A tesouraria das empresas

Num longínquo dia de Setembro, Passos Coelho mostrava-se preocupado com a tesouraria das empresas anunciando, na sua sequência, uma medida salvadora. Através da TSU, retirava-se 7% do salário do trabalhador para transferir 5,5% para as empresas (o um 1,5% ficava para o Estado, certamente, para acabar no bolso de uns quantos que tiveram a ideia brilhante). A coisa caiu, ainda que fique na dúvida se alguma vez a pensaram aplicar.
Dois meses passados parece que as empresas já voltaram a ter tesouraria. Agora já não há problema nenhum em que se anuncie que as empresas terão, já em Janeiro, de adiantar 1/12 do subsídio de férias no que significa um aumento de 6,50% nos seus encargos laborais de Janeiro.

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