A greve da Lusa começou esta madrugada e tem tudo para ser um sucesso. Anunciada para quatro dias - o de amanhã coincide com a greve do Público e com a concentração de solidariedade com os dispensados do jornal do Belmiro – pode deixar a nu o pouco jornalismo que sobra na esmagadora maioria das redacções. Sem a bengala da agência não haverá notícias para dar à estampa na maioria dos jornais. É aos jornalistas da Lusa que devemos a pouca informação a que ainda vamos tendo direito, em português.
Ver o calendário da greve no Brumas.





Lutemos pela manutenção do ritmo de endividamento do país e dos portugueses!
Temos direitos adquiridos na constituição de dívida!
Mandem os submarinos buscar o dinheiro dos credores! Já!
JgMenos, no meio do disparate nota-se alguma evolução.
Oh pá,vai comentar para a **** da tua mãe! e lamber os c****** ao antónio borges,sabujo.
Vai perguntar ao Cherne quamnto é q ele ficou com o dinheiro dos submarinos.
Pensava que era ao Ministério da Verdade que devíamos a pouca informação a que temos direito.
Ainda bem que vão estar quatro dias sossegados. Menos asneirada que vai parar às redações.
Pode ser que os “jornalistas” deixem de fazer copy-paste e vão investigar e perguntar as coisas.
Divulguem um simulador que calcule os ordenados de 2013 ( com os novos escalões e taxas) o governo não aguenta uma semana.
Estúpido.2/3 da chamada divida publica é PRIVADA,palhaço!!!!!!Percebes?Dos teus queridos bancos e seguradoras.
“Sem a bengala da agência não haverá notícias para dar à estampa na maioria dos jornais.”
Esta afirmação não deixa de ser estranha. Quer isso dizer que a maioria dos jornais se limita a “repetir” o que recebe da Lusa? Assim sendo, acho que o fim da Lusa terá pelo menos o mérito de desmascarar o falso pluralismo da imprensa, obrigando os jornais a “trabalhar”, isto é, a produzir as suas próprias notícias. Parece-me mais saudável em democracia do que ter uma agência estatal a divulgar notícias que depois os “privados” se limitam a reproduzir.
António Carlos, o pluralismo dos comunicados de imprensa do Governo, não é?