Um de nós

O jornalista Nuno Ferreira (ex-TRABALHADOR do Público) está a fazer um trabalho sobre os Açores que pode ser acompanhado neste blogue e parece que ontem, na cidade da Horta, se indignou com a presença de Miguel Relvas no hotel em que estava alojado.
Fê-lo, por todos nós e como todos devemos fazer sempre que virmos um dos responsáveis pelo desastre a que o país está a ser sujeito.
É inqualificável a forma como Tolentino de Nóbrega e Luciano Alvarez, no site do Público, se referem ao seu camarada de profissão e ex-colega no Público. Acresce que no vídeo da SIC parece que a única tentativa de agressão é feita pela segurança do ministro, a menos que a  coragem já tenha sido criminalizada como “agressão”.

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9 Responses to Um de nós

  1. Não o fez por mim por certo e não entendo como é que a notícia dos seus ex-colegas do Público possa sequer ser criticada ou a reportagem no video conclusiva.
    Decididamente a esquerda deste país anda na luta como quem vai à bola.

    • A.Silva diz:

      Oh seu “inteligente” de direita, é capaz de explicar ao pessoal o que é uma “tentativa de insulto”?

      Será que para os nhurros da direita o simples facto de se abrir a boca para respirar já é uma tentativa de insulto aos crápulas que nos governam?

      • Inteligente de direita passa-me a milhas ò inteligente de esquerda A.Silva.
        Pelo que percebi da estória a reação ao sucedido é diretamente proporcional à defesa do Relvas da “tentativa de insulto.
        Quanto aos nhurros de direita e proclamadas intolerâncias podem jutar-se aos nhurros de esquerda e respetivas intolerâncias.
        Por mim que se entretenham com as respetivas intolerâncias até se cansarem.
        Mas não o façam por mim.

        • De diz:

          Se a inteligência lhe passa a milhas, isso é um problema seu, se bem que ache de mau tom vir vangloriar-se de tal.

          A forma como os dois ex-colegas do jornalista noticiam o sucedido é de facto inqualificável. Mais.A ausência de uma tentativa de ir mais a fundo do que o informado pelas ditas autoridades justifica uma notícia assinada por dois jornalistas?Com um outro pormenor que constitui a cereja no topo do bolo.A retirada da notícia original, a tal assinada por aqueles dois, que é concretizada presto no público on line.

          As estórias são assim.O sacudir a água do capote também. Tal como a estranheza de como haja ainda quem nos queira engolir as tretas de submissão aos interesses de merkel e companhia

          • Caro De,
            Leituras apressadas interpretações erradas.
            É a inteligência de direita que me passa a milhas.
            Quanto à minha (que não é de esquerda nem de direita) está a milhas da sua, muito superior à minha (a tal que não é de esquerda nem de direita).
            Agora é que me vangloriei.
            E inclui um elogio à sua inteligência caso não tenha notado (convêm dizer estas coisas, não vá acontecer e passarem despercebidas).
            Quanto à submissão à Merkel vou deixar para outra altura se não ver inconveniente.

          • De diz:

            Caro José Nascimento:
            Pode crer que percebi o “elogio” que me fez.
            Por causa disso nem corrijo o pequeno erro que por lapso deixou passar entre as palavras com que me respondeu.
            Mas sabe, não é momento para troca de galhardetes. O que está escrito, está escrito. Essa história do centrão, que não é de esquerda nem de direita não cola.Perdão,pelo menos a mim, não cola nem com molho de tomate.
            Fica para depois.Agora o essencial é voltar ao tema principal. A “pulhice” dos 2 jornalistas referidos ( é o termo) e a necessidade da convocação da parelha para noticiar uma notícia que foi feita daquela forma tão”medíocre”.(mas v. chegou a ler a notícia em causa?)
            A sua história (fica para depois também um debate sobre o que são “estórias”) sobre as justificações dos agentes de serviço ao serviço de Relvas não colhem.
            Sorry

  2. Dezperado diz:

    Fez bem em mudar a ultima frase do post…..acabar este post a dizer “que ele estava a lutar por nós”, parace-me descabido!

  3. B.P. diz:

    Inqualificável a forma… porquê?
    Não achei, depois de ler.
    Importa-se de justificar?

  4. Pedro Marques diz:

    O vídeo deixou de dar. Há coisas do caraças.

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