“A Saúde não se vende, defende-se”

Em protesto contra a privatização da Saúde, 322 dirigentes de 137 centros de saúde da região madrilena entregaram a sua carta de demissão, que se tornará efetiva quando o plano do Governo for concretizado. Outros três mil profissionais assinaram uma petição a recusarem futuras nomeações para substituirem os colegas demissionários.

As “mar

és brancas”, como se intitulam as manifestações em defesa da Saúde pública em Madri

d, têm juntado milhares de pessoas nos últimos meses. “A Saúde não se vende, defende-se” é a palavra de ordem mais repetida nestes protestos

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