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COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.

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- Raquel Varela em Bloco de Esquerda, os cães e as crianças
- Raquel Varela em O Cão de Hitler
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Boa noite!
Tenho acompanhado um pouco do que vai aparecendo na imprensa e na blogosfera sobre este caso e vi a reportagem. Fiquei, digamos assim, estarrecido. O que a reportagem nos revela é de uma dimensão ainda maior do que aquilo que já se conhecia. E pergunto-me: como é possível? Como atingiu a fraude esta dimensão sem que ninguém tenha dado por nada? Como é possível que tudo isto tenha sido pensado, planeado, montado e executado por uma única pessoa, hoje felizmente detida para descanso das nossas consciências e das nossas carteiras? Não é possível descobrir os cúmplices, os co-beneficiários do esquema e correr com eles de todo e qualquer cargo?
Feliz Natal
Pingback: Artur Baptista da Silva II | cinco dias
Temos uma Justiça adaptada à sociedade agrícola onde as questões patrimoniais respeitavam sobretudo a delimitação de terras e heranças.
Ninguém sabe nada de negócios, e os políticos ajudam à festa:
A regra legal de que os gerentes, quando o capital da empresa é perdido em mais de 1/3, tinham que reunir credores e, na ausência de acordo, tinham de requerer a insolvência ou iam para a cadeia, está SUPENSA há mais de 30 anos.
Há sobretudo que preservar postos de trabalho – essa grande vitória de Abril!
EIS A CONTA!
Menos!
Vá fazer demagogia barata para onde quiser.Mas tentar esconder os amigalhaços do presidente em exercício mais os seus cúmplices da direita neoliberal (em trânsito para o assalto aos cofres) com base na “preservação de postos de trabalho” é um exercício que fede.
Fede tanto que o cheiro parece provir directamente do cano de esgoto governamental.
A absolvição dos pulhas ainda não contempla tal argumentário.A direita governa-nos há mais de 35 anos.Os negócios e as negociatas são um dos padrões neolberais bem conhecidos.Apontar para uma lei como limite para a podridão do capitalismo é no mínimo ridículo.Com a justificação dos postos de trabalho é no mínimo escabroso.
Próprio de um sicário.Sem vergonha
Como sempre qualquer pretexto é bom para o insulto.
Quem tem língua em vez de pensamento bem merece o que temos.
Insulto?
Não reparou que o insulto é quem tenta aproveitar o saque a cargo dos seus companheiros ideológicos para verter o seu fel sobre Abril e na mesma onda camuflar aquele?
Sorry Menos mas não passa
Como já disse num comentário que não aparece:
A lei que obriga os gestores a declarar a insolvência se 1/3 do capital das sociedades for perdido, está suspensa há mais de 30 anos.
Dizem que foi suspensa para que não se perdessem postos de trabalho.
A conta está aí, e é para pagar pelos poucos que têm trabalho!
Ou de como a actividade dos homens de negócios da direita pesporrenta e troglodita pode ser aplacada pelas leis em vigor?
(A constituição de 1933 também não autorizava a tortura.Foi o que se viu)
Sabe-se que o relvas andou em actividades mafiosas com o coelho.As leis foram mandadas às urtigas..Nada impediu os cappo de o fazerem.
A justiça de classe continua em execução.Os crimes de colarinho branco passam impunes.E este anda atrás do “dizem” qual vestal a fazer (mal) o trabalho de casa?
Mas há mais,com custos bem maiores para Portugal que o caso do BPN, paradigma do que é a direita a governar-(se).
O caso da Constituição da República.Não respeitada pelos patifes que ocupam o poder. E não cumprida por quem a jurou cumprir.Não foi nem suspensa.Nem há os “dizem que dizem” das alcoviteiras do regime.
É o que se vê
Sabe-se…diz-se…há bem pior…é o que se vê.
Era bem vindo um esforço de análise, a articulação de uma qualquer acção que não seja um grito ou caminhada…ou um insulto.
Sorry Menos mas não dou para esse peditório escandaloso de camuflagem da sua coorte ideológica.
Os amigos do seu presidente e da cupula laranja de direita neoliberal/pesporrenta são o que são.
O espelho da seu modelo de sociedade.A face,uma das faces, do capitalismo miserável.O BPN é um exemplo paradigmático e o responsável por uma importante sangria do dinheiro público.
A invocação de uma “lei” a que se segue um asqueroso “dizem” é fundamentalmente um exercício de má fé.E a amostra de como actua ideologicamente alguém comprometido com o poder.
Oh mestre!
Faz favor pode explicar-se melhor. Mas o que tem a ver a a robalheira do BPN com a criação de postos de trabalho?
Bem; neste caso em concreto até serviu para destruir muitos.
Se é um saudosista do passado Salazarista para evocar leis desse tempo, fique sabendo que eu , passado só aprecio o bife e tem que ser muito passadinho.
Não foi a seita da sua tribo que roubaram à fartazana, incluindo o cacique que está em Belém quem lucrou com a falcatrua?
Nenhum roubo significativo é feito em pouco tempo, salvo por assalto.
O que se tem roubado é feito com método e com tempo.
Isso quer dizer que tendo os juízes bem pagos e meios abundantes temos más leis.
A que referi dizia: se não parares de gerar prejuízos vais preso. Simples e compreensível, excepto para comunas cegos que se houvem falar em despedimentos desatam aos gritos…
Os esforços de Menos para ocultar a denuncia do capitalismo em movimento são o que são.
E apesar da fala mansa e quase beata com que tenta fazer passar a sua mensagem, fá-la de facto aos berros e aos gritos.
Fala em juízes ( e até diz que bem pagos!) e em “meios abundantes” (só nos cofres dos exploradores).E aponta para um réu:as leis que temos.
Da forma viscosa que agora parece ser o seu timbre, insiste nos “despedimentos ” como álibi para a tal suspensão da lei.
Miseráveis métodos e miseráveis processos.
Ou de como desta forma sórdida se tenta não só proteger os ladrões que são protegidos pelo próprio poder(não é a direita que nos tem governado desde 1975?) e que se confundem com o próprio poder, como tenta esconder a natureza e os meios desse mesmo poder.Incluindo como é óbvio a justiça de classe ao serviço dos elementos da sua classe.
O que dirá Menos sobre o terrorismo social feito em tão pouco tempo por esse canalha do coelho e seus muchachos?
Será também assalto?Ou roubo?
Pa
Mais vale tarde do que nunca… Mas acho interessante que alguns jornalistas e outros comentadores só agora é que tenham chegado à descoberta de mais um exemplo dos esquemas de golpada bancária velhos de séculos… Com o privilégio exorbitante – para entidades privadas – de criar dinheiro a partir do crédito concedido de que é que se estava à espera… Mas continua a haver uns poetas que acham que nacionalizar a banca é uma aventura perigosa… Eles – os golpistas – agradecem.