governo de Pedro Santana Lopes, foram também  eles lambendo as suas feridas sem grande espalhafato.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta feita, e porque é de música que se  trata e com a vossa presença será provavelmente muito boa, não podíamos  deixar de vos dizer que muitas dessas pessoas vão passar a ouvir-vos de  outra maneira. Alguns terão aceite o convite por amor à música ou por  carinho à amizade, são nobres motivos, claro. Tão nobres como o facto de  cada um de vós ter músicas que vos associam à esquerda e ao combate que  o Sérgio Godinho sintetiza na paz, no pão, na habitação, na saúde e na  educação. Ora tudo isso são valores pelos quais lutámos e lutamos, e,  imagine-se, também em tempos o Reitor Seabra Santos lutou quando cantava  na Brigada Victor Jara e combatia o antigo regime. Mas o passado  militante ou musical de alguém nunca foi salvo conduto para o resto da  história e a vida democrática do vosso parceiro de sonata foi o coveiro  de muitos dos ideais que a vossa música trauteia.</p>
<p style="text-align: justify;">Da nossa parte não podíamos deixar de  escrever que aquele com quem agora se afinam será conhecido por outro  tipo de diapasão e vai ser lembrado pelo exercício de um cargo que nada  teve de <em>Magnífico</em> e que tudo permitiu aos que estão a  transformar a universidade numa fábrica à qual só alguns têm bolsa para  chegar, poucos têm carteiras para ficar e de onde praticamente todos  saem precários.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixamos-vos com o vídeo dos acordes mais  desafinados do único Reitor da história da Universidade de Coimbra ao  qual os estudantes, em Assembleia Magna, retiraram o título. O motivo de  tão nobre conquista, já merecido por ter sido o segundo reitor a ser  impedido de realizar a abertura solene das aulas, aconteceu no dia 20 de  Outubro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Cordialmente nos despedimos mas não sem antes dizer que ficamos à espera de <em>ensembles</em> mais bem conseguidos,  pedindo igualmente as mais sinceras desculpas  por prescindirmos deste vosso mais recente trabalho, no qual por mais que  acertem no <em>tom maior</em> estarão momentaneamente condenados ao falsete.</p>
<p style="text-align: justify;">Vossos eternos ouvintes,</p>
<h6 style="text-align: justify;"><a href="http://www.facebook.com/home.php#!/event.php?eid=186142581416848" target="_blank">Aitor Rivas, Ana Margarida, Ana Oliveira, Andre Benjamin Birken,  Andreia Carvalho, Anna Galeb, Afonso Pereira Francisco, Alexandre  Fonseca, Alexandre Valinho, Ana Beatriz Rodrigues, Ana Filipa Lopes, Ana  Perovskaia, André Marça Teixeira, Angela Costa, Anninka Raja, Antonio  Mira, Bébé Silva, Bea Perez, Bruno Julião, César Rosa, Caecilia Fonseca, Carolina  Viana da Fonseca, Cristiana Lopes Lavos, Daniel Melim,  David Rocha, Eduardo Alves, ELa Gazi, Elsa Pissarro, Emília Salta,  Esquerda Nova, Eloisa Valdes, Emilio Cambeiro, Filipa Alves, Filipe  Tome, Frederica Jordão, Frederico Brandao, Filipe Canha, Inês Gonçalves  Reis, Inka Lanho, Isabel Peixinhos Caia, Ivo Silva, Jú Matias, João  Antunes, João Baía, João Torgal, Joana Nunes, Hugo Confraria, Hugo  Ferreira, Jaqueline Ferreira, Joana Salgado, Joana Tiago, Jose Sousa,  Katja Melo, Laura Dias, Leandro Vichi, Luís Neves, Lia Nunes, Luís  Costa, Lu Santos, Márcia Rocha, Mafalda Moreira, Marcelo de Lavor,  Mariana Sacadura Franco, Mariana Santos, Mumia MadbutcherTattoo, Mário  André Carvalhal, Marta Teixeira, Milene Cunha, Nayr Dias, Nuno Paz, O  Papa Sou Eu, Pan Dæmon, Paula Barros, Pedro Baía, Pedro Bandeira Simões,  Renato Guedes, República Das Marias, Ricardo Vieira, Olivier Kalemba,  Pedro Marques, Pedro Ribeiro, Rafa Cardoso, Sérgio Costa, Súfia Raj,  Sa&#8217;adiq Habib, Sandrine Rafael, Sofia Gomes, Susana Melo, Teresa  Mingacho, Tiago Alves, Vanessa Correia, Vera Silva, Youri Paiva, Ze  Eduardo, Renato Teixeira, Rui Miguel Nunes, Downers Grove North, Sónia  Queiroz, Tatiana Ribeiro, Vânia Daniela Gonçalves.</a></h6>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/8923230" width="320" height="240" frameborder="0"></iframe></p>]]></content:encoded>
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		<title>Há alguma razão para uma manifestação de professores em frente ao Parlamento não ter sido notícia?</title>
		<link>http://5dias.net/2011/02/11/alguma-razao-para-uma-manifestacao-de-professores-em-frente-ao-parlamento-nao-ter-sido-noticia/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 02:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Pública]]></category>
		<category><![CDATA[luta dos trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2011/02/11/alguma-razao-para-uma-manifestacao-de-professores-em-frente-ao-parlamento-nao-ter-sido-noticia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/fgURLxEr0RA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>]]></content:encoded>
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		<title>A MÚSICA DO REITOR SEABRA SANTOS &#8211; Carta Aberta ao Camané, à Cristina Branco, à Filipa Pais, ao Luís Represas, ao Manuel Freire, ao Martinho da Vila, à Paula Oliveira, ao Sérgio Godinho, ao Vitorino e a todos os seus ouvintes.</title>
		<link>http://5dias.net/2011/02/04/a-musica-do-reitor-seabra-santos-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vitorino-e/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 02:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridos artistas de variedades, a primeira razão porque vos escrevo esta carta é porque de alguma maneira também eu sou dela destinatário. Uns mais do que outros, é verdade, as vossas letras e as vossas músicas ilustraram os estados de &#8230; <a href="http://5dias.net/2011/02/04/a-musica-do-reitor-seabra-santos-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vitorino-e/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2011/02/04/a-musica-do-reitor-seabra-santos-carta-aberta-ao-camane-a-cristina-branco-a-filipa-pais-ao-luis-represas-ao-manuel-freire-ao-martinho-da-vila-a-paula-oliveira-ao-sergio-godinho-ao-vitorino-e/"><img src="http://img.youtube.com/vi/e9sEK2KmJqo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify">Queridos artistas de variedades,</p>
<p style="text-align: justify">a primeira razão porque vos escrevo esta carta é porque de alguma maneira também eu sou dela destinatário. Uns mais do que outros, é verdade, as vossas letras e as vossas músicas ilustraram os estados de espírito de várias gerações. Faço humildemente parte de uma delas e é dela que vos quero falar em poucas palavras, sem ter por garantido que tal desabafo vos venha a chegar aos ouvidos ou que neles faça algum efeito.</p>
<p style="text-align: justify">Nos últimos anos o Reitor da Universidade de Coimbra, Seabra Santos, com quem por estes dias decidiram fazer um trabalho musical colectivo, tem feito uma campanha de limpeza da sua imagem que ficou marcada pela aplicação das propinas na Universidade de Coimbra com o consequente abandono de centenas de estudantes sem possibilidades financeiras e pelo regresso, não mais grave mas não menos simbólico, da polícia ao interior da Universidade, algo que já não acontecia desde a crise académica contra o fascismo em 1969.</p>
<p style="text-align: justify">O processo de limpeza contou com silêncios de todo o espectro político: o do PCP (seu partido de sempre), o simpático, oportunista ou ignorante das novas gerações de dirigentes associativos da Associação Académica de Coimbra (ligados sobretudo ao PS e ao PSD), e o dos restantes reitores das Universidades que o promoveram a presidente do CRUP.</p>
<p style="text-align: justify">Por se tratarem de organismos que, nos anos seguintes, se remeteram ao vazio, à falta de fantasia e à ausência de barulho, muitos dos que vos ouviam do lado oposto à barricada do Reitor Seabra Santos e do governo de Pedro Santana Lopes, foram também eles lambendo as suas feridas sem grande espalhafato.</p>
<p style="text-align: justify">Desta feita, e porque é de música que se trata e com a vossa presença será provavelmente muito boa, não podia deixar de vos dizer que muitas dessas pessoas vão passar a ouvir-vos de outra maneira. Alguns terão aceite o convite por amor à música ou por carinho à amizade, são nobres motivos, claro. Tão nobres como o facto de cada um de vós ter músicas que vos associam à esquerda e ao combate que o Sérgio Godinho sintetiza na paz, no pão, na habitação, na saúde e na educação. Ora tudo isso são valores pelos quais lutámos e lutamos, e, imagine-se, também em tempos o Reitor Seabra Santos lutou quando cantava na Brigada Victor Jara e combatia o antigo regime. Mas o passado militante ou musical de alguém nunca foi salvo conduto para o resto da história e a vida democrática do vosso parceiro de sonata foi o coveiro de muitos dos ideais que a vossa música trauteia.</p>
<p style="text-align: justify">Da minha parte não podia deixar por escrever que aquele com quem agora se afinam será conhecido por outro tipo de diapasão e vai ser lembrado pelo exercício de um cargo que nada teve de <em>Magnífico</em> e que tudo permitiu aos que estão a transformar a universidade numa fábrica à qual só alguns têm bolsa para chegar, poucos têm carteiras para ficar e de onde praticamente todos saem precários.</p>
<p style="text-align: justify">Deixo-vos com o vídeo dos acordes mais desafinados do único Reitor da história da Universidade de Coimbra ao qual os estudantes, em Assembleia Magna, retiraram o título. O motivo de tão nobre conquista, já merecido por ter sido o segundo reitor a ser impedido de realizar a abertura solene das aulas, aconteceu no dia 20 de Outubro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify">Cordialmente me despeço mas não sem antes dizer que fico à espera de <em>ensembles</em> mais bem conseguidos,  pedindo igualmente as mais sinceras desculpas por prescindir deste vosso mais recente trabalho, no qual por mais que acertem no <em>tom maior</em> estarão momentaneamente condenados ao falsete.</p>
<p style="text-align: justify">Vosso eterno ouvinte,</p>
<p style="text-align: justify">Renato Teixeira</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/8923230" width="320" height="240" frameborder="0"></iframe></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Trocava a indigência de Isabel Alçada pelo brejeiro do Unas ou pela inteligência do jovem do Correio da Manhã</title>
		<link>http://5dias.net/2010/09/22/trocava-a-indigencia-de-isabel-alcada-pelo-brejeiro-do-unas-ou-pela-inteligencia-do-jovem-do-correio-da-manha/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/09/22/trocava-a-indigencia-de-isabel-alcada-pelo-brejeiro-do-unas-ou-pela-inteligencia-do-jovem-do-correio-da-manha/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 12:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo dobrado por Rui Unas No Correio da Manhã pode ver-se uma boa alternativa juvenil. Ao cuidado do Sócrates para a próxima remodelação governamental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/09/22/trocava-a-indigencia-de-isabel-alcada-pelo-brejeiro-do-unas-ou-pela-inteligencia-do-jovem-do-correio-da-manha/"><img src="http://img.youtube.com/vi/cnNJslgcCo8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><em>Vídeo dobrado por Rui Unas</em></p>
<p>No <a href="http://videos.sapo.pt/4qzth3P2SWAY4OupPPQR">Correio da Manhã</a> pode ver-se uma boa alternativa juvenil. Ao cuidado do Sócrates para a próxima remodelação governamental.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Não deixámos morrer a nossa escola!&#8221;</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/19/nao-deixamos-morrer-a-nossa-escola/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/08/19/nao-deixamos-morrer-a-nossa-escola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 12:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ao abandono de um país” – trabalho fotográfico de Hélio Gomes A 2 de Junho chegava ao 5dias uma carta da Comissão de Pais da Eb1 da  Boa Fé. Uma escola exemplar no fim da linha? perguntávamos então a propósito &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/19/nao-deixamos-morrer-a-nossa-escola/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-large wp-image-44680  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/Helio-Escola-520x347.jpg" alt="" width="520" height="347" /></p>
<p style="text-align: center"><em></em><em><a href="http://heliogomesfotografia.blogspot.com/2010/02/ao-abandono-de-um-pais_15.html" target="_blank">“Ao abandono de um país” – trabalho fotográfico de Hélio Gomes</a></em></p>
<p>A 2 de Junho chegava ao <strong>5dias</strong> uma carta da Comissão de Pais da Eb1 da  Boa Fé. <a href="http://5dias.net/2010/06/02/uma-escola-exemplar-no-fim-da-linha/" target="_blank">Uma escola exemplar no fim da linha?</a> perguntávamos então a propósito da aberração que era fechar uma das melhores instituições escolares do primeiro ciclo no interior alentejano.</p>
<p><a href="http://www.min-edu.pt/np3/5052.html" target="_blank">A lista divulgada hoje pelo Ministério da Educação</a> confirma que <a href="http://5dias.net/2010/08/10/701/" target="_blank">701 escolas não vão abrir as portas</a> já no início do próximo ano lectivo e que os pais desses alunos têm menos de um mês para reorganizar a sua vida em função de mais um disparate de Isabel Alçada. Menos de um mês, sublinhe-se!</p>
<p>Hoje, data da divulgação das listas, os pais da Escola Eb1 da Boa Fé, fizeram chegar outra carta ao <strong>5dias</strong> onde dão conta do sucesso da luta que travaram, e que foi premiada com a manutenção do seu estabelecimento de portas abertas: &#8220;Não deixámos morrer a nossa escola!&#8221;, jubilam merecidamente.</p>
<p>A leitura deste segundo comunicado bem como os passos seguidos por esta comissão de pais não são um simples tónico para aqueles que não aceitam o que lhes é imposto na doce passividade lusitana. Uma lição a reter pelos pais de cada uma das 701 que o governo quer encerrar definitivamente a cadeado e a demonstração cabal de que só há uma maneira para evitar que se fechem as portas das escolas que ensinam os seus filhos: lutar, lutar, lutar!</p>
<p>Este documento é a melhor prova que a luta política é o  único caminho para derrotar, escola por escola, a autoridade, a  prepotência e a cegueira de Isabel Alçada e do Governo Sócrates.</p>
<p>Novo comunicado da Comissão de Pais da Escola Eb1 da Boa Fé:</p>
<h3><span id="more-44679"></span>Não deixámos morrer a nossa escola!</h3>
<p>Todos nós, pais e encarregados de educação dos alunos da Eb1 da Boa Fé (Évora), começámos activamente em finais de Maio a luta por um direito simples e básico (mas paradoxalmente cada vez mais raro) que nos assiste: educação de qualidade na nossa zona de residência. Assim que tomámos conhecimento da irracional decisão administrativa do Ministério da Educação, da Câmara Municipal de Évora e do Agrupamento de Escolas para encerrar, sem qualquer argumento convincente, lógico ou razoável, a nossa escola, iniciámos uma luta sem tréguas que encontra agora um primeiro desfecho: a escola pública da Boa Fé não será encerrada no próximo ano lectivo!</p>
<p>A robustez dos nossos argumentos, a frontalidade com que nos manifestámos e a legitimidade da nossa ameaça de não deixarmos os nossos filhos serem transferidos para uma escola com piores condições acabaram por prevalecer. O poder democraticamente eleito para representar os nossos interesses teve de ceder… para representar os nossos interesses.</p>
<p>Bem equipada, contando com um generoso e cuidado espaço de recreio e apresentando sucesso escolar muito acima da média nacional, ao qual não são indiferentes a excelente atmosfera de trabalho nem o alto nível de interesse e empenhamento mostrado pelos alunos, a nossa escola continuará a ser um dos pilares em que assentará a luta contra o isolamento das nossas crianças.</p>
<p>No mesmo mês em que a imprensa anunciava que o governo de Nova Iorque aprovara um plano para substituir gradualmente os grandes centros escolares (acusados de reproduzir iletrismo e indigência intelectual) por escolas mais pequenas, o governo português anunciava o encerramento de centenas de pequenas escolas e a sua substituição por mega-centros escolares!? Aqui, como no resto, os governantes deste país, orgulhosamente sós, davam-nos os habituais sinais de querer contrariar as tendências seguidas por sociedades mais desenvolvidas – tudo isto regulado pela lei cega que subjaz ao neo-liberalismo selvagem: depauperar o que é público (hospitais, centros de saúde, postos médicos, escolas, universidades), activar o que é privado (centros comerciais, auto-estradas, apartamentos de luxo, clínicas privadas, iates, campos de golfe, hotéis, resorts).</p>
<p>É neste paraíso do novo-riquismo analfabeto que não abdicaremos de lutar para que a Escola da Boa Fé continue a oferecer (como tantas outras escolas rurais) um produto de elevada qualidade, capaz de promover o sucesso escolar e o combate à desertificação do interior.</p>
<p>Para quando um novo 25 de Abril?</p>
<p>A Comissão de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Eb1 da Boa Fé.</p>
<p><em>[Consulte a lista das 701 Escolas <a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/educacao-norte-encerra-mais-escolas-do-que-o-resto-do-pais_1452020" target="_blank">aqui.]</a></em></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>701</title>
		<link>http://5dias.net/2010/08/10/701/</link>
		<comments>http://5dias.net/2010/08/10/701/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo diz já saber o número de escolas do primeiro ciclo que irá encerrar mas há pais que ainda não sabem em que escola os seus filhos estarão matriculados daqui a um mês. Assim acontece na escola cuja situação &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/08/10/701/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-44312  aligncenter" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/08/Ministra-da-educação-Isabel-Alçada.jpg" alt="" width="350" height="229" /></p>
<p><a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/lista-de-escolas-em-funcionamento-ja-devia-ter-sido-publicada-ha-mais-de-um-mes_1450428" target="_blank">O Governo diz já saber o número de escolas do primeiro ciclo que irá encerrar mas há pais que ainda não sabem em que escola os seus filhos estarão matriculados daqui a um mês.</a> Assim acontece na escola cuja situação foi relatada <a href="http://5dias.net/2010/06/02/uma-escola-exemplar-no-fim-da-linha/" target="_blank">aqui</a>. Há alguma alma caridosa que diga à tutela que isto assim não pode ser? Haverá alguém que lhe explique que o que vai poupar não compensa o que se vai perder?</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rescaldo de um &#8220;debate&#8221; com o 31 da Armada e um tributo a Muhammad Ali-Haj</title>
		<link>http://5dias.net/2010/06/11/rescaldo-de-um-debate-com-o-31-da-armada-e-um-tributo-a-muhammad-ali-haj/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 02:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
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		<description><![CDATA[A propósito da crítica à Questão Doutrinal de (i)nês teotón(i)o pere(i)ra, texto onde defende a colocação de aspas na Flotilha da Liberdade barbaramente atacada pelo exército nacional-sionista de Israel, teve lugar um verdadeiro combate de boxe entre alguns petiscos do &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/06/11/rescaldo-de-um-debate-com-o-31-da-armada-e-um-tributo-a-muhammad-ali-haj/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/06/11/rescaldo-de-um-debate-com-o-31-da-armada-e-um-tributo-a-muhammad-ali-haj/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VmE4DHPrrnk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/06/11/rescaldo-de-um-debate-com-o-31-da-armada-e-um-tributo-a-muhammad-ali-haj/"><img src="http://img.youtube.com/vi/5juQVy-3VNQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span id="more-40117"></span>A propósito da crítica à <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/63101-a-questao-doutrinal" target="_blank">Questão  Doutrinal</a> de <a href="../2010/06/07/ines-teotonio-pereira/" target="_blank">(i)nês  teotón(i)o pere(i)ra</a>, texto onde defende a colocação de aspas na Flotilha da Liberdade barbaramente atacada pelo exército nacional-sionista de Israel, teve lugar um verdadeiro combate de boxe entre alguns petiscos do espaço gourmet e eu próprio. Nesta posta, pretende-se não só fazer um arquivo póstumo do confronto de ideias mas também dançar sobre o cadáver de um adversário que não esteve nem à altura nem do número de leitores que tem nem do capital social dos seus escribas.</p>
<p><em><strong>31 da Armada e os cem centímetros de quem se fala<br />
</strong></em></p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4171012.html">Momentos  hilariantes</a> por Afonso Azevedo Neves</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4171791.html">Pai nosso que  estais no Estado</a> por Henrique Burnay</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4172666.html">A outra questão  doutrinal</a> por Paulo Pinto Mascarenhas</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4174456.html">Eu, que debocho e  chafurdo nas orgias da ordem dominante</a> por Afonso Azevedo Neves</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4174997.html">Nada como uma boa  discussão</a> por Henrique Burnay</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4175567.html">Agora a sério</a> por Nuno Miguel Guedes</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4179313.html">O Renato</a> por Paulo Pinto Mascarenhas</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4180886.html">Sobre o tal  Renato e do tal Renato</a> por Jacinto Bettencourt</p>
<p><a href="http://aummetrodochao.blogs.sapo.pt/157165.html">A questão  doutrinal II</a> por (i)nês teotón(i)o pere(i)ra</p>
<p><a href="http://aummetrodochao.blogs.sapo.pt/157218.html">Onde se  explica que o direito a ensinar os filhos não é assim, à parva. Como se  quer. Depende daquilo que se ensina, como é óbvio</a> por (i)nês teotón(i)o pere(i)ra</p>
<p><em><strong>Moi-même e a inspiração de Muhammad Ali-Haj</strong></em><strong><em> </em></strong></p>
<p><a title="Link permanente para Quando voltarem ao Campo  Pequeno avisem com mais do que umas horas de antecedência. Vai ser um  prazer ver a vossa nobre figura em tão afamado cenário." rel="bookmark" href="../2010/06/08/quando-voltarem-ao-campo-pequeno-avisem-com-mais-do-que-umas-horas-de-antecedencia-vai-ser-um-prazer-ver-a-vossa-nobre-figura-em-tao-afamado-cenario/">Quando voltarem  ao Campo Pequeno avisem com mais do que umas horas de antecedência. Vai  ser um prazer ver a vossa nobre figura em tão afamado cenário.</a></p>
<p><a title="Link permanente para 31 da Armada já para o Campo  Pequeno. Basta de indigência na blogosfera. Volta Daniel Oliveira,  estás perdoado." rel="bookmark" href="../2010/06/09/31-da-armada-para-o-campo-pequeno-basta-de-indigencia-na-blogosfera-volta-daniel-oliveira-estas-perdoado/">31 da Armada já para o Campo Pequeno. Basta de  indigência na blogosfera. Volta Daniel Oliveira, estás perdoado.</a></p>
<p><a title="Link permanente para Armado em cupido gerei uma  depressão. As minhas mais sinceras desculpas. Quando é que regressam  mesmo ao Campo Pequeno?" rel="bookmark" href="../2010/06/10/armado-em-cupido-gerei-uma-depressao-as-minhas-mais-sinceras-desculpas-quando-e-que-regressam-mesmo-ao-campo-pequeno/">Armado em cupido gerei uma depressão. As minhas  mais sinceras desculpas. Quando é que regressam mesmo ao Campo Pequeno?</a></p>
<p>Não houve consenso nem sobre a luta pela vitória da Palestina nem sobre o carácter fascista de Israel. Apesar disso, não podia ter havido melhor prémio do que a consagração do único acordo identificado, escrito por mim, mas celebrizado <em>sine die </em>em todas as postas do espaço gourmet:</p>
<h2><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/" target="_blank">No 31 da Armada, &#8220;chafurda-se nas orgias da ordem dominante&#8221;!</a></h2>]]></content:encoded>
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		<title>Armado em cupido gerei uma depressão. As minhas mais sinceras desculpas. Quando é que regressam mesmo ao Campo Pequeno?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/06/10/armado-em-cupido-gerei-uma-depressao-as-minhas-mais-sinceras-desculpas-quando-e-que-regressam-mesmo-ao-campo-pequeno/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começa a perceber-se os porquês de uma defesa tão cega por parte do espaço gourmet relativamente aos cem centímetros de que se falam. Quando a minhas expectativas no debate relativamente aos primeiros era que estes retivessem alguns, poucos, recursos linguísticos &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/06/10/armado-em-cupido-gerei-uma-depressao-as-minhas-mais-sinceras-desculpas-quando-e-que-regressam-mesmo-ao-campo-pequeno/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a perceber-se os porquês de uma defesa tão cega por parte do <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/" target="_blank">espaço gourmet</a> relativamente <a href="http://5dias.net/2010/06/09/os-cem-centimetros-de-quem-se-fala-publicidade-a-um-blogue-jihadista-especializado-em-criancas/" target="_blank">aos cem centímetros de que se falam</a>. Quando a minhas expectativas no debate relativamente aos primeiros era que estes retivessem alguns, poucos, recursos linguísticos e relativamente à segunda a correcta utilização do uso das aspas, eis que gero entre eles um caso de amor não correspondido. Depois de <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4172666.html" target="_blank">defesa tão apaixonada por parte de Paulo Pinto Mascaranhas</a>, o mais que este recebe em troca é <a href="http://aummetrodochao.blogs.sapo.pt/158109.html" target="_blank">uma declaração de má disposição</a> no blogue jihadista de <a href="http://5dias.net/2010/06/07/ines-teotonio-pereira/" target="_blank">(i)nês teotón(i)o pere(i)ra</a>, mesmo depois de ter <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4178991.html" target="_blank">citado o seu diário</a> a propósito de um dos evangelhos que partilham.</p>
<p>Como relativamente ao debate há ainda muito a dizer, e porque ainda não perceberam o que disse <a href="http://5dias.net/2010/06/08/quando-voltarem-ao-campo-pequeno-avisem-com-mais-do-que-umas-horas-de-antecedencia-vai-ser-um-prazer-ver-a-vossa-nobre-figura-em-tao-afamado-cenario/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://5dias.net/2010/06/09/31-da-armada-para-o-campo-pequeno-basta-de-indigencia-na-blogosfera-volta-daniel-oliveira-estas-perdoado/" target="_blank">aqui</a>, vou tentar traduzir o meu latim em menos de oito postas. Apesar de não estar habituado a privar tanto tempo com gente tão selecta, vou mudar de registo a ver se retêm o essencial.</p>
<p>Comecemos pela ilustração do cupido para de seguida continuar o debate (ainda de forma amena):</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/06/10/armado-em-cupido-gerei-uma-depressao-as-minhas-mais-sinceras-desculpas-quando-e-que-regressam-mesmo-ao-campo-pequeno/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ykySkImPFUg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span id="more-39993"></span>Finalmente tive a honra de ser <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4180886.html#comentarios" target="_blank">&#8220;glosado&#8221;</a> pelo Jacinto Bettencourt que segundo confessa tem &#8220;lido muita coisa&#8221; minha. Fico contente. A grandiosidade do feito levou, imagine-se, a que o Nuno, que não é dado a grandes cerimónias, tivesse a gentileza de o <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4180886.html#comentarios" target="_blank">&#8220;glosar&#8221;</a> também. Ficou comovido. A ver se amanhã não deprime ninguém. É que se a coisa vira moda ainda me  convidam para casamenteiro do Santo António. Se não pelo divino  espírito santo, pelo <a href="http://5dias.net/2010/05/26/ainda-sobre-mimetismo-heteronormalizante-e-casamento-rest-my-case/" target="_blank">Arraial  Pride da Praça do Comércio</a>. Vejam que foi de tal ordem a tremideira, que fez um elogio à moda do Pacheco Pereira ao 5dias: <em>&#8220;Eu discordo de practicamente tudo o que se escreve  no 5 Dias, mas gosto muito de os ler e encontro nos posts que por lá  leio ideias que exigem uma tomada de posição e um esforço dos diabos a  quem as queira contradizer.&#8221; </em>É capaz de ser esse o motivo que levou a que ainda não tenham adiantado mais do que<em> <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4180886.html#comentarios" target="_blank">&#8220;o ódio e o preconceito pueril, que revela perturbadoras  dificuldades emocionais no relacionamento com os outros&#8221;,</a></em> a propósito do debate em curso.</p>
<p>Em defesa do texto de <a href="../2010/06/07/ines-teotonio-pereira/" target="_blank">(i)nês teotón(i)o pere(i)ra</a> apenas conseguem exprimir um esboço de argumento (mas ela tem o direito a educar os seus filhos) ainda que declamado com fidelidade canina. Como todos sabemos que os &#8220;nossos&#8221; filhos se educam na escola e em casa e não em crónica, ficou desde logo claro que a autora o que quer é educar os pais e (por seu intermédio) os filhos dos outros. Apesar disso, e incapazes de ver que passam o tempo a meter o bedelho na vida alheia, queriam que nenhuma <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4180886.html#comentarios" target="_blank">&#8220;criatura socialmente amargurada e supérfula&#8221;</a> questionasse a &#8220;especialista&#8221;. Acusam o Estado de se meter na cartilha da escola pública porque na verdade queriam que os seus filhos fossem educados pela cartilha bafienta dos jesuítas.</p>
<p><a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4179313.html" target="_blank">Paulo Pinto Mascaranhas</a>, provavelmente por estar angustiado com a depressão da Jihadista, não foi capaz de mais do que ameaçar uma prosa sobre a minha família e de me considerar congelado no PREC. Vemos nas suas palavras a introdução de dois novos debates, uma vez que nem o PREC nem a minha família podem resolver as questões doutrinais levantadas por <a href="../2010/06/07/ines-teotonio-pereira/" target="_blank">(i)nês teotón(i)o pere(i)ra</a>. Poderia responder dizendo que a sumidade está ainda mais fora do prazo, pois consta que a sua data de embrulho vem do Estado Novo, da primeira República ou mesmo do tempo das descobertas. Mas como quero manter o debate nas aspas da Flotilha da Liberdade não vou ceder à tentação de aprofundar o tema. Deixo o desejo para outros bacanais.</p>
<p>Estes capangas da direita mais reaccionária da vida política portuguesa, julgam que assustam com este tipo de paleio velado. Da minha parte terão sempre resposta em verbo e em actos, com lugar marcado ou com a resposta na ponta da língua.</p>
<p>Relativamente ao &#8220;ódio&#8221;, não se preocupem. É coisa que guardo para os tempos em que não reine o optimismo.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/06/10/armado-em-cupido-gerei-uma-depressao-as-minhas-mais-sinceras-desculpas-quando-e-que-regressam-mesmo-ao-campo-pequeno/"><img src="http://img.youtube.com/vi/R20cE_oIEwM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><em>[Os menos susceptíveis apreciem, com o volume no máximo, a primeira e a segunda parte desta magnífica expressão de contentamento popular.]</em></p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma escola exemplar no fim da linha?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/06/02/uma-escola-exemplar-no-fim-da-linha/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 11:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ao abandono de um país&#8221; &#8211; trabalho fotográfico de Hélio Gomes O Tiago já tinha dado o alerta para a prenda sinistra que o Governo preparou para dar aos vindouros no Dia da Criança. Se a intenção já era vergonhosa, &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/06/02/uma-escola-exemplar-no-fim-da-linha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-large wp-image-39246 alignleft" src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2010/06/061-520x347.jpg" alt="" width="468" height="312" /></p>
<p><em><a href="http://heliogomesfotografia.blogspot.com/2010/02/ao-abandono-de-um-pais_15.html" target="_blank">&#8220;Ao abandono de um país&#8221; &#8211; trabalho fotográfico de Hélio Gomes</a></em></p>
<p><a href="http://5dias.net/2010/06/02/o-presente-do-governo-no-dia-mundial-da-crianca/" target="_blank">O Tiago</a> já tinha dado o alerta para a prenda sinistra que o Governo preparou para dar aos vindouros no Dia da Criança. <a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Tutela-quer-fechar-900-escolas-e-transferir-15-mil-alunos.rtp&amp;article=349252&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=9" target="_blank">Se a intenção já era vergonhosa, a argumentação de Isabel Alçada é mentirosa e um insulto a quem não viva do que se conta nos livros de aventura.</a> Diz a ministra: <em>&#8220;A intenção do Ministério da Educação é que todas as crianças  portuguesas beneficiem de escolas com todos os requisitos que a Educação  do século XXI exige: salas com equipamentos adequados, espaços de  biblioteca, refeitórios e espaços para o exercício de desporto&#8221;</em>. O seu Secretário de Estado, João Mata, completa o embuste dizendo que se pretendem encerrar unicamente<em> &#8220;escolas  de insucesso, isoladas e sem condições e sem recursos  adequados ao sucesso escolar&#8221;</em>. Quando sabemos que o único argumento é o financeiro as boas intenções têm a perna curta e devem ser desmascaradas.</p>
<p>São cerca de 15 mil os alunos e famílias afectadas com um impacto social impossível de medir. Se a medida é aberrante na sua generalidade, quando se desce ao terreno concreto ela revela o lado mais obscuro do PEC e da austeridade que nos querem impor.</p>
<p>A Comissão de Pais de uma escola modelo, no Alentejo, fez chegar ao <strong>Cinco Dias</strong> um caso concreto, que passamos a contar na primeira pessoa. Se dúvidas haviam quanto ao carácter deste Governo, que se dissipem. Passámos do socialismo liberal para o socialismo demencial. Não há outra leitura possível.</p>
<p><strong>Pela Comissão de   Pais e Encarregados de Educação dos alunos da escola da Boa Fé:</strong></p>
<p><strong><span id="more-39247"></span><br />
</strong></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: large"><strong>Contra o encerramento  da escola da Boa Fé (Évora)</strong></span><span style="font-family: Arial;font-size: medium"><strong> &#8211; Uma escola modelar do ensino público de qualidade em meio rural.</strong></span></p>
<p><em><strong><span style="font-family: Arial;font-size: small">Avisos prévios ao leitor: </span></strong></em></p>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Arial;font-size: small">este é apenas um ‘caso    de estudo’ no marco de um ataque generalizado (a) ao ensino público    e (b) à qualidade de vida das populações mais desfavorecidas do  interior; </span></li>
<li><span style="font-family: Arial;font-size: small">a Comissão que subscreve    este manifesto foi criada espontaneamente para defender uma escola que     é propriedade de todos os portugueses, convidando o leitor a apoiar    activamente esta causa pública e a combater os ataques em curso contra     as estruturas públicas que funcionam exemplarmente no nosso país.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">O encerramento desta  escola é sintomático da política paradoxal, actualmente em curso,  para desertificar o interior e isolar as populações rurais: à construção   de auto-estradas faraónicas, onde se atribuem contratos milionários  a mega-empresas, contrapõe-se o encerramento de escolas e postos médicos   locais, impulsionando as populações das periferias a migrar para os  aglomerados urbanos. (Percebe-se ao serviço de quem estão afinal as  auto-estradas que aproximam o litoral urbano do interior abandonado:  do turismo de luxo que frequenta os ‘resorts’ que, como cogumelos,  despontam por toda a parte; enquanto o país se endivida, os ricos  circulam,  mas isso são outras contas…) </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">Há uma semana,  ou seja, a menos de um mês das matrículas para o próximo ano lectivo,  e sem qualquer aviso prévio, o presidente da Junta de Freguesia da  Boa Fé, recentemente eleito pela CDU, foi convocado para uma <strong>’reunião-surpresa’</strong> na escola da sua freguesia, onde compareceram altos representantes da  Câmara Municipal de Évora, da Direcção Regional de Educação do  Alentejo e da Direcção do Agrupamento de Escolas nº3. Estes  comunicaram-lhe  unilateralmente que as actividades lectivas de ensino básico da escola  iriam encerrar no final do presente ano lectivo. Sem mais conversa,  sem mais diálogo. O argumento evocado foi o do ‘isolamento’ das  crianças. Afirmaram peremptoriamente que, um dia mais tarde, na Escola  Secundária, aquelas crianças iriam desintegrar-se. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">Sem o apoio de qualquer  relatório técnico, estudo, parecer, ou de uma simples avaliação  feita às crianças por psicólogos, aquelas senhoras e senhores –  que jamais viram a dita escola em funcionamento e jamais ouviram uma  palavra da meia dúzia de professores que lá trabalham – não tiveram  dúvidas em evocar o ‘isolamento’ das crianças para justificar  a decisão tomada. Mas como podem os alunos daquela escola ser  considerados  ‘isolados’ por quem nunca os observou-analisou-estudou? </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">O argumento do  ‘isolamento’  faz todo o sentido para escolas com muito poucos alunos, mas não para  uma escola onde diariamente convivem mais de 15 crianças e onde as  previsões para o próximo ano apontam para cerca de 20 (somando o número  total de crianças: do jardim de infância e do ensino básico). Os  professores das actividades extra-curriculares consideram por quase  unanimidade que, (a) pelas excelentes instalações, (b) pela qualidade  do ambiente humano e (c) pela motivação e interesse demonstrados pelos  alunos (que se traduzem nas notas por si obtidas e no seu excelente  comportamento), esta é a escola que funciona melhor, das várias onde  trabalham! Ora, se os alunos revelassem sintomas de ‘isolamento’  (incomunicabilidade, dificuldades de expressão, timidez, falta de  sociabilidade,  má educação), isto não poderia logicamente suceder.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">Quanto ao funcionamento  exemplar de uma escola que tem para oferecer um produto de elevada  qualidade,  Vasco Fretes, coordenador pedagógico da Dança nas Escolas, considera-a  mesmo a melhor de todo o distrito de Évora: “Neste momento, na minha  opinião e pelo que falo com outros professores esta é a melhor escola  onde se pode trabalhar neste momento. (…) É a escola ideal para se  desenvolver um projecto estruturado e consistente onde sei à partida  que a escola tem as condições ideais para proporcionar um crescimento  progressivo, em harmonia, tranquilo à criança. Como coordenador esta  é a minha preocupação neste momento. Onde encontrar escolas como  a da Boa Fé?” A opinião dos professores de música, educação física e  de inglês, que também contactámos, vai no mesmo sentido, pelo que  o último afirma: “fico surpreendido com a referência ao isolamento  das crianças. Não o detecto, dado que o grupo é coeso e não demonstra  comportamentos isolacionistas. A escola funciona bem e a turma, ainda  que pequena, é uma excelente turma.” </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">Redigidos por  profissionais  independentes e devidamente competentes, estes são os <strong>únicos</strong> depoimentos fundamentados que existem acerca do funcionamento da escola  da Boa Fé, que, com excelentes condições logísticas e um generoso  espaço de recreio (frutos de investimentos sucessivos realizados pela  Junta de Freguesia), é um dos pilares em que assenta a luta contra  a desertificação de uma freguesia que, contando já com um novo  loteamento  aprovado pelo PDM, tem atraído recentemente vários casais jovens para  aí residirem, prevendo-se que venha a atrair muitos mais. E todos  aqueles  depoimentos são unânimes: esta escola exemplifica o que de melhor  se tem feito, em meio rural, no combate ao insucesso escolar e ao  isolamento  dos alunos; é um modelo que devia ser estudado e seguido pelas restantes   escolas do distrito! </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">Facilmente rebatido o  argumento do ‘isolamento’, a verdade surge-nos nua e crua: a decisão  do encerramento é exclusivamente administrativa. O ‘isolamento’  foi a <strong>mentira</strong>, o <strong>embuste</strong> que representantes nossos (da  Câmara Municipal, da Direcção Regional de Educação e do Agrupamento  de Escolas), unicamente preocupados em reduzir a despesa pública sem  olhar a meios, forjaram para nos iludir. E, em democracia, isso é  indigno  e inaceitável. Quem tem por função representar-nos tem por dever  esclarecer-nos e informar-nos; nunca enganar-nos! </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small"><strong>Por isso,  continuaremos  em luta por um direito que nos assiste: educação de qualidade na nossa  zona de residência!</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small"><strong>A Comissão de Pais  e Encarregados de Educação dos alunos da escola da Boa Fé, </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: small">1 de Junho de 2010</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;font-size: x-small"><strong>Para mais  esclarecimentos  contacte-nos por mail:</strong></span> <span class="oe_textdirection">&#x6d;&#x6f;&#x63;&#x2e;&#x6c;&#x69;&#x61;&#x6d;&#x67;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x65;&#x66;&#x61;&#x6f;&#x62;&#x73;&#x69;&#x61;&#x70;&#x65;&#x64;&#x6f;&#x61;&#x73;&#x73;&#x69;&#x6d;&#x6f;&#x63;</span></p>]]></content:encoded>
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		<title>big brother is always (t)here!</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/27/big-brother-is-always-there/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 10:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zenuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Big-Brother]]></category>
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		<description><![CDATA[Inside the Webcam-Spying Principal&#8217;s Office [FUN] [ original http://gizmodo.com/5481418/a-hypothetical-look-inside-the-webcam+spying-principals-office ] You&#8217;ve probably heard about the school district that installed spy software on laptops issued to its students so they could spy on them without their knowledge. Creepy! Well, here&#8217;s a &#8230; <a href="http://5dias.net/2010/02/27/big-brother-is-always-there/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I<strong>nside the Webcam-Spying Principal&#8217;s Office</strong> [FUN]<br />
<object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i4q_T02myi0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/i4q_T02myi0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object><br />
<small>[ original <a href="http://gizmodo.com/5481418/a-hypothetical-look-inside-the-webcam+spying-principals-office">http://gizmodo.com/5481418/a-hypothetical-look-inside-the-webcam+spying-principals-office</a> ]<br />
<em>You&#8217;ve probably heard about the school district that installed spy software on laptops issued to its students so they could spy on them without their knowledge. Creepy! Well, here&#8217;s a peek at the principal who came up with the idea. The other fellow in the video is DC Pierson, of Derrick Comedy fame.</em></small></p>
<p><strong>NY Vice-Principal Brags About School&#8217;s Laptop Spying to PBS</strong> [REAL]<br />
<script type="text/javascript" src="http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/js/pap/embed.js?frol02n28adq996"></script><br />
<small>[ original <a href="http://gizmodo.com/5480962/ny-vice+principal-brags-about-schools-laptop-spying-to-pbs">http://gizmodo.com/5480962/ny-vice+principal-brags-about-schools-laptop-spying-to-pbs</a> ]<br />
<em>Apparently using laptop webcams to spy on students isn&#8217;t an isolated problem. An assistant principal in the Bronx recently not only bragged about doing just that to PBS—he demonstrated it live. Heads up: this gets real creepy.</em></small></p>
<p>bom fim de semana!</p>]]></content:encoded>
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		<title>A religião na escola pública, o caso francês</title>
		<link>http://5dias.net/2009/03/05/a-religiao-na-escola-publica-o-caso-frances/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 23:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[No seguimento do artigo do Ricardo Santos Pinto um comentário possível sobre a situação em França seria: &#8709; (que Deus me perdoe a deformação profissional). A França aboliu a concordata com o Vaticano em 9 de Dezembro de 1905 através &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/03/05/a-religiao-na-escola-publica-o-caso-frances/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No seguimento do <a href="http://5dias.net/2009/03/05/a-religiao-na-escola-publica/">artigo</a> do Ricardo Santos Pinto um comentário possível sobre a situação em França seria: &empty; (que Deus me perdoe a deformação profissional). </p>
<p>A França aboliu a concordata com o Vaticano em 9 de Dezembro de 1905 através da <a href="http://www.ladocumentationfrancaise.fr/dossiers/laicite/index.shtml">lei de separação da Igreja e do Estado</a> de Aristide Briand. A adopção da lei foi conflitual e contou com uma enorme resistência dos meios católicos e dos monárquicos de diversas tendências. Antes disso, em <a href="http://daniel.calin.free.fr/textoff/loi_1881.html">1881</a> e <a href="http://daniel.calin.free.fr/textoff/loi_1882_vo.html">1882</a>, Jules Ferry tinha aprovado as leis que tornaram o ensino público universal, obrigatório e laico.<span id="more-16835"></span></p>
<p>A conjugação das leis de 1881, 1882 e 1905 com a legislação posterior levaram à situação actual onde a religião é não apenas totalmente ausente do ensino público mas sobretudo proibida. Em 2004 a aprovação pelo governo Rafarin da <a href="http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=JORFTEXT000000417977&#038;dateTexte=">lei 2004-228 de 15  de Março</a>  que proíbe o porte de símbolos religiosos ostentativos em estabelecimentos de ensino público gerou uma grande polémica. Lembro-me de na altura eu e o António Figueira termos posições opostas sobre o assunto: eu considerava a lei desnecessária e via-a como especialmente dirigida contra a comunidade muçulmana (na altura a lei ficou conhecida como a lei do véu islâmico), o António considerava que a lei era importante para defender a laicidade e os direitos das mulheres (aliás ofereceu-me na altura um interessante texto de Régis Debray intitulado &#8220;o que nos esconde o véu&#8221;).</p>
<p>Comparando com Portugal: em França não há disciplinas de religião, em contrapartida  há uma tradição de não haver aulas à quarta-feira no primário para que, quem quiser, possa enviar os filhos à catequese. Um padre ou um frade professor ou director de uma escola será possível desde que não ostente a sua condição de padre, ou seja terá que se vestir à &#8220;paisana&#8221; e terá a obrigação de neutralidade religiosa.</p>
<p>Esta situação faz com que a esmagadora maioria do ensino privado seja confessional em França, e aí há muita escolha: aqui em Boulogne-Billancourt há três escolas secundárias católicas e uma judaica.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Em boa companhia</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 14:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Na polémica sobre a publicação de livros o Ricardo Santos Pinto está em boa companhia, assim de repente vêm-me à memória os nomes de Daniel Pennac e de Vergílio Ferreira, ambos escritores e professores do ensino secundário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2009/03/200px-daniel_pennac.jpg" alt="200px-daniel_pennac" title="200px-daniel_pennac" width="200" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-16629" /><img src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2009/03/vf1.jpg" alt="vf1" title="vf1" width="336" height="337" class="aligncenter size-full wp-image-16631" /></p>
<p>Na <a href="http://corporacoes.blogspot.com/2009/02/professores-tempo-inteiro.html">polémica</a> sobre a publicação de livros o Ricardo Santos Pinto está em boa companhia, assim de repente vêm-me à memória os nomes de Daniel Pennac e de Vergílio Ferreira, ambos escritores e professores do ensino secundário.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O que é preciso para se ser professor?</title>
		<link>http://5dias.net/2009/02/21/o-que-e-preciso-para-se-ser-professor/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 14:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Importámos muitas coisas do sistema francês mas no que toca ao ensino uma diferença enorme existe no recrutamento de professores do ensino secundário. Em Portugal o diploma do ensino superior determina a entrada na carreira docente, em França nenhum diploma &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/02/21/o-que-e-preciso-para-se-ser-professor/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importámos muitas coisas do sistema francês mas no que toca ao ensino uma diferença enorme existe no recrutamento de professores do ensino secundário. Em Portugal o diploma do ensino superior determina a entrada na carreira docente, em França nenhum diploma dá directamente acesso à docência. Usando o meu caso como exemplo, em França mesmo tendo um doutoramento em Matemática não posso ensinar no secundário a não ser que passe um concurso onde estarei em pé de igualdade com outros candidatos. </p>
<p>Neste momento, em França, um <a href="http://www.sauvonsluniversite.com/spip.php?article736">movimento de protesto</a> está em curso contra vários aspectos da reforma do ensino superior. Um dos pontos que os representantes dos professores e dos alunos do superior contestam é a &#8220;masterização&#8221; do acesso à docência no secundário. O que a ministra propõe é a adopção de um modelo próximo da prática portuguesa com o acesso à carreira docente a depender directamente do diploma de Master desvirtuando completamente o sistema de concursos actualmente em vigor. Um dos aspectos que mais choca na reforma é a substituição das provas da matéria que se vai ensinar por provas de didáctica, ou seja para se ensinar matemática deixa de ser preciso saber matemática, só se pede que se saiba didáctica da matemática.</p>
<p>A luta actual dos sindicatos de professores e estudantes em França parece-me totalmente oposta a algumas reivindicações que li na imprensa portuguesa contra a introdução de concursos de recrutamento (até vi argumentar que os concursos desvalorizam as licenciaturas).<span id="more-15960"></span></p>
<p>Na minha opinião uma das grandes forças do sistema de ensino francês é a grande solidez da formação dos professores nas matérias que ensinam. Uma das condições necessárias para se ser um bom professor é uma sólida formação na matéria que se ensina, alguém pode imaginar um professor de música que não saiba ler uma pauta?</p>
<p>O sistema dos concursos em França: CAPES e Agrégation tem a vantagem de por todos os candidatos em pé de igualdade independentemente da Universidade de que venha (para se candidatar a um concurso há um nível mínimo de habilitações). Na minha área o candidato passa uma prova escrita onde tem que demonstrar que domina noções de Álgebra, Análise, Geometria e Matemática Aplicada, e uma prova oral onde tem que dar uma aula de um tema escolhido entre 3 lições tiradas à sorte perante um júri. Na oral pretende-se verificar que o candidato domina os conceitos científicos, é capaz de organizar a lição, expõe bem, sabe escrever claramente no quadro e sabe responder às perguntas. A diferença entre os dois concursos está no nível de conhecimentos exigido (os candidatos à Agrégation podem ensinar até ao segundo ano da universidade) e na dificuldade. Os professores &#8220;Agrégés&#8221; formam uma espécie de elite com um serviço mais reduzido e salários mais elevados. Aqueles que passam o concurso são integrados num instituto universitário de formação de mestres (IUFM) onde aprendem os aspectos pedagógicos.</p>
<p>O sistema Francês não é perfeito, as orais do CAPES e da Agrégation têm tendência a transformar-se num sistema codificado deixando para segundo plano a avaliação das capacidades de comunicação do candidato com a turma. Outra crítica recorrente é o cariz excessivamente teórico da formação nas IUFM onde a pedagogia é ensinada de um ponto de vista demasiado distante da realidade do terreno que os professores vão enfrentar. As IUFM têm tendência a valorizar os aspectos psicológicos e a menosprezar os aspectos práticos da transmissão de conhecimentos: como se fazer respeitar, como organizar uma aula, como lidar com alunos em dificuldade, etc. </p>]]></content:encoded>
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		<title>Dificuldades escolares: a ofensiva contra o RASED e a SEGPA</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/26/dificuldades-escolares-a-ofensiva-contra-o-rased-e-a-segpa/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 21:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[O actual governo Francês decidiu uma reforma profunda da educação da pré-primária à universidade. Entre os muitos aspectos polémicos a reforma dos dispositivos de ajuda aos alunos em dificuldade é especialmente grave pois afecta uma população fragilizada. Para poder expor &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/01/26/dificuldades-escolares-a-ofensiva-contra-o-rased-e-a-segpa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O actual governo Francês decidiu uma reforma profunda da educação da pré-primária à universidade. Entre os muitos aspectos polémicos a reforma dos dispositivos de ajuda aos alunos em dificuldade é especialmente grave pois afecta uma população fragilizada. Para poder expor o meu ponto de vista sou obrigado a aderir à mania francesa das siglas e diminuitivos <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Existe actualmente no ensino primário um dispositivo chamado &#8220;Réseau d&#8217;Aide Spécialisé aux Elèves en Difficulté&#8221; (RASED). O funcionamento do dispositivo é assegurado por dois tipos de professores com formações especializadas: &#8220;Maîtres E&#8221; e &#8220;Maître G&#8221; assistidos, eventualmente, por psicólogos escolares. Os &#8220;Maître E&#8221; são professores especializados encarregados de ajuda de dominante educativa, ou seja, têm uma formação especial para tratar de alunos com dificuldades de aprendizagem. Os &#8220;Maître G&#8221; têm uma especialização em reeducação, ou seja, ajudam alunos com dificuldades de adaptação à escolaridade. Em geral o RASED funciona em coordenação com os professores de cada escola e trabalha com os alunos na classe e fora da classe; a finalidade do dispositivo é a de integrar o aluno numa escolaridade normal. O RASED ajuda alunos com dificuldades pontuais (problemas de disciplina, dificuldades de concentração, dificuldades de organização, etc) durante períodos curtos ou com dificuldades mais estruturais durante períodos longos. Da minha experiência associativa quando os meus filhos estavam no primário guardo uma grande admiração pelos professores do RASED que conheci, fazem um trabalho notável e extremamente difícil pois muitos aspectos, nomeadamente os familiares, são incontroláveis, mesmo assim com muito trabalho com os alunos e diálogo conseguem salvar a escolaridade de um bom número de jovens.<span id="more-13872"></span></p>
<p>No secundário o dispositivo que dá pelo nome &#8220;Section d&#8217;Enseignement Général et Préprofessionnel Adapté&#8221; (SEGPA) destina-se a alunos em dificuldade para os quais uma escolaridade &#8220;normal&#8221; é julgada impossível. As SEGPA funcionam nas escolas secundárias com professores do primário e do secundário e uma forte componente de ensino prático (pré-profissional) de variadas actividades: cozinha, mecânica, construção civil, comércio, etc. A finalidade é levar os alunos a obterem um diploma profissionalizante (CAP-Certificado de Aptidão Profissional) que lhes dê acesso a uma profissão. São orientados para este dispositivo os alunos que terminam a primária com grandes lacunas de conhecimentos para os quais a repetição do quinto ano (a primária em França tem 5 anos) é julgada inútil. A decisão de orientação em SEGPA é sugerida pelos professores do primário e, em geral, é discutida com a família que tem sempre a possibilidade de se opor. Na minha opinião a SEGPA é uma espécie de constatação dos limites do sistema de ensino unificado, trata-se de um mal menor ou de uma resposta pragmática ao problema extremo dos alunos para os quais ficar no primário não serve para nada e ir para o secundário é condená-los ao insucesso. </p>
<p>O actual ministro da educação, Xavier Darcos, decidiu aplicar uma série de reformas marcadas por duas características: redução das despesas e retorno aos valores à moda antiga (autoritarismo, nacionalismo, etc).  Dois exemplos desta reforma são a tentativa de supressão do RASED que deu origem a um protesto comum das associações de pais e dos sindicatos de professores com um  <a href="http://www.sauvonslesrased.org/index.php?p=4">abaixo-assinado</a> que já tem mais de 200.000 assinaturas, várias manifestações, duas greves e protestos individuais. A ideia do ministro é substituir o RASED por um sistema de auxílio escolar em pequenos grupos fora do horário escolar ministrado pelos professores, tudo isto após a supressão de 3 horas de aulas por semana (aos sábados de manhã) o que deixa os professores com tempo para assegurar esta nova tarefa sem custos suplementares para o estado. A ideia subjacente é a de que os problemas não se resolvem com psicologias ou pedagogias, segundo já ouvi dizer um defensor do ministro &#8220;é com autoridade e trabalho que os problemas se resolvem&#8221;.</p>
<p>No que diz respeito à SEGPA as coisas são mais &#8220;clandestinas&#8221; não há nenhum plano oficial de mudanças, no entanto, assistimos nas escolas a uma progressiva asfixia por falta de meios: diminuição dos orçamentos, abandono de algumas opções, não nomeação de professores, etc. No caso particular da escola dos meus filhos a secção de construção foi fechada por falta de professores o que tem empurrado para o privado algumas famílias de alunos em dificuldade. </p>]]></content:encoded>
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		<title>Conselhos de disciplina</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/15/conselhos-de-disciplina/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 19:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre as minha atribuições de representante eleito dos pais a que mais me custa é a participação nos conselhos de disciplina. Para quem não conhece o sistema Francês os estabelecimentos do ensino secundário são geridos de forma paritária por três &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/01/15/conselhos-de-disciplina/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as minha atribuições de representante eleito dos pais  a que mais me custa é a participação nos conselhos de disciplina. Para quem não conhece o sistema Francês os estabelecimentos do ensino secundário são geridos de forma paritária por três corpos: representantes da administração, representantes do pessoal e representantes das famílias. O órgão principal é o conselho de administração (CA) onde participam os membros por inerência (director, sub-director, conselheiro principal de educação, etc) e membros eleitos representando professores, funcionários não docentes, alunos e pais. O CA elege (a palavra francesa é instala) comissões dedicadas a tarefas específicas. Algumas destas comissões são regulamentadas pela lei (Comissão de Higiene e Segurança, Comissão de concursos, Conselho de Disciplina, etc), outras (Comissão de sensibilização aos problemas de saúde, etc) são da iniciativa do estabelecimento.</p>
<p>Numa escola secundária francesa o director e o  Conselheiro Principal de Educação (CPE) encarregam-se dos problemas disciplinares, no entanto, o castigo mais severo que podem aplicar é a suspensão até 1 semana. Para casos graves a lei obriga-os a convocar o conselho de disciplina que funciona como um pequeno tribunal e que tem poder para aplicar castigos que vão da repreensão escrita até à expulsão definitiva da escola.<span id="more-13326"></span></p>
<p> Em geral os conselhos são bem preparados pela direcção da escola, um dossier de instrução com relatórios detalhados sobre os factos e sobre o percurso escolar do aluno e por vezes testemunhos escritos de adultos ou de outros alunos é preparado com antecedência e é consultável pela família do aluno e pelos membros do conselho.</p>
<p>A sessão propriamente dita  é presidida pelo director da escola, o aluno é acompanhado pela família que pode ser assistida por outra pessoa, na minha experiência vi mães virem acompanhadas de explicadores, advogados, amigos, patrões e até educadores judiciários. São também convocados ao conselho pessoas exteriores que possam dar informações suplementares: delegados de turma, director de turma, etc. A sessão começa sempre com a leitura do acto de acusação seguida de uma intervenção do acusado ou da família sobre o conteúdo da acusação. Geralmente estabelece-se um debate contraditório onde intervêm os membros do conselho, na minha experiência os que mais participam são os pais e os professores eleitos, o director e o CPE conhecem bem o problema e intervêm ou para contradizer o aluno ou para nos esclarecerem sobre questões mais polémicas. Segue-se uma deliberação à porta fechada com obrigação de segredo e voto secreto da sanção e o anúncio formal à família da decisão do conselho e das possibilidades de recurso.</p>
<p>Há três anos que represento os pais no conselho de disciplina da escola dos meus filhos e até hoje fico perturbado sempre que saio de uma sessão. Na esmagadora maioria dos casos quando o conselho se reúne o caso é bastante grave na minha experiência já tive: fogo posto de um contentor de reciclagem de papel, insultos a um professor, ameaça com arma branca a um professor, não respeito repetido das regras da escola (faltas, saídas não autorizadas, recusa de trabalho nas aulas, perturbação, etc), insultos racistas e sexistas, agressão a outro aluno, etc. A convocação do conselho vem sempre na sequência de acções da escola junto dos pais: telefonemas do director de turma, reuniões com o CPE, discussões com o director, intervenção do assistente social, castigos, etc. Em muitos casos vemos face a nós o reflexo dos problemas da sociedade actual: famílias ausentes (em cerca de 50% dos casos só vem a mãe), conflitos familiares graves, delinquência (alguns jovens de 14 anos já foram condenados pela justiça), total desmotivação, apatia ou desprezo pelo conhecimento e pelos estudos.</p>
<p>É absolutamente necessário para o bom funcionamento de uma escola impor regras; o conselho de disciplina tem um papel formal importante para evitar que as regras se transformem em letra morta, serve também para enviar uma mensagem forte de solidariedade institucional às vítimas, é importante para um professor insultado por um aluno que a instituição faça alguma coisa em vez de o deixar abandonado. Em muitos casos, infelizmente, não há nenhuma alternativa, já vi alunos que vão na terceira expulsão de escola, que são inscritos noutra escola (aqui a escolaridade é obrigatória até aos 16 anos) e para os quais os castigos não têm nenhum efeito. Existem algumas instituições destinadas a miúdos com problemas de integração escolar, algumas funcionam como internatos separando os jovens da família e trabalham em grupos extremamente reduzidos (4 ou 5 alunos) em torno de curriculae mais manuais, infelizmente, o número de lugares nessas instituições é demasiado escasso devido ao elevado custo por aluno.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Encontros com os professores: servem para alguma coisa?</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/14/encontros-com-os-professores-servem-para-alguma-coisa/</link>
		<comments>http://5dias.net/2009/01/14/encontros-com-os-professores-servem-para-alguma-coisa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 13:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinco dias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Pretendo com este artigo iniciar uma troca de experiências com o Ricardo Santos Pinto sobre o ensino secundário. A minha ligação com o ensino secundário é completamente distinta da do Ricardo, eu sou pai e milito na maior federação francesa &#8230; <a href="http://5dias.net/2009/01/14/encontros-com-os-professores-servem-para-alguma-coisa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pretendo com este artigo iniciar uma troca de experiências com o Ricardo Santos Pinto sobre o ensino secundário. A minha ligação com o ensino secundário é completamente distinta da do Ricardo, eu sou pai e milito na maior federação francesa de associações de pais (FCPE), sou há vários anos, representante eleito dos pais no Conselho de Administração e no Conselho de Disciplina de um estabelecimento do ensino secundário em França. Espero que tenhamos oportunidade de confrontar experiências de professor e de pai assim como o sistema de ensino português com o francês.</p>
<p>Ontem fui à escola dos meus filhos para para encontrar os professores, por aqui os estabelecimentos organizam pelo menos duas vezes por ano um fim de tarde dedicado aos encontros entre os pais e os professores. Recebemos um papel no &#8220;caderno de correspondência&#8221;, (no meu tempo de estudante, em Portugal, não existia nada de comparável a este caderno agora não sei) trata-se de um caderno que serve para toda a comunicação entre os pais e a escola, contem montes de coisas como informações gerais, ausências de professores, notificação de castigos, pedidos de reuniões, o horário, etc.  Quando chegamos à escola recebemos um papel com a lista dos professores e a sala em que cada um nos espera, nalguns casos recebemos previamente uma convocação de um professor, nos outros casos vamos ter à sala e esperamos para falar com o professor.<span id="more-13248"></span></p>
<p>Em regra geral os professores descrevem-nos os resultados, a participação e o comportamento dos filhos na classe depois apontam-nos os pontos fracos e explicam-nos o que é necessário corrigir, por vezes fazem  sugestões de métodos de trabalho. O sistema funciona bem com famílias presentes mas essas são justamente as que menos precisam, ontem os três encontros que tive foram trocas de impressões amenas e pequenos detalhes sobre a maneira de trabalhar. Nos casos mais problemáticos a sensação que tenho é que o fosso que separa os professores dos pais é tal que as reuniões são pouco produtivas, muitos professores têm dificuldade para dialogar com os pais sobretudo sobretudo quando estes se atrevem a criticar o trabalho daqueles (para evitar mal-entendidos eu acho que os pais não devem interferir no trabalho pedagógico excepto em casos extremos). Quando há enormes problemas de falta de motivação ou de indisciplina as reuniões transformam-se muitas vezes em diálogos de surdos ou em confronto aberto.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Do conflito entre os professores e o ministério da Educação</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 19:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor texto, mais sensato e mais equilibrado que tenho lido sobre este assunto foi escrito pelo Paulo Pinto no Jugular. Sugiro a sua leitura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor texto, mais sensato e mais equilibrado que tenho lido sobre este assunto foi escrito pelo Paulo Pinto no <a href="http://jugular.blogs.sapo.pt/535819.html" target="_blank">Jugular</a>. Sugiro a sua leitura.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Da desobediência</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 12:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu modesto entendimento, o julgamento do Carlos Vidal neste seu texto parte da confusão frequente por parte das pessoas entre “democracia” e “liberdade”, que já aqui referi. O Carlos apela à “desobediência”. A desobediência é um atributo fundamental da &#8230; <a href="http://5dias.net/2008/12/03/da-desobediencia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu modesto entendimento, o julgamento do Carlos Vidal <a href="http://5dias.net/2008/12/01/e-agora-ou-nunca/">neste seu texto</a> parte da confusão frequente por parte das pessoas entre “democracia” e “liberdade”, que já <a href="http://5dias.net/2008/04/25/viva-a-liberdade-viva-a-igualdade-viva-a-democracia/" target="_blank">aqui referi</a>. O Carlos apela à “desobediência”. A desobediência é um atributo fundamental da liberdade, mas inaceitável em democracia (pelo menos sem sofrer as consequências). Em democracia os governos são eleitos por sufrágio universal para fazerem leis, que os cidadãos devem acatar. Tal aplica-se a todos, mas mais ainda aos funcionários públicos (incluindo neste caso os professores). As profissões onde cada um é livre de fazer tudo o que quiser chamam-se justamente – <em>voilà</em> – “liberais”. Não consta que a profissão de professor o seja.<br />
Dito isto, é evidente que os governos devem negociar com os sindicatos tudo o que tenha a ver com legislação laboral. Principalmente um governo que se diz de esquerda deve procurar chegar a acordos com os sindicatos. Mas na impossibilidade de esse acordo ser atingido, o governo tem legitimidade para seguir o seu programa, que será julgado nas eleições livres seguintes. Os sindicatos têm o direito de continuar as suas lutas, mas não podem desobedecer às leis do governo escolhido por todos os cidadãos. O trabalho (neste caso o dos professores) diz respeito a toda a sociedade, e não somente à classe profissional. Cada sindicato é escolhido somente pela classe profissional e não por todos os cidadãos. Tal desobediência seria assim profundamente antidemocrática.<br />
Não digo com isto que não seja possível (e às vezes até desejável) a desobediência mesmo em democracia, mas em democracia quem desobedece tem que sujeitar-se às consequências. A desobediência é um acto de liberdade, e todos os actos de liberdade têm responsabilidades associadas. Mais do que desejável, indispensável é a desobediência na ausência de democracia, em regimes ditatoriais. Neste caso não consta que o governo seja ditatorial. Se quem apela à desobediência pensa ser esse o caso, deve assumi-lo claramente.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o cartão magnético de acesso às escolas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponto prévio: acredito que a principal preocupação de muitos pais ainda seja o controlo total dos filhos adolescentes, e partilho a grande preocupação da Maria João Pires quanto a este facto. Dito isto, eu não vejo a introdução de um &#8230; <a href="http://5dias.net/2008/09/24/sobrecarta/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ponto prévio: acredito que a principal preocupação de muitos pais ainda seja o controlo total dos filhos adolescentes, e partilho a grande preocupação da <a href="http://5dias.net/2008/09/22/costumeiro-ataque-de-fel-de-inicio-de-ano-lectivo/" target="_blank">Maria João Pires</a> quanto a este facto.<br />
Dito isto, eu não vejo a introdução de um cartão magnético necessariamente ou exclusivamente como uma medida de “controlo total”. É-o em parte e é aí que eu o critico. Não me parece razoável que um aluno do secundário não possa entrar e sair livremente da escola. Não me parece sobretudo razoável que alunos do 2º ciclo (de 10 e 11 anos) sejam tratados da mesma forma que adolescentes pré-universitários. São idades muito diferentes, e esta indistinção origina uma imaturidade que hoje já se nota nos alunos do primeiro ano das universidades.<br />
De qualquer forma, da maneira como o cartão é apresentado pela Maria João, parece que as escolas passam a ser uma espécie de “Big Brother”, onde todos os passos lá dentro são vigiados, os intervalos, o convívio com colegas, eventuais demonstrações de afecto e experiências que é suposto ter-se nesta idade. Não é assim, e ainda bem que não é. O cartão parece-me positivo até ao 9º ano, e com algumas alterações e salvaguardas importantes (poder vir cá fora ao café da D. Maria fumar um cigarrinho no intervalo – afinal não se pode fumar dentro das escolas, não é?) também mesmo no secundário.<span id="more-6412"></span><br />
Um dos aspectos importantes do cartão é o controlo da assiduidade. É aqui que eu não concordo com a Maria João, nomeadamente com a frase “A ideia de que alguém se mostre satisfeito pela existência de um cartão que lhe permite, por exemplo, ser avisado em tempo real de uma simples balda de um filho arrepia-me.” O controlo da assiduidade e o combate ao absentismo são de uma extrema importância em todas as actividades profissionais ao longo da vida, e a escola secundária é um bom local para começar a aprendê-lo. Nenhum aluno é impedido de faltar por isto. Aliás, tanto quanto eu sei, a única alteração deste cartão vai ser mesmo a comunicação da falta em tempo real ao encarregado de educação, pois ele já poderia tomar conhecimento de todas as faltas (não em tempo real) se assim desejasse. O cartão é é uma medida de responsabilização: o estudante deve habituar-se a assumir a responsabilidade pelos seus actos, nomeadamente pelas suas faltas. Não é encarando-as como “uma simples balda”, um “pequeno disparate” a que não se liga muito que se fomenta essa responsabilidade. A este respeito convém recordar as reacções dos alunos que vêm do estrangeiro, nomeadamente filhos de imigrantes, ao compararem a escola dos seus países de origem com a portuguesa. Todos referem que a escola portuguesa é menos exigente, que a atitude dos alunos portugueses é muito diferente da deles. Para eles a escola é para se aprender, e “uma simples balda” é algo impensável. É com estes alunos que temos que nos comparar e é como estes alunos que devemos querer que os nossos filhos sejam.<br />
Resumindo, para mim a introdução do novo cartão é uma medida a elogiar, embora se deva rever a sua aplicação.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A classe média e o ensino privado</title>
		<link>http://5dias.net/2008/04/07/a-classe-media-e-o-ensino-privado/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 15:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blogues]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[No último Prós e Contras (de há uma semana), Carlos Abreu Amorim referiu que a “classe média” está cada vez mais a abandonar o ensino secundário público e a transferir os seus filhos para o privado. Na sua última crónica &#8230; <a href="http://5dias.net/2008/04/07/a-classe-media-e-o-ensino-privado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;">No último Prós e Contras (de há uma semana), Carlos Abreu Amorim referiu que a “classe média” está cada vez mais a abandonar o ensino secundário público e a transferir os seus filhos para o privado. Na sua <a href="http://blasfemias.net/2008/04/07/a-utopia-do-eduques/" target="_blank">última crónica no Correio da Manhã</a> (entre algumas considerações que julgo acertadas, como o grau de esforço exigido pela aprendizagem), insiste: “muitos” suspeitam do sistema público. Só que os números (sempre os números!) parecem não lhe dar razão: de acordo com a excelente Isabel Fevereiro, que se sentava ao seu lado, no mesmo programa, somente 7% dos alunos frequentam o ensino privado. Esses 7% estão muito longe de ser a “classe média”, pelo menos no ensino secundário. Mas a culpa desta confusão não é (só) de Carlos Abreu Amorim: reside no profundo equívoco do conceito que a média e alta burguesia faz da “classe média”. A “classe média” é trabalhadora por conta de outrem, vive no subúrbio e esfalfa-se para pagar uma casa, quando pode. Não pode colocar os seus filhos no ensino privado. A média e alta burguesia que Carlos Abreu Amorim conhece e que coloca os filhos no privado não é “classe média”. Recomendo uma leitura, também no Blasfémias, do texto <a href="http://blasfemias.net/2008/04/02/revolta-contra-a-curva-de-gauss/" target="_blank">Revolta contra a curva de Gauss</a>.</span></p>]]></content:encoded>
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		<title>Finalmente, mudanças radicais em Portugal!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 22:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BD]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2535" href="http://5dias.net/2008/03/28/finalmente-mudancas-radicais-em-portugal/2535/" title="mudancafundo.jpg"><img src="http://5dias.net/wp-content/uploads/2008/03/mudancafundo.jpg" alt="mudancafundo.jpg" /></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Em Portimão</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 22:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Mais um) excelente texto do Tárique: Quando eu andava no secundário ia-se de bicicleta para a escola pelo menos até aos 16 anos. O parque para bicicletas era grande e estava normalmente cheio, se bem que é verdade que a &#8230; <a href="http://5dias.net/2008/03/28/em-portimao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Mais um) excelente texto do <a target="_blank" href="http://nadirdostempos.blogspot.com/2008/03/terra-natal.html">Tárique</a>:</p>
<blockquote><p>Quando eu andava no secundário ia-se de bicicleta para a escola pelo menos até aos 16 anos. O parque para bicicletas era grande e estava normalmente cheio, se bem que é verdade que a <span style="font-style: italic">rainha</span> era a motorizada. Hoje isso acabou. O parque para carros quadruplicou de tamanho. Uma lista candidata a um conselho directivo fazia campanha prometendo lugares de estacionamento para todos. Dizem que é uma questão de prestígio, demorar 5 minutos de carro para o trabalho em vez de 5 minutos de bicicleta.</p>
<p>Num dos meus baldios preferidos estão já há um tempo a construir um novo centro comercial gigante, que vai entupir ainda mais a sobrelotada V6. Já se vão vendo encasinamentos fora da época alta. E a cidade é plana. E as ruas do centro são estreitas. E há uma ponte em que só podem passar bicicletas. E só os ucranianos é que andam de <span style="font-style: italic">bike </span>como transporte. Os mesmos ucranianos cujos filhos se queixam da escola ser demasiado fácil e de haver muita indisciplina nas escolas portuguesas. Os filhos.</p></blockquote>]]></content:encoded>
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