A violência exercida sobre um povo

As letras a vermelho demonstram bem a violência exercida sobre este povo. O resto… o resto já todos sabem para que serve.

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7 respostas a A violência exercida sobre um povo

  1. zuogmi diz:

    querem prender toda a gente HAHAHAHAHAHAHAHAHA

    não somos meia dúzia não, somos um povo inteiro revoltado e cada dia somos mais

    querem atirar-nos areia para os olhos ao dizer que somos 5 ou 6

    podem ir buscar mais camiões de areia – O POVO PORTUGUÊS ACORDOU – NÃO HÁ REGRESSO

  2. Pingback: Sobre a carga policial | Sentidos Distintos

  3. solo diz:

    Deixa-me cá ver:Dias Loureiro,Cardoso e Cunha,jardim gonçalves,enfim,os banksters.assassinos e ladrões:duarte lima!Peidófilos: ao eurico,já chegam tarde,mas há o outro com o mesmo nome.A rica malta da aldeia da Cuelha,……

  4. Dezperado diz:

    A violencia exercida pelo povo diz respeito a mais um inédito do Saramago??? Concordo em pleno!!!

  5. Joao A. diz:

    Sobre a repressão policial temos apenas a dizer o seguinte: violência não é atirar pedras contra o corpo de intervenção, protegido com os seus fatos especiais, capacetes, escudos, cassetetes e armas. Violência não é a revolta de quem trabalha e não tem dinheiro suficiente para viver, de quem nem trabalho tem e desespera à procura, de quem passa fome, dos idosos que vêem as suas pensões reduzidas, de quem não explora ninguém e vive uma vida inteira a ser explorado pelos mesmos de sempre: políticos, banqueiros e empresários. Violência não é atacar a polícia quando esta defende o sistema ao qual pertence: o Estado, esse mesmo Estado que concedeu um aumento salarial de 10% para as forças de intervenção enquanto milhares de pessoas vivem em pobreza e outros para lá caminham.

    Violência não é gritar palavrões contra os agentes policiais quando eles escolheram estar ali, especialmente os do corpo de intervenção. A polícia só existe para manter a ordem pública. E manter a ordem pública não é mais que evitar quaisquer acções que possam perturbar o sono dos ricos e poderosos.

    Para nós violência é passar fome. Violência é 561 postos de trabalho serem destruídos todos os dias e 500 mil pessoas não terem qualquer apoio social. Violência é os 25 mais ricos de Portugal crescerem 17,8% em 2011 face ao ano anterior. Violência é passar toda a vida a trabalhar por um salário, apenas para sobreviver. Violência é ter de cumprir ordens sem nunca podermos ser nós a decidir como queremos viver. Violência são os ataques diários da polícia nos bairros sociais, violência é a detenção de imigrantes que procuram uma vida melhor, violência é prender pessoas por roubar algo para comer, violência é não poderes ir por ali porque está a Merkel a passar, não poderes ir por acolá porque é o parlamento onde se encontram seguros os governantes, não poderes passar porque simplesmente os polícias te gritam que tens de te ir embora se não queres levar um tiro. Violência foi a morte à queima roupa do Kuku na Amadora, os ataques da polícia contra os piquetes de greve, as balas de borracha numa manifestação no 1º de Maio em Setúbal, a carga brutal ontem em São Bento como em tantas outras situações. Que se desiludam aqueles que pensam que são as “pedradas” que causam alguma coisa, a violência policial em manifestações é uma constante, sobretudo se não houver televisões por perto a filmar.

    A violência policial é a violência ordenada pelo sistema em que vivemos, em que uns têm tudo e outros sofrem na miséria. É a violência do Estado e do Capital. É a violência que irá crescer aqui em Portugal e em todos os lugares onde os governantes e os ricos tenham medo da revolta dos pobres.

    Mas eles que não se esqueçam que não nos podem matar a todos. Não nos podem prender a todos. Haverá sempre quem resista. Quem volte. Com pedras ou sem pedras, haverá sempre quem lute contra os polícias armados, pois onde houver luta pela justiça e igualdade, haverá sempre cães de guarda a defender o dono.

    Retirado de: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/24397

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