Aquivos por Autor: José Borges Reis

Do voluntarismo ao?..

E se o Governo pagar a desempregados para trabalharem no BPI ou em grandes empresas? C’oa breca… Eureka! Fernando Ulrich revela hoje no Diário Económico uma inovação teórica de génio: o emprego em Portugal cria-se com “voluntarismo”. Caso contrário, “o … Continuar a ler

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O grunhido como instrumento de análise política

Hoje, no exílio, vi o telejornal da 2. O que apeteceu dizer de seguida? Chegámos a um tempo em que os grunhidos podem dizer mais que as palavras.

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Eu acredito num futuro melhor! E tu?

A Coca-Cola lembrou-se de nos lembrar, que há razões para num mundo melhor acreditar. Estou plenamente de acordo. Por exemplo, já ninguém liga peva à Coca-Cola. Nem ao McDonalds. O revelador momento publicitário – que apenas confirma como não se … Continuar a ler

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Novas formas da poética

Em tempos de trevas, a sanidade encontra formas tanto mais imaginativas de expressão quanto mais totalitário é o império da insanidade. O testemunho mais certeiro do estado a que chegou a esfera pública democrática nos dias que correm. Esta obra-prima … Continuar a ler

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Da importância do vómito na conjuntura política actual

José Mário Branco será muito recuperado, não sem razão, os Ratos de Porão também. Eis todavia a música mais adequada a este dia. “Em entrevista à Wire, Stephen O’Malley dos SUNN O))) faz uma referência à lenda que IT se … Continuar a ler

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Dedicado às jugulentas

A propósito do seu agudo sentido do essencial e do acessório (1, 2, 3), disse o Figueira o bastante ali abaixo. Faltou acrescentar isto. PS – Para evitar discriminações de género, dedicado aos jugulentos também (4). Um esforço mais, jugulentos … Continuar a ler

_Publicado em cinco dias \ 16 comentários

Da cerveja ao bife, passando pelo filósofo, tudo se falsifica. Porque não políticos?!

O baronete Karl-Theodor zu Guttenberg (zu ou von em nome alemão lembra em português coisas como, digamos, de Vasconcellos ou Athaíde), ministro da defesa alemão, jovem, belo (!), nobre (literalmente), empreendedor, pró-activo – em suma, a corporização de tudo o … Continuar a ler

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As mulheres portuguesas, essas porcalhonas

O i presenteia-nos hoje com um peculiar alerta. A capa: grande imagem de fetos em várias fases de desenvolvimento, “53 abortos legais todos os dias em Portugal!”! Lá dentro, a jornalista Sílvia Caneco grita Aqui d’el Rei: número de abortos … Continuar a ler

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Sugestão visual (um)

Nos momentos de ócio hiper-estimulado da vida actual, atingimos por vezes clarões de uma placidez benquista tanto quanto imprevista, assim como as montanhas nascem das entranhas (da terra). Olhe-se. Atente-se na tectónica tensão conceptualismo/figurativismo latente no rabanete timidamente soerguido, na … Continuar a ler

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Mundanidades

“Devia haver uma revista Caras de esquerda – de esquerda não, progressista – com gente gira e com aqueles nomes tão finos (adoro juju Inês de Meneses). Eu acho.” Um palpite acertado do Bic Laranja. (E não se tome isto … Continuar a ler

_Publicado em cinco dias \ 13 comentários

Essa já é velha, mas eles pelos vistos não se lembram

Uma das armas mais eficazes desenvolvidas na luta pela dominação social no último quarto de século foi a censura passiva, censura tanto mais eficaz quanto não silencia activamente as mensagens incómodas, arriscando chamar demasiadas atenções pelo caminho, mas as afoga … Continuar a ler

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Da boa música má, ao vivo

Já com a tasca a fechar, a discussão sobre boa- e má- música-boa (1) prosseguiu frente à porta. Um comentador diz que mais fascinante é a boa-música-má. Tem muita razão. Boa-música-má: gordurenta, suja, sem a pretensão de nos fazer urbanos, … Continuar a ler

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Da boa música boa e da má música boa

Há dias, fez o João Torgal um elogio aos National que pôs um canto desta tasca, perto da casa de banho, em alvoroço. O Bruno Peixe, em jeito muito educado e jesuítico, contrapôs, sim é bom, mas sobrevalorizado, e não há de … Continuar a ler

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