Após milhentas manifestações, os assassinos da banca, da governação, da política e dos Media continuam, assobiando, a massacrar a população portuguesa.
Contra o holocausto social levado a cabo pelo Grande Dinheiro e respectivos lacaios, as manifestações pacíficas são completamente inúteis.
A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem a todos atirado para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de assassinos de colarinho dourado.
Ouve-se muitas vezes dizer que “a violência gera violência”, que “a violência nunca consegue nada”, ou que “se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles”. Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:
- Se uma mulher crava uma lima de unhas na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, essa mulher está a utilizar a violência de uma forma justa;
- Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça degolar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;
- Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;
- Um povo está a utilizar a violência de uma forma justa quando utiliza a força, porque sonegado de todas as entidades que o deveriam defender, contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.
Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»… Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas… e não há buracos suficientes para elas se esconderem…
Acho que Gaspar quando disse que o povo Portugues era o melhor Povo do mundo, disse-o convictamente. Só assm se percebe o assalto que está a fazer sabendo que dai não virá reacção.
Tenho vergonhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa de MIM
Então, Renato? Valeu a pena o cerco em frente à polícia? Não valeria mais a pena apanhar um deputado sozinho no café? Até quando vai continuar a ingenuidade (infantilidade) perante assassinos profissionais?
O que lá estava era o Parlamento e o Orçamento da Austeridade. Entre ele e os manifestantes só vi povo, um mais capaz de perceber isso que o outro, mas povo.
Quando Passos Coelho acusou o PCP de incitar à violência, pensei logo já tem tudo preparado para na segunda no “cerco”, haver confusão.
Para bom entendedor… que melhor forma de quebrar o ascenso da luta, do que criar o medo da violência em quem tem só agora ganhara consciência do seu papel de transformação?
Os pequeno burgueses desesperados com a sua situação de miséria à porta ou real, são carne de canhão, nas mãos do capital, facilmente influenciáveis.
Passos Coelho n fala à toa, ele diz o que o capital quer. Os “cercos” fazem o resto.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
Caro Renato,
Após milhentas manifestações, os assassinos da banca, da governação, da política e dos Media continuam, assobiando, a massacrar a população portuguesa.
Contra o holocausto social levado a cabo pelo Grande Dinheiro e respectivos lacaios, as manifestações pacíficas são completamente inúteis.
A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem a todos atirado para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de assassinos de colarinho dourado.
Ouve-se muitas vezes dizer que “a violência gera violência”, que “a violência nunca consegue nada”, ou que “se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles”. Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:
- Se uma mulher crava uma lima de unhas na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, essa mulher está a utilizar a violência de uma forma justa;
- Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça degolar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;
- Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;
- Um povo está a utilizar a violência de uma forma justa quando utiliza a força, porque sonegado de todas as entidades que o deveriam defender, contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.
Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»… Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas… e não há buracos suficientes para elas se esconderem…
Acho que Gaspar quando disse que o povo Portugues era o melhor Povo do mundo, disse-o convictamente. Só assm se percebe o assalto que está a fazer sabendo que dai não virá reacção.
Tenho vergonhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa de MIM
Então, Renato? Valeu a pena o cerco em frente à polícia? Não valeria mais a pena apanhar um deputado sozinho no café? Até quando vai continuar a ingenuidade (infantilidade) perante assassinos profissionais?
O que lá estava era o Parlamento e o Orçamento da Austeridade. Entre ele e os manifestantes só vi povo, um mais capaz de perceber isso que o outro, mas povo.
Quando Passos Coelho acusou o PCP de incitar à violência, pensei logo já tem tudo preparado para na segunda no “cerco”, haver confusão.
Para bom entendedor… que melhor forma de quebrar o ascenso da luta, do que criar o medo da violência em quem tem só agora ganhara consciência do seu papel de transformação?
Os pequeno burgueses desesperados com a sua situação de miséria à porta ou real, são carne de canhão, nas mãos do capital, facilmente influenciáveis.
Passos Coelho n fala à toa, ele diz o que o capital quer. Os “cercos” fazem o resto.