Carga indiscriminada sobre todos os manifestantes!

Para já, sem mais palavras. Em directo, na SIC.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

35 Responses to Carga indiscriminada sobre todos os manifestantes!

  1. Zé diz:

    Muito bem a policia! Há uma diferença entre manifestantes e vândalos!

    A linha foi grandemente ultrapassada!

    • Renato Teixeira diz:

      Foram muitas as linhas ultrapassadas, mas a linha de homens armados a arrear indiscriminadamente é uma linha demasiado ténue para ser elogiada.

      • Ulhó diz:

        Manifestantes o caralho!!!!

        eram provocadores, reles, que tinham tido uma noite de soninho descansada e tiraram o dia para abafar uma das maiores Greves gerais de sempre!!!

        VIVA A GREVE GERAL!!!
        ABAIXO A DIREITA E QUEM CONTRIBUI PARA OS SEUS OBJECTIVOS!
        A LUTA CONTINUA!!!!

  2. PT diz:

    Mas aí no sofá está-se bem, não? Ou também atirou umas pedritas ou queimou um multibanco? Se foi esse o caso, espero que as bastonadas tenham sabido bem, porque um grande defensor da revolução violenta está sempre na vanguarda do ataque, ou estou errado e isso é só treta?

  3. DJDRMIKE diz:

    Tadinhos dos Chuis…fartaram-se levar pedradas!!! Foi pena não teram levado com Cocktails Molotof nos cornos…

  4. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Tendo em conta os últimos acontecimentos junto à AR, e os apelos que por aqui se vão fazendo a uma “insurreição”, e se por acaso isso não se tratar de mera conversa mole, sugiro que os entusiastas da acção directa mais musculada arranjem rapidamente alguém que saiba alguma coisa de guerrilha urbana, porque a resistência a um poder que perdeu a legitimidade não se faz com amadores ou diletantes. A minha experiência militar, embora num teatro de operações de guerrilha rural, não me deixa nenhuma dúvida sobre isto. Se é esse o caminho que se quer seguir – e aconselho muita reflexão e cabeça fria antes de se entrar por essa via, para garantir a legitimidade da acção – então façam-no como deve ser.

  5. Mário Reis diz:

    Os objectivos de quem aplica politicas brutais contra as pessoas estão atingidos. Os noticiários vão abrir com esta notícia, relegando para segundo plano a importante jornada de hoje. Que interesses servem estes indivíduos pseudo revolucionários?

  6. Pedro Marques diz:

    Quem não é capaz de deitar os bastões no chão e as protecções, e recebe mais para ter mais poder nas ruas dá nisto. PIDE na rua. Atenção que já há actos Pidescos pela polícia à muito tempo. O que acontece é que agora vai-se generalizar, e aumentar.

  7. josé cerqueira diz:

    Renato e apaniguados contentíssimos: depois de uma hora a atirar pedras da calçada à Polícia, depois de avisadas as pessoas para se retirarem e portanto se separarem dos apedrejadores, houve uma carga policial e já estão conquistados textos e imagens para amanhã na imprensa submergirem a greve geral. Vai lá abrir a garrafa de champanhe, pá !

    • Renato Teixeira diz:

      Abro o champanhe lá mais para a frente. Deixai chegar a hora das caves voltarem a ser de todos. Justificar todos os que foram carregados com o pretexto dos profissionais da pedrada, é uma estratégia tão tola que dá pena.

  8. Leo diz:

    Grande, grande Greve Geral! Tão grande que tudo fazem para a abafar. Mas não conseguem, porque foi mesmo uma grande, uma enorme, uma formidável Greve Geral!

    Viva a CGTP!

    Vivam os trabalhadores!

    Vivam os grevistas!

    • Pedro Marques diz:

      Cá para mim, muitos dos que arremessaram pedras, eram os PIDES, ai Perdão os bófias. Oh Rentado vê lá se aceitas os meus comentários. Não te ofendi pá.

  9. Ze Dias diz:

    Suponho que essa afirmação é em sinal de vitória, estiveste ali duas longas horas a ver se o conseguias e devo reconhecer que o conseguiste, mas também a estas horas devem doer-te imenso os braços, não pela carga policial mas pelas pedras que tiveste que arremessar, por fim lá se decidiram fazer-vos o favor. Faz-me lembrar aqui há uns anos uns putos que sempre que passavam à minha porta teimosamente apedrejavam o meu cão, um dia este conseguiu abrir o portão, levaram para tabaco e nunca mais os vi passar à porta, levaram também uns pontos valentes, atenção que o cão tinha as vacinas em ordem.

  10. Camarro diz:

    A questão é mesmo essa! Tratou-se de uma carga indiscriminada. Não se tratou de uma carga sobre a meia dúzia de energúmenos que, durante mais de uma hora, provocaram a polícia. Tenho muitas dúvidas que todos os manifestantes tenham ouvido o aviso da PSP acerca da eminente carga policial. O que eu vi foi a polícia a agredir pessoas que não ofereceram qualquer tipo de resistência.

  11. xico diz:

    Queria discriminação?

  12. JgMenos diz:

    Acho muito mal!
    A polícia havia de ter carregado selectivamenmte no momento em que a primeira pedra foi arremessada!
    Esperou mais de uma hora, deu pré-aviso, e os mirones que gostam de ver polícias apedrejados por CANALHA levam por conta com toda a justiça.
    PQP!

    • Renato Teixeira diz:

      Salive, JgMenos, salive que lhe desassombra o verbo.

    • Pedro Marques diz:

      Fume uma ganza que isso passa-lhe já. Ah pois, não pode, se alguém o vê a fumar uma ganza ainda o confundem com alguém de esquerda e depois você fica mal visto.

    • De diz:

      JMenos de facto a salivar e a mostrar o que de facto é.
      A canalha serão os mirones que por o serem devem levar por conta com toda a justiça?
      O ódio que perpassa nas suas palavras confirma aquilo que já disse muitas vezes:
      Um neoliberal esconde um fascistóide em potência.

      E não, não considero lícito insultar a mãe de JgMenos

  13. Carlos diz:

    Indiscriminada não. Foi a todos que optaram após vários avisos por compactuar com criminosos de cara tapada. Que eu saiba ninguém que não estivesse naquele local e após avisos foi agredido.

    • Renato Teixeira diz:

      O aviso é feito por um agente, com um megafone que parecia de brincar. Além de quem viu as imagens da tv – que estava perto – e das pessoas à volta do polícia (que eram polícias), não me parece que o aviso sequer possa ser considerado.

      • Carlos diz:

        Caro Renato,

        imagino que saiba que atirar pedras à polícia, ou a qualquer outro cidadão, é crime, ou não? Acha normal estar a presenciar um crime desses e nada fazer? Continuar especado a olhar como se estivesse a ver TV? Quando se dá a carga policial, naturalmente que se dão excessos, ou não acha natural que pessoas, por muito bem treinadas que estejam, depois de estarem horas a ser agredidos, a ver colegas a saírem de cabeças abertas, cometam excessos quando tem ordem para avançar? É que o argumento do “não ofereceram resistência” não colhe, e não colhe porque os cobardes que tiveram a atirar pedras durante horas a fio, se por acaso não conseguem fugir qdo a carga começa (o que é raro) também não oferecem resistência. Aliás isso é visível num dos vídeos que se vê um dos meninos de cara tapada que devia estar demasiado bêbado para fugir que levanta os bracinhos como quem diz que não fez nada…

        Acho sinceramente que isto só serve para mais pessoas normais passarem a extremistas mas contra o vosso lado.

        • Renato Teixeira diz:

          Não creio que espancar quem não faz parte da tal meia-dúzia que o ministro fale modere quem quer que seja. Acho é que está errado sobre o lado para onde o pêndulo pende.

          • ferenc molnar diz:

            “Não creio que espancar quem não faz parte da tal meia-dúzia que o ministro fale modere quem quer que seja”. a tal meia dúzia está farta de colher auxílio e decoros no atrapalhismo pequeno-burguês do Renato e já vai falando deles como bicharada de Marte? as bastonadas só caíram ontem mas as equimoses da ideologia do descaramento doem bem mais e a muito mais portugueses.

        • Pedro Marques diz:

          Não saiu de lá nenhum bófia ferido.

          • Rafael Ortega diz:

            Há limites para a mentira.

            Vi em directo um a ser trazido de volta para perto do parlamento ampardo por dois colegas, assim que o largaram caiu no chão.

Os comentários estão fechados.