O Expresso cerra fileiras e não abre uma brecha no comentário político. Todos e a uma só voz.

O PCP veste Prada e…Gucci! – João Lemos Esteves

O fascismo de Álvaro Cunhal continua vivo – Henrique Raposo

O(s) partido(s) dos funcionários – Henrique Monteiro

Os partidos dos funcionários (II) – Daniel Oliveira

Estaline é capaz de aparecer no Congresso comunista do Feijó – Paulo Gaião
(via grevista)

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24 respostas a O Expresso cerra fileiras e não abre uma brecha no comentário político. Todos e a uma só voz.

  1. itavares diz:

    Todos sem excepção,são pagos para isso.

    • Carlos Carapeto diz:

      Enganou-se no nome de quem escreveu o estapafúrdio.

      Não será Gaião?
      Se for o Gorjão que conheço nem de escafandro mergulhava numa fossa séptica para retirar esse produto potrefacto.

  2. Raquel Varela diz:

    O fascismo de Álvaro Cunhal é particularmente delirante.

  3. rg diz:

    Como comunista, militante, intervenho procurando apresentar a minha crítica à crítica social democratra ou do género reacionária de fachada libertária, ambas diferentes.
    As citações apresentadas constituem o grupo da crítica idiota ao pcp. Não justificam uma linha que seja.

  4. Armando Cequeira diz:

    O Sr Henrique Raposo é quadradamente ignorante e desonesto.

    Não é necessário ser comunista, ou simpatizante do PCP, para reconhecer que o Dr Álvaro Cunhal sempre lutou pela democracia, por eleições sérias e transparentes, por uma assembleia constituinte, além – claro – de uma economia não capitalista e pelo fim da exploração do homem pelo homem. E isso quando os Raposos matreiros como o Sr Henrique coabitavam conformadamente com Salazares e Caetanos, ou ainda não tinham sido objecto de parição.

    Muitos dos ‘democratas’ que só se consideraram como tal bem depois de 26.04.74 não têm qualquer credibilidade democrática. Nunca afrontaram a Ditadura de Salazar e Caetano e a respectiva repressão da PIDE/DGS, não sofreram torturas, desemprego, perseguições várias. Não foram só os comunistas, é certo, mas estes constituíram a grande maioria dos Resistentes.

    Armando Cequeira

  5. GM diz:

    É incrível como estes mensageiros ou meras marionetas do capital destilam de forma contundente, os preconceitos ideológico, não conseguindo formular qualquer critica quanto ao conteúdo, limitam-se à forma.
    Tenho pena que tais mentes brilhantes nunca tenham tido qualquer papel relevante na sociedade portuguesa, em razão de tão brilhantes e perspicazes perspectivas, como são os belos exemplos dos quatro artigos escritos.
    Porém, é bom que mantenham a preconceito arcaico que manifestam, desejando muita saúde a todos, para que continuem a assistir à intervenção diária do PCP, em todos os órgãos institucionais, nas empresas e nas ruas, desejando ainda que continuem a saga empreendida, aliás, quanto mais, melhor, será um óptimo sinal para todos aqueles que tudo fazem e nada têm, e um péssimo sinal para todos aqueles que nada fazem e que tudo têm e para as quatro marionetas em causa.

  6. edgar diz:

    Muitos dos documentos, das intervenções, dos textos, das propostas e das teses do Congresso ficarão gravados na história do PCP, nas lutas dos trabalhadores e influenciarão certamente o futuro deste país… enquanto os referidos comentários…
    E por muito ou pouco agresssivos que sejam ou pelos interesses que sirvam, uma verdade é certa, nenhum desses comentários belisca sequer o orgulho de pertencer e apoiar o Partido Comunista Português.

  7. Estes artigos do Expresso mais do que me ofenderem politicamente, agridem-me intelectualmente. Como se houvesse poluição no ar que me fizesse engasgar e querer cuspir. Estes tipos são uma ofensa à prática de escrever ensaios e comentários. Têm algum tipo de síndroma de tourette que só lhes permite dizer merda.

  8. João Pedro diz:

    Os funcionários de Balsemão, acima indicados, disputam entre si qual deles deve merecer o prémio de acompanhar o patrão ao próximo conclave do grupo de Bilderberg.

  9. Jorge diz:

    E eu que pensava que apesar de tudo o Expresso ainda era um jornal asseado.

  10. Luis Silva diz:

    O Expresso é a versão revista e aumentada do Povo Livre – deixei de ler há vários anos. Quanto ao Público, só o compro de quando em vez à sexta por causa dos suplementos Ipsilon e Ininigo Público – deixei de o comprar quando, na altura em que Álvaro Cunhal morreu, fizeram uma reportagem acerca da sua vida e, nas páginas imediatamente seguintes, uma reportagem sobre a extrema-direita portuguesa – têm a subtileza de um Emplastro. Alguém me sabe dizer se o jornal I é de confiança? É que de há alguns anos para cá limito-me a ler o Correio da Manha (a sério) e o Record (por motivos de doença clubística).

  11. zé neves diz:

    tiago, não acho que o artigo do daniel seja agrupável com os restantes…
    abç

    • Tiago Mota Saraiva diz:

      Zé, para não incluir o escrito do Daniel também teria de retirar o de Henrique Monteiro, que versa sobre a mesma matéria e até tem o mesmo título.
      Eu não acho que as pessoas em causa sejam todas iguais, acho é que a sua opinião sobre o congresso do PCP apenas diverge na forma. E todas, de diferentes formas e no contexto em que vivemos, são perigosas para todos os comunistas.
      Abraço

      • zé neves diz:

        tiago, o daniel utiliza o pcp para discutir um problema mais geral, inclusivamente discutindo o seu próprio partido. o artigo do henrique monteiro limita-se a atacar o pcp. abç

        • Tiago Mota Saraiva diz:

          Zé, não me parece que a dedução inicial da qual parte o raciocínio do Daniel, baseada em factos errados (os delegados não eram maioritariamente funcionários, como saberás), lance um tema de uma discussão muito interessante: “como pode um partido político juntar os delegados a um congresso num dia de semana? Só de uma forma: se uma parte significativa desses delegados trabalharem para o partido, forem eleitos para cargos políticos com disponibilidade a tempo inteiro ou forem assalariados de organizações que lhe são próximas.”

          E repara que eu não penso que a discussão sobre o facto dos órgãos de direcção do partido serem maioritariamente desempenhados por camaradas que são funcionários não deva ser matéria de reflexão e/ou discussão. O que me parece é que quem titula “Os partidos dos funcionários (II)” não quer fazer essa discussão e junta-se ao coro no ataque ao PCP.
          Ainda que, tal como o Henrique Monteiro, também ataque outros partidos.

        • Luis Silva diz:

          Caro Zé Neves,
          O que se passa e que também cobntribuiu para a calamidade económico-social a que chegámos é que o sr. Daniel Oliveira em particular e BE em geral têm sempre uma facadinha pronta para o PCP, por uma questão de votos. Recordo-me perfeitamente dos peitos inchados quando, na penúltima legislatura, ultrapassaram o PCP. Depois vêm falar de uma Grande Esquerda para inglês ver.

    • rg diz:

      Então não é! bastam as considerações que faz em relação aos delegados que, por ser sexta-feira deveriam estar a trabalhar e não andar em congressos, estando lá apenas porque são funcionários do partido. Só por este argumento merece pertencer ao grupo da crítica idiota.

      • artur. diz:

        Não vai faltar muito e este imbecil está a criticar os trabalhadores por fazerem greve em vez de estrarem a trabalhar… O PCP faz um prurido do caraças a muitos intelectualoides e jornalistas “analfabetos” ao serviço desta “democracia”…

  12. Eduardo Baptista diz:

    Os comentadores anti-comunistas devem receber muito dinheiro dos seus patrões, para se exporem da forma tão vil, sabuja e estúpida como se expõem. Um ser humano que se vende dessa maneira, que se prostituiu com um nível tão baixo, acaba por mostrar às pessoas honestas exactamente o contrário daquilo que querem dizer. Dão tiros neles próprios. Até nisso são ridículos e incompetentes.
    Têm os dias contados.

  13. Paulo Moreira diz:

    É muito triste mesmo, meninos da mamã que nunca foram nada na vida como cidadãos vêm falar do que não sabem.
    Estudaram dizem, como muitos outros da laia deles, que hoje estão no governo da corrupção.
    Uns Doutores da Mula Russa outros Engenheiros das obras feitas , é assim que posso alcunhar tais tristes, vivem da desgraça de outros.
    Em vez de fazerem por Portugal fazem pela Europa, este sim o país que defendem.
    Ter inveja do Comunistas só os fortalece, ao contrário do que pensam, torna os importantes e isso é ótimo, seria um país de união e liberdade com o governo de Comunistas, ao contrário do que pensam todos.
    O PCP nunca esteve no Governo, por isso a culpa de estarmos como estamos é do PS, PSD e CDS, sim CULPADOS.
    Neste momento parece ter medo dos COMUNISTAS, a Comunicação social liderada pelos FASCISTAS que oculta a verdade e tenta denegrir a imagem do PARTIDO, apenas valoriza que nos trama.
    Podia dizer mais coisas, mas vou deixar para mais tarde.
    Sou um trabalhador que estás de folga, votei ( logo tenho direito em falar ).
    E GOSTO MUITO DO MEU PAÍS
    A UNIÃO É DO POVO

  14. Dédé diz:

    Tudo abaixo de cao. O Expresso para atacar o PCP ja so consegue arranjar estes dejectos? Que o DO tenha querido alinhar no vomito, problema dele.

  15. Paulo Moreira diz:

    Os congressos do PCP obrigam os patrões a uma ginástica imaginária tal, que deviam ser precedidos por anti-congressos seus, a realizar para o efeito.
    É que as hordas de comentadores e jornalistas que durante três dias assediaram a reunião magna dos comunistas, não falam o mesmo idioma, correm em direcções opostas, apontam ao lado e disparam no pé.
    Se aqui, o Expresso nos prevenia do possível retorno de Estaline ao Feijó, pouco depois, aqui, já o Público nos informava que afinal, os “Neo-estalinistas” haviam sido afastados do Comité Central. No insulto ao PCP, vale tudo, até derramar a mentira mais escarpada e fomentar a confusão. Com honrosas excepções, quase toda a comunicação social dominante e todos os comentadores de turno, se entretiveram a arremeter contra os comunistas as mesmas calúnias de sempre: que o PCP tem reuniões à porta fechada porque “não quer testemunhas”, que o PCP está a braços com uma despesa colossal incomportável, que as unanimidades se alcançam com lavagens cerebrais ou férreos açaimos partidários, que o PCP é um “partido de funcionários” cada vez mais velho e que a sua ideologia é curiosidade de alfarrabista.
    Acontece que já a cassete é velha e a canção saiu de moda. Os patrões e anti-comunistas precisam com urgência de novas difamações. É que há já mais de dez anos que oiço dizer, ora com fel ora com patética ternura, que o PCP é um clube de velhinhos em vias de extinção, fervorosos crentes de liturgias poeirentas e incapazes de olhar o presente. Mas quantas vezes poderá ser notícia que o PCP ainda é marxista-leninista? E quantas vezes mais ainda o poderão acusar de ortodoxo, estalinista, norte-coreano, pró-cubano e fariano? Ao menos, que se inventem qualquer coisa nova. Sei lá, um escândalo sexual com o Jerónimo; uma ligação secreta ao programa nuclear iraniano; uma zanga com Os Verdes, qualquer coisa pá! É que estou certo que se o PCP envelhecesse ao ritmo que lhe diagnosticam os doutores do comentário, há muito tempo que já não sobraria um comunista em Portugal.
    Alguns vão mais longe, ultrapassando os limites da ofensa corriqueira e, como aqui Henrique Raposo, analfabeto empossado pelo Expresso, aproveitaram o congresso para jogar à fogueira o nome de democratas que já não o podem desmentir, para falsificar a história do país, cuspir na memória de todos quantos lutaram pela democracia, apelidando Cunhal de violento fascista e acusando o PCP de pretender ser partido único em Portugal.
    Mas que todo o ódio salivado contra o PCP seja bem-vindo. Desde que continue a vir, como sempre veio, dos inimigos confessos deste povo, aqueles que têm verdadeiramente razões para recear os comunistas. A burguesia dedica ao PCP um ódio de morte que não dedica a nenhuma outra organização da esquerda portuguesa. Odeiam o PCP por aquilo que ele é: um partido de trabalhadores, em que a direcção é composta maioritariamente por operários (Sim operários, gente que faz com as mãos as coisas que nós usamos). Odeiam o PCP, por ao contrário do PS ou do Bloco de Esquerda, nunca ter traído nem dado o dito por não dito. Assusta-os a clareza com que propõe a destruição do capitalismo, intimida-os a firmeza da sua convicção na vitória dos explorados sobre os exploradores. E o seu medo é razoável e proporcional, porque não só os comunistas portugueses querem mesmo pôr fim à etapa histórica do jugo da burguesia, como também têm um plano para o fazer.
    É a natureza do PCP e não qualquer pretensa aspiração a monopólio partidário que faz dele único: um partido que depende da acção militante de milhares de trabalhadores revolucionários e que por isso tem o verdadeiro poder que tem. Não é casual que os trabalhadores portugueses elejam sistematicamente comunistas para o cargo de Secretário-Geral da maior central sindical portuguesa. Da mesma forma que não é casual que o PCP tenha nas ruas o poder incontestado que nas urnas não tem. Afinal, as ruas são do povo e as eleições de quem as paga.
    Para incómodo dos milionários deste país, o PCP prossegue a sua luta. E acautelem-se, porque numa coisa têm razão, o PCP é realmente muito diferente de todos os outros partidos. Os comunistas acreditam mesmo naquilo que fazem. Dão o corpo, a liberdade e a vida, não se derrotam com derrotas eleitorais, não de derrubam com leis, não podem ser parados com a mais violenta repressão. Os comunistas não se podem comprar nem subornar: os deputados abdicam do seu salário e os vogais eleitos entregam por inteiro o que ganham ao Partido. Sem dúvida, o PCP não é feito da mesma coisa.
    Mas podem acalmar-se os frenéticos comentadores: o PCP quer para Portugal a democracia mais ampla que o país já conheceu, alargada a todas as áreas da vida humana. O PCP quer um mundo mais justo, um mundo possível, liberto da fome e da guerra e da exploração.
    Mas tranquilize-se o histérico Henrique Raposo: O PCP não ambiciona ser partido único em Portugal. Porque único já ele é.

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