Picoito, o “liguista” disléxico.

Pior do que a inépcia linguística do homófobo Picoito, só o tom antidemocrático com que confunde a Venezuela com Cuba. Alguém devia explicar ao preconceituoso que ‘chamado’ em Português é sinónimo de ‘apelo’ ou de ‘convocatória’ e é precisamente isso que cada vez mais gente e organizações estão a fazer para chumbar o Orçamento. Assumindo que ‘niguém’ é mesmo ‘ninguém’, alguém lhe devia explicar que quando se afirma ‘Passos que se vá’, é o mesmo que dizer ‘Passos, vai-te embora’. Alguém que convide o homem para o jantar da Liga dos Amigos contra a Dislexia.

Muito agradecido.

Ou ‘Mumto agadeçídu’.

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17 respostas a Picoito, o “liguista” disléxico.

  1. Graza diz:

    É pá! E quem esse Pi coito?

  2. José João Leiria-Ralha diz:

    — E que se vá hoje mesmo, ouviste? Nem uma hora mais! Há quinze dias que a trago aqui atravessada. Para a rua!

    in Eça de Queiroz, O Primo Basílio, capítulo XII

  3. rg diz:

    Para mim “Passos que se vá” é Passos que se vá catar, por exemplo:-)

  4. marta diz:

    são cães que ladram enquanto a caravana se vai passando 🙂

  5. Marota diz:

    Olá Renato, só uma perguntinha a si. O D. do senhor Historiador é abreviatura de Nome ou é uma variante do título de Doutor em Portugal?

    Cumprimentos amigos daqui da terra da mossa grande e estimada amiga Angela!

    M

    • Renato Teixeira diz:

      Quem escreve assim, nem é Doutor, nem tem nome abreviado. Só pode mesmo ser Dom.

      • Marota diz:

        Muito obrigada pela reacção. Eu não li nada dele! Perguntei só por curiosidade. A afinidade que os portugueses têm pelos títulos é um tema que me fascina. Portugal está cheio de Doutores que ainda escrevem pior que ele. Antigamente a inflação era o Escudo, hoje a undiade é D(d)outor. Se eu tivesse promovido em Portugal tinha vergonha de assinar com o título – preferia passar como senhora das limpezas do que ser Doutora portuguesa – daquelas que põem um pé na faculdade e tornam-se logo doutoras. Desculpe lá está “dissertação”, mas ando a necessitar de falar/escrever português 😉

        • Antónimo diz:

          Mas o D. é do Nuno, o herói do livro, e não do autor.

        • De diz:

          Escreva sempre,ou fale sempre.
          Até o dedo ou a voz lhe doerem, ou até lhe apetecer
          🙂

          (É um prazer ver os seus trabalhos embora por vezes possamos discordar no que se escreve aqui ou ali.)

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  8. Gabo-te a paciência Renato. Arre.

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