“Este não é o país que jurámos. O país que jurámos é um país que tem na sua constituição o direito à habitação, o direito à saúde, o direito ao trabalho, o direito ao ensino. Mas muito mais do que isto, o direito fundamental à alimentação. Não admitimos a fome como resposta ou alternativa a uma qualquer medida de ajuda. (…) Amigos, camaradas de armas, cidadãos e cidadãs portugueses, esta é a voz daqueles que se honram em servir as forças armadas. (…) Esta é a voz daqueles que juraram guardar a sua constituição, se necessário com o nosso bem mais precioso. Se necessário com a nossa própria vida.”

Depois das manifestações dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos (d)Eficientes indignados, dos desempregados, da função pública, dos estudantes, dos polícias, chegou a vez da manifestação dos militares. Será que este governo só vai perceber que vai nu quando houver uma manifestação de ministros, uma sublevação presidencial ou um golpe de estado?

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