Sempre que ouvires o bloco central defender a redução de deputados lembra-te que são deputados como o Miguel Tiago que eles querem tirar do Parlamento

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

20 respostas a Sempre que ouvires o bloco central defender a redução de deputados lembra-te que são deputados como o Miguel Tiago que eles querem tirar do Parlamento

  1. JgMenos diz:

    Péssimo exemplo de parlamentarismo, burguês e da pior espécie.
    Seria bem mais económico distribuir tempos de antena para que cada partido pudesse difundir as suas cassetes do que pagar a 250 mecos (assistidos por pessoal abundante e outros meios) para ouvirem as cassetes uns dos outros.
    Tudo o mais poderia ser feito por email ou um qualquer blog!

    • nêspera diz:

      A propósito de cassetes…
      http://5dias.net/2012/12/05/a-cassete-que-tinha-razao/

      É que há cassetes e cassetes 😉

    • Duarte diz:

      OH camarada proletário! Há muita gente que nao tem net nem mail nem dinheiro para a ter.
      Força camarada proletario

      Depois para votar as leis a Malta fazia por conferencia electrónica?

    • De diz:

      Eis o discurso acanalhado típico que esconde o conceito de democracia que de facto alguns sinistros demagogos têm.
      Estou a ser comedido nas palavras. Porque esta cassete replicada por Menos , já a ouvimos da boca dos Duce de outrora.Bem como a escutamos dos esgares dos que já sonham com os Duce do presente.
      Menos vai-se distraindo?Ou revelando mais e melhor ao que vem e o que pretende?

  2. nêspera diz:

    “Não é corajosa a vítima que colabora com o agressor, mas a que lhe faz frente!”

    Ah! Como amo este Homem!

  3. bolota diz:

    não o miguel tiago sairá pelo partido decidir por isso

    ou arranjar um emprego pois os comunistas ganham poucochinho…

    10% de votos expressos tornaram-se em 9% mercê da elevada idade dos votantes e dos membros do partido

    média de idade do pessoal do aparelho partidário 56 anos

    e dos membros do partido anda pelos 42…mesmo os da geração do miguel tiago

    andam todos acima dos 30

    os últimos a entrar em força com 18 e 20 em 2002 e 2004…são uma minoria

    e dai para cá….

    mas pressupondo….9% dava 9% de 180 lugares …não seria o pcp a perder representatividade

    a base eleitoral é sólida

    • Duarte diz:

      O bolota deve ter trabalhado no Census a recibo verde.

    • Carlos Carapeto diz:

      Camarada Bolota.

      Não sei onde queres chegar com a tua análise?
      Nunca tive preocupações em verificar a faixa etária ou o nível social de qualquer camarada, preocupo-me sim em aprender e passar os meus conhecimentos a todo o camarada que encontre, para mim não há novos nem velhos trato-os todos do mesmo modo e com o mesmo respeito, peço igual para mim, Camarada apenas.

      Há uns anos os inimigos do partido “preocupavam-se” com a suposta idade avançada dos militantes do PCP, hoje já começam a criticar a ascenção dos jovens no aparelho do partido.

      Portanto os nossos inimigos forjam sempre um motivo para denegrir.

      Não têm é a honradez de fazer como fazem os deputados comunistas, que abdicam da parte do salário acima do vencimento que tinham cá fora.

      Por aqui pode ver-se onde reside a honestidade o empenho e a dedicação na defesa dos direitos do povo.

      Pela experiência que tenho do partido garanto de certeza que no PCP é onde existem as pessoas com melhor formação e consciência politica.

      ´ Porque a maioria dos que por aí anda sofrem de uma profunda falta de formação politica e ideologica.

  4. maria diz:

    … pode ser que o feitiço se volte contra o feiticeiro!!!!
    Miguel Tiago, João Oliveira, Bruno Dias e outr@s desta bancada farão sempre falta na defesa de Abril!!! pode ser que eles continuem e que outros que se sentem seguros (?!) desapareçam!!!
    há que lhes dar voz e visibilidade!!
    quando foi da votação do OE, a bancada do Povo que se sentou atrás das bancadas da CDU e do BE, também se levantaram CONTRA!!! pouco ou nada se falou desse “episódio”… “irrevelante”!?!

    • Duarte diz:

      Em Portugal tem sido ate agora a maior taxa de desemprego da historia tem.
      Em Cuba nem tudo o que lê se aproxima da realidade.

    • Duarte diz:

      Tente ler outras fontes nao acredite em tudo
      Havana – Em frente a uma das centenas de casas que cercam a Universidade de Havana, duas mesas de lata formam um balcão improvisado que separa Simone Cruz, 27 anos, de sua nova profissão. Formada em gastronomia, ela agora é vendedora de bijuterias e acessórios para cabelo. Simone deixou há apenas três meses o trabalho de assistente em um refeitório escolar. O convite para o novo emprego veio de sua vizinha, que é dona da casa e do estabelecimento, montado há oito meses: “Trabalho um pouco mais, mas ganho mais também. Eu tive medo, mas preferi arriscar e mudar”.

      Cuba ratificou a decisão que muda a estrutura do emprego no país: a demissão de 500 mil a um milhão de trabalhadores no setor estatal e a ampliação do trabalho privado
      Em meia hora de caminhada pelas ruas de Havana, é possível encontrar dezenas de cafés pequenos restaurantes domésticos montados na frente das casas, com um ou dois empregados. O cardápio tem cachorro-quente, pão com queijo ou refeições em cajitas ou pratos de plástico que não custam mais de dez pesos cubanos (o equivalente a 60 centavos de reais).

      Esses pequenos estabelecimentos agora serão parte importante da “atualização do modelo econômico cubano”, o mais importante processo político anunciado no país nos últimos anos, recebendo parte dos funcionários estatais que serão demitidos. É o que planeja o governo da ilha.

      “É preciso apagar para sempre a noção de que Cuba é o único país do mundo onde se pode viver sem trabalhar.” Foi com essas palavras que o presidente Raúl Castro definiu um dos pilares das mudanças que foram discutidas e ratificadas no VI Congresso do Partido Comunista, realizado em abril de 2011.

      Simone Cruz admite que foi um “longo e penoso processo” trocar a gastronomia – profissão para a qual estudou na universidade mais antiga do país – pela profissão de vendedora. Apesar dos riscos, contou que se sentiu motivada a apostar na mudança para juntar dinheiro. Sua meta é abrir um pequeno restaurante em sua própria casa. “Quero fazer e servir cajitas (uma espécie de marmita cubana), mas ainda preciso de capital”, afirmou.

      Trabalho privado
      Em meados de 2010, quando os ajustes foram mencionados pela primeira vez, ficou claro que a política trabalhista seria alterada logo na primeira fase, prevista para ser concluída em 2012. O objetivo é enxugar o excesso de funcionários da máquina estatal, aumentar a produtividade e, gradativamente, melhorar os salários em um país onde atualmente a taxa de desemprego é de 2%. Nas palavras de Raúl, “fazer com que todas as pessoas aptas se integrem ao trabalho”.

      Poucos meses após o primeiro anúncio, o governo ratificava a decisão que mudaria a estrutura do emprego em Cuba: a demissão de 500 mil a um milhão de trabalhadores no setor estatal e a ampliação do trabalho privado. “Vamos flexibilizar as atividades por conta própria, ampliando as oportunidades”, afirma Carlos Mateo, vice-ministro do Trabalho e Previdência Social.

      Essa possibilidade não é uma novidade. A modalidade foi introduzida nos anos 1990, durante o período especial, quando o país enfrentou a crise causada pela queda da União Soviética. Na época, foram concedidas as primeiras licenças para os trabalhadores por conta própria, os conta-propistas. Foi então que, rapidamente, apareceram nas ruas de Cuba os paladares, como foram chamados os pequenos restaurantes particulares, lanchonetes, cabeleireiros e táxis privados. Ao todo, naquele período, foram concedidas 306 mil autorizações. No fim da década, essas licenças deixaram de ser outorgadas.

      Antes, a contratação de mão-de-obra só era permitida a 83 das 178 atividades que o setor privado desenvolve no país. Agora, as 178 são autorizadas. Desde outubro de 2010, 325.947 novas autorizações foram outorgadas. As expectativas do governo eram de atingir esse número somente no final de 2011. A área mais procurada (22% das solicitações) foi a de venda de elaboração de alimentos, seguida pela solicitação para mão-de-obra contratada em negócios particulares (17%), transporte de passageiros (6%) e aluguel de casas (3%), segundo dados governamentais.

      Quase 70% dos cubanos que solicitaram licenças como autônomos estavam desvinculados do mercado de trabalho – já trabalhavam como conta-propistas na informalidade, sem ter licença concedida – e 30% correspondem a ex-empregados estatais ou aposentados.

      Ricardo Alarcón, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, comemora esse processo. Para ele, não é necessário que o Estado administre barbearias ou venda de raspadinhas de gelo e fruta, populares durante o verão cubano. “É inútil, custoso, vai contra o orçamento do Estado e favorece a corrupção. Você precisa criar quase um ministério para fazer o que uma pessoa sozinha é capaz de fazer”, ironizou.

      Os conta-propistas também terão de conviver com uma novidade conhecida por poucos cubanos: pagar impostos sobre a renda e contribuir para a previdência social. Os valores anunciados variam entre 25% e 50% da renda líquida anual dos pequenos empresários. Estarão isentos aqueles que ganham menos de cinco mil pesos cubanos anuais. Foi fixado também um imposto de 10% para quem alugar a casa ou a garagem, piscina ou um quarto. Já a contribuição para a previdência deve ser de 25%, sendo que os conta-propistas é que deverão arcar com os custos dos empregados contratados.

      Outra mudança está na política salarial, a começar pela diferença entre o maior e o menor salário do país, segundo Mateo. O valor mais alto é de 650 pesos, o que recebe um ministro, e o mais baixo é de 225 pesos cubanos, dos auxiliares de limpeza. “A diferença entre salários irá aumentar, para estimular a produtividade”, salientou.

      Novos parâmetros
      A taxa de desemprego em Cuba (2%) é um número considerado baixo para os padrões latino-americanos. No Brasil, o índice está em torno de 6%, contra 8,7% no Chile e 5,6% no México, por exemplo. “Nunca houve desemprego em massa, a política de Estado, contra a crise, foi a de garantir o pleno emprego”, explica Mateo.

      O vice-ministro reconhece o risco, agora, de aumentar o índice de desemprego no país, mas garante que a economia cubana poderá absorver grande parte dessa mão-de-obra. “O conta-propismo é uma alternativa de trabalho. Os que ficarem disponíveis também poderão trabalhar na agricultura”, exemplificou.

      Os trabalhadores demitidos recebem, além de um mês de salário no primeiro mês sem emprego, até 60% de seu último vencimento por outros 120 dias, dependendo da antiguidade no serviço público. A fórmula modifica a política anterior, pela qual havia um seguro de desemprego que, em alguns caso, se prolongava indefinidamente.

      Para Mateo, Cuba tem enfrentado uma queda na eficiência, efeito colateral da política do pleno emprego, uma das vitrines do chamado “socialismo real”. Na regra vigente antes das reformas, um empregado sabia que, se seu desempenho não fosse satisfatório, a máxima punição seria a transferência de função. Quase 80% dos cinco milhões de trabalhadores cubanos são servidores públicos e calcula-se em um milhão a gordura nas folhas salariais do governo e suas empresas.

      A possibilidade de ser demitido por razões produtivas criará uma insegurança inédita para o trabalhador cubano, admite o vice-ministro, mas deve ajudar na busca de eficácia das autarquias e companhias estatais. “Enxugar a máquina é fundamental para atingir os objetivos propostos no Congresso, entre os quais a elevação dos salários e a redução dos gastos públicos improdutivos”, destaca Mateo. “Sem a elevação da produtividade também não poderemos arcar com as despesas sociais próprias de nosso sistema.”

    • Carlos Carapeto diz:

      “Luis Moreira says:

      28 de Dezembro de 2012 at 10:43
      E o maior despedimento colectivo da história?”

      Importa-se de comparar com o descalabro a todos os níveis e em todas as áreas que aconteceu (e continua) nos antigos países Socialistas depois da reinstauração do capitalismo?

      Se tem dificuldades eu dou uma ajuda.

      O capitalismo é tão eficaz a produzir riqueza como é a gerar miséria e exclusão.

    • De diz:

      Moreira engana-se no recado e no texto e remete-nos para um pindérico texto de um pindérico director de qualquer coisa, armado em protector de empresários.O ridículo continua com uma história sobre porcos e sobre leitões, embora fique mais ou menos claro que os animais citados não são de facto os verdadeiros animais da história.
      O processo do moreira converte-se assim num autêntico fiasco que comprova a cabotinice, a ignorância, o semi-analfabetismo e a mediocridade de muitos dos “empresários” deste recanto.
      O moreira parece que não sabe sequer o que põe em “cena”.E tenta desviar o tema do post com este seu regurgitado pessoal.
      RIP

  5. LM R diz:

    A bem da verdade, quem ficaria de fora… dependeria dos partidos.

  6. Duarte diz:

    Noticia El Pais de hoje

    Procesados en Chile siete exmilitares por el asesinato del cantautor Víctor Jara
    Los oficiales estaban a cargo de centenares de prisioneros confinados en el estadio de Santiago, donde el artista murió en 1973

    Apesar de já terem passado quase 40 anos do assassinato é uma grande vitoria.

    Nao merece um post com música do Jara? acho que sim

  7. Português diz:

    Serei sempre a favor da redução do número de deputados, e que estejam na função com regime de exclusividade e que aumentem os seus salários se necessário fôr.

    Os bons deputados, espero eu, teram sempre lugar no parlamento mas essa gestão dependerá dos “bons” partidos. A representatividade de cada partido na assembleia seria justificada pelos votos como até aqui… mas enquanto houver a mentalidade em relação aos “custos da democracia” seremos um Portugal menor… enquanto assim continuar-mos vos digo…

    Portugal pode falir mas eu e os meus não podem!

    O meu pequeno país (a minha casa) tem um governo composto pela coligação de dois partidos (o meu e o da minha esposa) e ambos estamos comprometidos com esta missão. A nossa assembleia é composta apenas pelos secretários gerais de cada partido (eu e a minha esposa) a nossa comissão não possui carros de alta celindrada embora estejamos a desempenhar cargos de alta responsabilidade (sempre estamos à frente dos destinos da nossa casa …perdão “país”não é verdade…) não existe caviar nem cordeniz na nossa mesa mas temos sempre 3 refeições por dia nessa mesa.

    Portugal, como a minha casa, deveria ser gerido pelo mesmo principio:

    Primeiro o que preciso, depois o que quero…

    Preciso de 250 deputados? Não, mas quero…
    Preciso de ter carros de alta celindrada? Não, mas quero…
    Preciso de ter tantas juntas de freguesia? Não, mas quero…

    O que eu quero sei eu… mas como o não o vou ter!
    Viverei com o que preciso…

    • De diz:

      Mais uma vez a ladainha triste, repetida,monótona e profundamente ideológica de comparar a gestão caseira com a governação de um país.
      Inutil descascar o que está por detrás disto e desta conversa da treta.Porque já foi bastas vezes, mesmo aqui, escalpelizada.Daí que basta sair da zona de conforto e ir procurar informação alternativa à fornecida pelos esbirros do esbirro relvas.
      Só para sublinhar o seguinte.O comentador com o nick “português” pode ter andado a viver acima das suas possibilidades e a pedir dinheiro emprestado. ´
      Nós por cá não.
      Daí que a dívida privada que os criminosos governamentais troikistas querem que paguemos que seja endereçada a quem é responsável por ela.
      E que se deixe de demagogias a cheirar a choradinho demagógico de que o próprio nick é já um exemplo

Os comentários estão fechados.