ISTO É UMA MERDA (esta situação): TER DE LER ISTO (o que está linkado sobre “polícia e CGTP”) E LOGO ESCRITO POR UM FANÁTICO DEFENSOR DO EURO €€€€

http://5dias.net/2012/11/03/o-amor-e-nao-haver-policia/

Eh pá, vou gostar de ver este sujeito nas manifestações que se anunciam para a recepção a Merd…, perdão, Merkel.

Quer o Euro e não quer Merkel? Quer o Euro e não quer a sua “regra de ouro” (todos a conhecem não é verdade?)? Ou quer tudo e mais que venha à rede??

(Bom, NOTA: Sobre o EURO está aqui tudo – para maiores de idade: trata-se da prosa mais pornográfica que já li. Prefiro, de longe, os conselhos do António Sala. Comparado com isto, o que lemos na página do EURO da UE, o “milagre económico do Chile” é uma brincadeira de crianças e muitíssimo mais “recomendável”! Quer dizer, não sei o que há aqui para conversar ou discutir ou dialogar. É ler e chorar por mais!)

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33 respostas a ISTO É UMA MERDA (esta situação): TER DE LER ISTO (o que está linkado sobre “polícia e CGTP”) E LOGO ESCRITO POR UM FANÁTICO DEFENSOR DO EURO €€€€

  1. Antónimo diz:

    Curioso é que eu tenha deixado o comentário “Arménio Carlos no seu dele discurso saudou os estivadores e a sua luta. Raquel Varela não deve ter ouvido o discurso ou de certeza que não teria ter deixado de assinalar o facto” num post da vossa Raquelita sobre cgtp e estivadores e a moça não o tenha aprovado.

    Gostava de saber o que tem de tão ofensivo. Acho que a inteligência a ofende.

    • Carlos Vidal diz:

      Concordo com tudo o que diz, Antónimo.
      Quanto à “vossa Raquelita”, obviamente, não tenho muitas palavras…. (como sabe).
      Entretanto, creio que mesmo que R Varela tivesse ouvido o discurso de Arménio não me parece que assinalasse a saudação que o meu amigo refere.
      Certo e sabido.

    • De diz:

      Não costumo comentar em alguns dos posts que trazem para o debate quezílias e atitudes que só dividem a esquerda e só interessam ao inimigo.
      A luta é demasiado séria para brincadeiras e folclores. Tão séria que acredito que quem sente na pele, quotidianament,e a opressão da exploração em toda a sua violência, percebe o que quero dizer. Também não deixa de ser curioso que é quando a luta aperta, que começam a surgir como pequenos cogumelos em terreno já adubado, quem se calou e/ou foi conivente com a situação…e que agora surja no extremo aparentemente mais extremado de quem nunca silenciou a sua voz,por mais incómoda ou isolada em que se encontrasse…

      O post do Bruno é exemplar naquilo que diz.

      Esclareça-se que em relação a Varela, o motivo da minha recusa em comentar os seus posts já foi referido por mim e por Antónimo por várias vezes.A sua atitude censória é inexplicável e parece radicar infelizmente em má fé.O protelar comentários para o ocaso da discussão também parece ser seu uso.
      E reconhecendo alguns bons posts que a autora tem,há outros que se esboroam perante uma análise mais séria.Foram/são os apontamentos que lhe apontam as incongruências que muitas vezes são censurados.E que colocam infelizmente a seriedade de Varela como historiadora em causa.Mas também mais uma vez infelizmente não é só isso que se passa.

      Uma palavra apenas para miguel serras pereira e para as suas intoleráveis palavras com o autor deste post.
      O libertário-federalista, como alguém com rigor já lhe chamou, tem a lata de qualificar CV num post aqui ao lado, da forma como o faz.Tem a lata e o despudor de se afirmar naquela posição de “arruaceiro” que se “enxovalha a si mesmo”. E o convocador entusiasta de eleições para uma “assembleia constituinte de uma nova União Europeia efectivamente federal” tem a falta de decência agora de falar em fascismo e no “separar das águas”
      Águas que a rotunda personagem teimou em não separar na agressão à Líbia por parte do Império.Agressão de que foi cúmplice e boçal comentador.Por mais que isso lhe possa parecer doloroso, há coisas que não se esquecem.E que tornam abjectos os comentários do dito personagem quanto fala em “novo ciclo de ditaduras, militarização e guerra”. O fulano que assinou por baixo (com as lamúrias próprias das pretensas”independências” dos pusilânimes quando abordam tais questões) a agressão à Líbia,o”anarca” miguel serras pereira que exigiu a intervenção militar da União Europeia na líbia ( foi obedecido e da forma que se viu), o sujeito que se portou miseravelmente em toda esta questão, tem agora a desfaçatez de vir agitar o papão de novo ciclo de ditaduras, militarização e guerras”?
      Ele,precisamente ele que reivindicou tal ciclo e lhe bateu palmas, embora depois tivesse sido patético o seu esforço a posteriori para limpar a porcaria que fez.?
      Não há adjectivos para qualificar “isto”.

      Nem sempre concordo com Carlos Vidal.Mas este seu espaço é um espaço de esquerda.E é acima de tudo um espaço de inteligência, que abre estradas para outros rumos que me nos devem ser caros.

      Tenho saudades muitas vezes dos seus posts.
      (E já agora dos posts de Helena Borges)

      • De diz:

        (peço desculpa pela extensão)

        • Carlos Vidal diz:

          Não peça desculpa, meu caro, por nada disso, eu é que por vezes sou demasiadamente lacónico, como neste post, onde, consultando o site da UE, vi a cara da MENTIRA em figura de cara, figurativamente falando (brincando: prefiro a substância da abstracção; como sabe, esta busca as essências, a transcedência do natural, o absoluto e sublime, ou o inteligível sobrepujando-se ao sensível; enfim…).

          Tem toda a razão. Em múltiplas discussões internas, quase todos nós depreciámos motivos para RVarela censurar/apagar/pôr no lixo comentários, muitas das vezes correctores das suas frivolidades e erros. Repare que a autora cita muitíssimo. E, por vezes, cita textos muito interessantes – são o melhor da sua colaboração neste blogue (excepto quando cita apenas a Rubra, o que faz do 5dias vazadouro publicitário, como já escrevi e repito).
          De resto, a tradição “Raquel Varela” com o seu pseudo-radicalismo “anticomunismo burocrático”, leia-se PCP, é de muito má memória: todos conhecemos a trajectória de José Manuel Fernandes, Durão “Burroso”, Helena Matos a manicure, João Carlos Espada, o padreco que diz ter sido amigo de Sir Popper, etc., etc.
          Por isso, o melhor é mesmo não ligar nem comentar.

          O outro, o msp.
          Esse não merece grandes comentários. É um doente mental maníaco e persecutório, que tal desconhece, foi daqui corrido literalmente a pontapé, traduziu centenas de obras mas não sabe escrever nada de seu. Vá ao Vias de F. e confirme: os seus últimos 3 ou 4 ou 10 posts são remissões para textos de outros autores. É sempre assim. Como tradutor é muito problemático. Dou um exemplo: fez um péssimo trabalho com o Agamben de “Nudità”, de tal forma que por pouco não comprometia a relação do filósofo italiano com este país que dele, Agamben, muito precisa.
          E por aqui me fico.
          Grande abraço.
          cv

          • Carlos Vidal diz:

            Além disso, esse msp e tão imbecil que nem percebe que gosto de por ele ser chamado de fascista!!
            As vezes que ele quiser!!

  2. anormal diz:

    Este post é um puro acto de hooliganismo. Esta besta quadrada que é o Carlos Vidal, que reciclou o seu situacionismo em estalinismo da linha mais dura possível aproveita o pequeno poder que tem nesta tasca para exercer o sua função repressiva e censora. Imagina só se esta turminha voltasse a estar no poder…

    Uma merda é tudo o que escreves sobre as produções culturais da humanidade, como se houvesse uma coisa como a “alta cultura” que estivesse desligada das paixões e circunstâncias do seu tempo e se destacasse de toda a restante actividade humana como algo de inquestionável e digno de louvação.

    És um anormal, uma besta quadrada!

    O problema está em que gente com algumas reflexões interessantes continua a usar a palavra ESQUERDA como uma referência cultural e política. Quando a Esquerda é um saco de gatos onde cabem tanto as visões mais autoritárias e repressivas do mundo como as mais libertárias e horizontais. Qual esquerda, qual merda! Se o vosso Marx acordasse e visse aquilo que fizeram em nome dele tornava-se um bombista suicida.

    • Carlos Vidal diz:

      “Se o vosso Marx acordasse e visse aquilo que fizeram em nome dele tornava-se um bombista suicida”

      – Por aqui, parece-me que este anónimo não está a falar só comigo.
      – Quanto ao meu estalinismo, é genuíno, e aplaude com as duas mãos o conceito de ditadura da classe operária de Marx.
      – Quanto ao situacionismo, é verdade historicamente (o tempo passa). De facto, introduzi Debord nas artes portuguesas com a exposição colectiva que co-organizei (com Jorge Castanho), “Em torno de Guy Debord” na então abandonada Metalúrgica Alentejana de Beja. Participaram: eu, João Louro, João Tabarra, Paulo Mendes e Miguel Palma. Todos artistas muito activos por estes dias. Foi uma das exposições mais debatidas da década de 90. Figura em todos os balanços desse período.
      – Quanto ao anónimo anormal, pode continuar a mandar comentários à vontade. Sou por uma democracia directa e não por uma democracia representativa.
      Se puder inscrever no comentário o seu nome, seria mais interessante.

      • Rafael Ortega diz:

        “aplaude com as duas mãos o conceito de ditadura da classe operária”

        mas você não é professor universitário? que tem isso de operário? querem impor-lhe uma ditadura e aplaude?

        estranho…

        • De diz:

          Ortega:
          Por favor.Pode não concordar com.Mas era melhor que ao menos estivesse um pouco mais informado quando fala de certas coisas.
          Porque senão é o ridículo que sobra.E se não tem consciência disso, tê-la-á quando fizer o pequeno esforço de ler algo sobre o tema

          • Carlos Vidal diz:

            E o ridículo devia mesmo matar.
            Essa de opor o universitário ao operário é muito boa…..

          • Rafael Ortega diz:

            Explique porque é ridículo. Terei interesse em tentar perceber. (a sério, não estou a gozar)

          • De diz:

            Ortega:
            Quando tiver tempo dê uma vista de olhos (ao menos) pelo Manifesto do Partido Comunista.

          • Carlos Vidal diz:

            (… e não deixa de ser um bocado chato, ainda por cima, este comentador se chamar Ortega…)

          • Rafael Ortega diz:

            Há que tirar o chapéu ao De, que mesmo por vezes se enervando na defesa do que pensa, não é malcriado.

            Como dizia uma pessoa que conheci sobre o Carlos Carvalhas “pode ser comunista, mas é muito bem educado”.

            Quanto ao autor, queira o excelentíssimo senhor professor esclarecer-me sobre o notório incómodo que lhe causa o meu apelido.

          • Carlos Vidal diz:

            Não vale a penas esclerecê-lo de nada, caro comentador.
            Sou leitor de Ortega, seja sobre as massas, sobre Velázquez ou sobre a desumanização da arte. Um dia venho eu aqui e digo ou escrevo “segundo Ortega……”, e isso pode fazer confusão.
            De resto, era só uma brincadeira minha. Mas a sério.

    • eu diz:

      p’ara exercer o sua função repressiva e censora.’Realmente,é isso aí,seu atrasado mental!

    • V Cabral diz:

      Gostei muito desta exposição. É como eu gosto, ofensiva! Vê-se que quem a escreveu , ou é idiota ou PS/PSDCDS. Palmas pró Anormal !!!

  3. A.Silva diz:

    Que dizer de um tipo ressabiado e com tiques de bufo, que destila anticomunismo por todos os poros?

    Não há duvida que ele e o msp fazem um lindo par de jarras para um dia levarem com um balde de mer…kel em cima!

    • Carlos Vidal diz:

      Já li muito sobre isso, e esse “casório” JVA / Serras Pereira está há algum tempo ao rubro no Vias de F. Pena que não se mude para lá, a dupla como dupla (porque um deles já é dessoutra casa).

  4. vissarionovitch diz:

    Este seu neo-heideggerianismo não tem bigode mas sobeja-lhe Leni.

  5. Fora-do-Anormal diz:

    (reciclou o seu situacionismo em estalinismo da linha mais dura possível)

    Um tipo de aforismo idêntico a este já tinha sido usado há mais de dois seculos por Joseph Maistre em relação à revolução Francesa, ao afirmar não querer a contra-revolução, mas sim o contrário da revolução.
    Embora tratando-se de afirmações desfasadas no tempo e no contexto, no entanto comprova-se facilmente que uma não é mais que a metempsicose perfeita da outra.

    Ignoro a orientação ideológica (nem tão pouco me interessa) de quem está a usar o estalinismo como chavão para conquistar terreno politico.
    Desejo apenas perguntar ao Anormal o que pensa que seria a Revolução Bolchevique sem Estaline, e como teve de defender-se das agressões que enfrentou por parte dos países capitalistas?
    Consultar qualquer livro negro do comunismo, tomar doses excessivas de veneno dos Montefior que há por aí, traduzir Yakovlev e ficar preso por o beiço com aquilo que ele escreveu é muito comovedor . Só que a realidade foi totalmente diferente. Porque razão não publicam os livros que o dissidente Zinoviev escreveu a partir dos anos 90?
    Quando o receberam aqui de braços abertos e andavam com ele ao colo, publicavam até os rascunhos que escrevia, mas quando ele pôs a nu os podres do capitalismo, silenciaram-no.
    E porque motivo não publicam também os relatórios de Zemskov?
    Quem ainda continua a usar o nome de Estaline de forma oportunista para amedrontar os menos esclarecidos não tem legitimidade para se pronunciar em nome da esquerda e dos seus legítimos representantes, os trabalhadores.
    Por outro lado está abusivamente a tentar passar um atestado de imbecilidade aos povos da ex-URSS. Sim; porque as estatuas de Estaline estão a ser respostas por todo o lado. Ainda recentemente em Kiev os nazis Banderistas dinamitaram uma estatua, mas já lá está outra no mesmo sitio.
    O nome de Dzerzink já foi resposto à cidade que sempre teve esse nome e colocada a estatua novamente, por iniciativa do povo. Porque de nada têm servido as grandes campanhas mediáticas de desestalinização levadas a cabo por Putin.
    Perante tudo isto e para contrariar as opções daqueles que viveram o “terror estalinista” aparece um cidadão tresmalhado no outro extremo da Europa, a erguer o espantalho do Estalinismo.
    Mas o que é isso? Os povos dispensam tutores castrados, preferem revolucionários de corpo inteiro.

    Por isso lanço-lhe o desafio se está disposto e preparado para discutir Estaline.
    Se conseguir acumular coragem para aceitar o repto, já sei de antemão qual vai ser a argumentação que faz uso, mas primeiro prepare-se para me responder a esta questão.
    Sabe a razão porque a região da actual capital do Cazaquistão (Astaná) é conhecida na língua nativa por Aqmola. Sabe o que quer dizer?

    Portanto evite mencionar a palavra GULAG, se não quer sair de rabo ripado.

    • Carlos Vidal diz:

      O problema é que eu acho que o Anormal anónimo cobarde não quer saber da Revolução Bolchevique para nada.

    • V Cabral diz:

      Se Estaline fosse tão ingénuo, como o Otelo, a Revolução russa tería sido uma manif. da Juve Leo, ou um 25 de Abril como aquele que Portugal viveu. O que hoje se diz, são tretas que cada um conta a seu belo prazer. Estarei errado ?!

  6. Justiniano diz:

    É sol na eira e chuva no nabal!!
    O homem lá se há-de aperceber das contradições!!
    Ouro por ouro sempre prefiro a treta genuína do Sala! Pelo menos o metal não está sujeito às contradições de muitos tantos (as contradições, para além de serem maçadoras são tremendamente perigosas)!! É chuva na eira e no nabal, não engana, sem mais e sem conversa!!

    • Carlos Vidal diz:

      Claro, basta apenas saber que é o Euro que sustenta a máquina exportadora alemã.
      A qual, Alemanha, se implodir o Euro, terá uma quebra do PIB monstruosa.
      O Euro é a razia da Europa e a felicidade da Alemanha!
      Um abraço, caro amigo.

      • Carlos Vidal diz:

        E quanto ao Sala, como ambos consideramos, alguém duvida que vai muito bem naquele célebre anúncio?

        • Justiniano diz:

          Está encantador, eloquente (está lá tudo, o monetarismo elementar, e só não percebe quem não quer perceber..), charmoso e tudo!! Só me admira ainda não ter vendido o ouro todo!!

  7. Justiniano diz:

    Confesso, meu caríssimo Vidal, uma profunda saturação de palavras, opiniões, dados, informações, soluções, fugas e mais e tudo!|! Já nada ali me comove!
    Apenas gente e mais gente que esperneia as suas contradições antes de sucumbir ao vazio e ao silencio, o que me parece ser o único desfecho aceitável para tamanha exaustão!! Uma repetição da repetição da repetição!! Insuportável!!
    Enfim, valha-me o exílio alpino!!

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