Venezuela

Of the 18 opinion polls carried out in September, 14 give Chavez as a victor and his average lead is 12 percentage points over Capriles (UK Academics Call for End to Media Misrepresentation about Polls in Venezuela’s Election). How this can be presented as a “technical draw” is anybody’s guess.

O Godofredo Pereira chamou-me a atenção para este excelente texto que desmonta muitas das mentiras repetidas pela imprensa internacional, sobre as eleições do último domingo.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

9 Responses to Venezuela

  1. De diz:

    Um excelente artigo de facto
    Que permite ver como os media de meia dúzia de monopólios, controlam e ditam a informação “a disponibilizar”.
    Também permite ver outra coisa extremamente importante.O quão vital foram estas eleições.E que as lutas dos povos são bem mais complexas ( e ricas e imperfeitas) que os esquemas pretensamente revolucionários dos “revolucionários” de régua e esquadro, sentados numa tertúlia de café. Há que escolher o lado da barricada, porque é disso mesmo que se trata.
    A luta tem que continuar.Para aprofundar e avançar no que se conquistou, para corrigir os erros da marcha e para seguir em frente pela dignidade e emancipação das massas populares.

  2. Leo diz:

    E o resultado final (com 95% da contagem concluída) foi Chávez ter arrecadado cerca de 8 milhões de votos e mais de 1,5 milhões do que o 2º e ter tido 55%, cerca de 11 pontos percentuais a mais. E ficou em 1º lugar em 42 das 44 regiões do país. E teve a maior votação nominal de qualquer Presidente venezuelano, em qualquer tempo.

    Mas estes resultados temos que os procurar directamente na fonte – CNE – pois todos os media os escondem cuidadosamente.

  3. Pingback: Desculpa lá, Pedro, « Declínio e Queda

  4. João Oliveira diz:

    E com a vitória de Chavez o país fica «dividido», mas se a vitória fosse da direita essa divisão já não seria importante? E não esqueçamos que desde 1998 a Venezuela teve muitos actos eleitorais (nos quais se inclui um referendo para destituir Chavez), louvados pelo insuspeito Jimmy Carter completamente livres e num sistema mais decmocrático que o norte-americano. E o mais perto que a direita esteve de chegar ao poder foi através de um golpe de estado.

  5. Luis Almeida diz:

    Muito bom, Tiago! Partilhei com amigos e com um irmão meu que funciona mais ou menos como auto-proclamado lobby bolivariano no sul da Suécia…

Os comentários estão fechados.