Recibos Verdes foi ontem o tema do ‘Consultório’, da TVI24. Myriam Zaluar, dos Precários Inflexíveis, foi a convidada.
Recomendo que vejam, e espero que este tipo de programas sirva para cada vez mais pessoas perceberem a barbaridade que são os recibos verdes, além de todas as implicações éticas e económicas que esse sistema traz.
Reportagem da correspondente vanguard da Current TV: Mariana Van Zeller.
Uma hora de estórias, que não conseguem ser vistas em mais lado nenhum, e que versam sobre as vidas, as esperanças e os sonhos e medos de jovens que arriscam a vida para se fazerem ouvir.
Este programa especial inclui um olhar exclusivo sobre ser jovem no Irão, quer quando vão a festas alternativas/underground de dança, quer como polícia cultural/de costumes do Irão (Basij – Iran’s culture cops).
(a introdução é da Current TV e foi traduzida por mim. há também um trailer.)
Nuno Crato é Professor Associado com Agregação de Matemática e Estatística no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa. É pró-reitor para a Cultura Científica da Universidade Técnica de Lisboa.Licenciou-se em Economia no ISEG. Doutorou-se em Matemática Aplicada nos Estados Unidos e trabalhou depois nesse país muitos anos, como investigador e professor universitário. O seu trabalho de investigação incide sobre processos estocásticos e séries temporais com aplicações várias, nomeadamente computacionais, climatéricas e financeiras.
[ mais informação em www.iseg.utl.pt/~ncrato ]
E no rodapé do artigo de que falei ainda há pouco, também fui surpreendido por esta frase: Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ‘80040e21′ ODBC driver does not support the requested properties. /noticia.asp, line 310, que significa que a página do Avante funciona aparentemente sobre um programa da capitalista e proprietária empresa de Bill Gates e não num qualquer programa Open Source.
O Conselho dos Guardiões rejeitou anular as presidenciais iranianas das quais resultou a reeleição do actual presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, com quase dois terços dos votos, contra pouco mais de um terço do seu principal opositor, Mir-Hossein Mousavi.
De acordo com informações fornecidas pela máxima autoridade constitucional iraniana, as irregularidades registadas no sufrágio do passado dia 12 não são suficientes para anular a consulta em que participaram mais de 40 milhões de pessoas. Apesar de em 50 dos mais de 360 distritos eleitorais iranianos terem sido registados mais votos que votantes, num total de aproximadamente três milhões, o Conselho sublinha que o resultado não se altera a favor de Mousavi, uma vez que este foi derrotado nas urnas por mais de 11 milhões de votos de diferença, explica. Acresce que a maioria das queixas da oposição refere-se a alegadas irregularidades anteriores à realização da consulta, diz ainda o Conselho.
Simultaneamente, continuam nas ruas do Irão os confrontos envolvendo as autoridades, partidários de Mousavi e apoiantes de Ahmadinejad. Apenas estes últimos acatam a proibição dos protestos decretada pelo governo para evitar tumultos. Segundo dados oficiais divulgados pela imprensa iraniana, citados pela Prensa Latina, em mais de uma semana de crise política morreram 19 pessoas, mil foram feridas, entre as quais 400 polícias, e 457 foram presas.
O governo iraniano diz que os detidos são agitadores ao serviço de potências estrangeiras e, face à colossal mobilização de meios contra o regime (milhões de dólares investidos pela CIA, manipulação de informação, instrumentalização de plataformas de comunicação para difundir uma situação de aparente caos e mobilizar sectores da população com base em boatos), acusa o imperialismo de ingerência nos assuntos internos do país.
EUA, Alemanha, França e Grã-Bretanha estão apostados numa campanha para derrubar o governo do Irão, que depois de convocar vários embaixadores estrangeiros acreditados em Teerão para os esclarecer sobre a situação, equaciona rever as relações com as três potências europeias.
On June 24, Iranian Superstar Andy Madadian went into an LA recording studio with Jon Bon Jovi, Richie Sambora and American record producers Don Was and John Shanks to record a musical message of worldwide solidarity with the people of Iran.
This version of the old Ben E. King classic is not for sale – it was not meant to be on the Billboard charts or even manufactured as a CD…..it’s intended to be downloaded and shared by the Iranian people…to give voice to the sentiment that all people of the world stand together….the handwritten Farsi sign in the video translates to “we are one”.
Este artigo ficou por publicar já há uns dias, mas apresenta-nos uma estória que demonstra como as pessoas que trabalham nos media não são necessariamente os dinossauros dos medias à beira da morte… (zn)
PS22 Chorus “LANDSLIDE” by FLEETWOOD MAC (acoustic version)
Another request from our friend Perez Hilton and so so beautiful on the kids. This has always been one of my favorite Fleetwood Mac songs, and the kids do it incredible justice. Tori Amos also has covered this many times as well as the Dixie Chicks and countless others. Of course no one sings this like Stevie Nicks, but we hope she would be proud. Cheers to the chorus for putting this rendition out into the universe, and of course, to Perez himself, who asked for a Fleetwood Mac song. Great choice!! A landslide was never such a beautiful thing. The part that tugs my heartstrings the most? “Even children get older…. I’m getting older too.”
The PS22 Chorus is a kids choir of 60 kids from a new york city public elementary school. They are slowly but surely taking over the world….. and we who are fortunate enough to work with them, feel quite blessed. And of course, thanks to Perez for all of your unbelievable support for the past 2 years! Keep those requests a’comin!
Mir Hossein Mousavi’s official message to Iranians abroad
In the Name of the God, The Compassionate, The Merciful
Dear compatriots,
Honorable Iranians living abroad,
Your widespread and energetic presence in this year’s 22 Khordad elections is indicative of your ties to our beloved Iran, and your admirable worries about the future of your country, and as I mentioned to you in my election message, Iran belongs to all Iranians and all layers of the populous are responsible for its future, and enjoy the same rights in it.
I feel obliged to thank you for your epic presence in determining the future of your country. Your widespread welcoming of these elections and your green and energetic presence at the ballot boxes was so large that it even forced the government and the organizers of the elections to admit to a 300% increase in the participation of Iranians in the tenth presidential elections outside of the country.
Your trust in this insignificant civil servant and your decisive vote for me in most of the voting stations outside of the country has placed a heavy burden on my shoulders. I would like to give you my assurance that I remain true to my existing pact with you and all layers of the great people of Iran, and using all legal avenues will demand your deserved rights that have been violated at the ballot boxes.
Unfortunately, as you witness in the international media, contrary to the letter of the constitution, and the stated freedoms in the Islamic Republic, all my communication with the people and you has been cut off, and people’s peaceful objections are being crushed. The national media which is being financed with public funds, with a revolting misrepresentation is changing the truth, and labels the peaceful march of close to three million people as anarchist, and the media that are being controlled by the government have become the mouthpiece of those who have stolen the people’s votes.
I’d like to thank you again for your peaceful objections which have received widespread coverage across the world, and would like to ask you that by using all legal channels, and by remaining faithful to the sacred system of the Islamic Republic, to make sure that your objections are heard by the authorities in the country. I am fully aware that your justified demands have nothing to do with groups who do not believe in the sacred Islamic Republic of Iran’s system. It is up to you to distance yourself from them, and do not allow them to misuse the current situation.
Já foi nesta 5ª feira, 25 de Junho, que tivemos a aula de Olga Pombo.
Olga Maria Pombo Martins é licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1971), concluiu em 1986 o mestrado em Filosofia Moderna pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, apresentando uma dissertação intitulada Leibniz e o Problema de uma Língua Universal. Em 1998 doutorou-se em História e Filosofia da Educação pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa com a apresentação e defesa de uma dissertação intitulada Unidade da Ciência e Configuração Disciplinar dos Saberes. Desde 1 de Agosto de 2007, é professora auxiliar da Secção de História e Filosofia da Ciência. É actualmente Coordenadora da Secção Autónoma de História e Filosofia da Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (desde Setembro de 2007). [ Curriculum Vitæ ]
Colóquio público sobre o MAP no próximo sábado, dia 20 de Junho
Catarina Portas, Joana Vasconcelos, Rosa Pomar e Raquel Henriques da Silva anunciam uma nova acção a favor do Museu de Arte Popular
O Museu essencial e incómodo: As razões de um protesto: fala quem sabe sobre o Museu de Arte Popular
20 de Junho a partir das 16h frente ao MAP
Após uma acção pública de protesto, bordando um lenço de namorados, no dia dos Museus; após a entrega de um pedido de reabertura do processo de classificação do edifício do MAP ao Ministro da Cultura (até ao momento sem resposta); após o lançamento de uma petição pública online em defesa do MAP (quase nas 4.000 assinaturas em 15 dias); após a criação de um blog que tem recolhido informação, documentos e depoimentos de vários especialistas e estudiosos sobre este tema; o grupo dinamizador da campanha cívica a favor da reabertura do Museu de Arte Popular decidiu organizar um colóquio público interdisciplinar sobre a história e a importância do MAP.
Acontecerá no próximo sábado dia 20 de Junho, a partir das 16h00, diante do Museu de Arte Popular e contará com as intervenções de oradores especialistas de história de arte, antropologia e crítica de arte.
Temas a abordar:
Do Pavilhão da Vida Popular ao Museu de Arte Popular – o edifício de 1940 e a sua adaptação a Museu pelo arq. Jorge Segurado (1942-47); as esculturas de 1940 e as de 43-47; as pinturas murais (decoração, ilustração, museografia), um património ignorado pela história da arte e por identificar; o edifício e a sua decoração – um projecto integrado; o MAP e as suas colecções à luz da antropologia actual. Ler o resto »
Em 18 de Junho a aula foi com José Gil e como habitualmente decorreu no salão nobre da CML e foi transmitida em directo na Internet.
José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), com um estudo sobre «O Corpo como Campo de Poder», sob orientação de François Châtelet. Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Foi Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris e ensina actualmente na Universidade Nova de Lisboa. Na Relógio D’Água tem publicados onze ensaios e dois livros de ficção narrativa (A Crucificada e Cemitério dos Desejos). Algumas das suas obras estão publicadas no Brasil e traduzidas em Espanha, França, Itália e nos EUA.